Adriano


Gatomestrices

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PC Gusmão ainda não definiu o time que enfrenta a mulambada nesse domingo – disse que só divulgara a escalação quando faltarem 15 minutos para o início da partida – mas o mistério é pró-forma: depois dos coletivos feitos, já dá pra imaginar o time que vai a campo:

Estamos à deriva

Nem sinal de terra à vista...

É duro admitir, mas o Mais Querido parece sem rumo em meio à tormenta. Em menos de seis meses fomos da calmaria que advém das grandes conquistas à incerteza que surge quando não há comando - situação que infelizmente parece intrínseca ao cotidiano do Rubro-Negro. E por mais que alguns digam que a atual administração não tem culpa dessa confusão, sinto-me obrigado a discordar.

Já tinha ido antes

Pior que nem podia pedir a ajuda dos universitários...

A vaga nas semifinais da Libertadores nos escapou no jogo do dia 12, em pleno Maracanã. Em Santiago fomos muito bem, mas não conseguimos tirar a diferença. Fica pra 2011. Agora é levantar, sacudir a poeira e encarar o Brasileirão com toda a seriedade do mundo. É, o campeonato vai parar daqui a pouco, mas isso não é desculpa pra não vencer os jogos que faltam até a interrupção.

De alma lavada (e enxaguada!)

Mengão deu banho!

A quarta-feira foi literalmente de lavar a alma. Além do temporal que se abateu sobre o Maraca, vimos o Mais Querido voltar à vida num confronto de titãs contra os gaviões da maloca (e não DO Maloca, que fique bem claro). Acho que ainda não tinha visto o Mengão jogar tão bem este ano, mesmo debaixo daquele aguaceiro que inviabilizou o futebol no primeiro tempo. Vamos pra cima deles com tudo na semana que vem. A vaga é nossa!

Modorra

Tá difícil manter os olhos abertos...

Foi uma espécie de recesso voluntário. Sem Libertadores (quarta-feira tem, finalmente!), restou-nos apenas surrar os timecos que disputam o sonolento Estadual 2010 - domingo, nem dos titulares precisamos; mais um pouco e dava pra jogar com os juvenis. Fato é que fizemos bem nossa parte, domingo vamos pra cima do bacalhau e garantir vaga na final da Taça Rio. Sonolento ou não, o tetra vem aí!

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TEMPO!

Pausa para respirar e seguir em frente...

Enfim a semana mais turbulenta do Fla 2010 (até agora...) ficou pra trás. E o saldo acabou não sendo muito ruim: perdemos de pouco no Chile - mas ainda dependemos só de nós mesmos na Libertadores - e arrancamos um empate (Ave, Imperador!) no Engenhão contra a cachorrada. Agora vem aquela pra lá de bem vinda pausa para recarregar as baterias e seguir na luta. Eu sei, eu sei que temos jogo do Estadual na quarta-feira e no domingo.

Gosto amargo

Resultado amargou a boca dos alvinegros...

O empate de ontem teve o gosto amargo de sofrermos o gol no último lance da partida. Mas foi um grande jogo, contra uma equipe forte e bem armada e o time se saiu bem. A ausência do Loco Abreu foi importante pra ver como se comporta o Alvinegro sem o atacante de referência. E o resultado é que o ataque fica com muito mais movimentação e opções de jogadas. O Caio e o Herrera se revezando nas jogadas pelas pontas e o Lúcio Flávio - que fez ótimo primeiro tempo - organizando as investidas do ataque, deixaram o time menos previsível.

A terra tem que tremer

Não quero ser o chato de plantão, mas creio que a derrota para o Universidad de Chile, quarta-feira, serve como alerta para o atual estado de coisas no Mais Querido. Não chegou a ser nenhum desastre, e poderia até ter nos rendido um pontinho se o Bruno não resolvesse jantar bem na hora em que havíamos arrancado o empate (sim, o bandeira não marcou impedimento do Love. Deve ser o que o arco-íris chama de 'el silbato compañero'). O problema nem está no (mau) resultado, e sim na forma como o time (não) jogou.

Derrotado-dô...

Mais uma vez o Vasco jogou melhor mas acabou perdendo um clássico, dessa vez contra a mulambada. Foi a mesma coisa contra o Botafogo na final da Guanabara. Esperemos que na hora em que precisarmos vencer mesmo, consigamos alguma coisa.

Bruno é o poder

Por Alessandro - 15/03/10, 16:59
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Próxima parada. Aguentaê, Chile!

Eu estava de plantão e tive que ver o clássico no trabalho. Podia até ter escrito sobre a vitória no 'jogo dos pênaltis' a quente, mas preferi esperar a marola (e água não faltou) amansar. Passadas algumas horas de nosso triunfo, fica mais saborosa a já velha máxima: ganhar da turma do tamanco, mesmo num jogo sem grande valor no campeonato, é o que há de bom. Como dizia aquela propaganda, não tem preço.