Alessandro


O jogo!

Tentativa de assassinato!

Fogão e Flu proporcionaram um grande espetáculo à torcida, domingo passado, no Engenhão. Houve de tudo: jogadores trocando insultos e tapas, bolas no travessão, falha do Jeferson batendo tiro de meta, juiz perdendo o controle da partida, goleiro do Flu pegando até pensamento alvinegro (o cara defendeu até um chute a queima roupa do seu pròprio zagueiro! Haja reflexo!). Foi a melhor partida do alvinegro esse ano, apesar da falta de criatividade e frieza pra definir as jogadas .

Tudo vai mal

Fogão empata com o Guarani

É grave a situação Alvinegra. Depois de quarenta dias de preparação, o time parece até que piorou. O que se vê em campo é um bando, um time sem iniciativa que promove muita correria, sem nenhuma objetividade. Natalino esgotou seu repertório tático e motivacional. E francamente: com esse elenco aí nem o Rinus Michels conseguiria avançar muito.

Joel deu mole, mas o Bacalhau vai nos redimir!

Vacilou, Natalino!

O Natalino disse que queria o time jogando de igual pra igual com o Cruzeiro, mas na prática escalou o time com seis no meio de campo e apenas um atacante. Cedeu espaço pros mineiros, que souberam aproveitar muito bem. Jogaram o primeiro tempo inteiro no campo Alvinegro. A defesa estava segurando o tranco mas uma hora complica. Bastou um erro e estufaram as nossas redes. Depois do gol o time reagiu e conseguiu um pênalti mal cobrado pelo Renato Cajá. O Lúcio Flávio andou desperdiçando pênaltis, mas ninguém duvida que ele é o melhor cobrador do elenco. Porque deixar o Renato bater?

Extremos

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Depois de uma sequência de vexames - ceder empate aos urubus no último lance da partida, perder para o Santa Cruz jogando com três zagueiros e dois volantes e empatar com o Bangu com gol de Alessandro (!!!) - é obvio que a torcida desanimou, sobretudo por perder a vaga na Copa do Brasil. Já que esse grupo, obviamente, não tem condições de ganhar o Campeonato Brasileiro, ficamos reduzidos ao Carioca. Só com uma vitória maiúscula contra o Flu podemos recuperar a confiança.

Gosto amargo

Resultado amargou a boca dos alvinegros...

O empate de ontem teve o gosto amargo de sofrermos o gol no último lance da partida. Mas foi um grande jogo, contra uma equipe forte e bem armada e o time se saiu bem. A ausência do Loco Abreu foi importante pra ver como se comporta o Alvinegro sem o atacante de referência. E o resultado é que o ataque fica com muito mais movimentação e opções de jogadas. O Caio e o Herrera se revezando nas jogadas pelas pontas e o Lúcio Flávio - que fez ótimo primeiro tempo - organizando as investidas do ataque, deixaram o time menos previsível.

Caça ao Urubu

É preciso um tiro certeiro...

Depois daquela pelada de pólo aquático em que se transformou o jogo contra o Olaria, por conta do "eficiente" sistema de drenagem do Engenhão, ganhamos sem jogar um bom futebol - falo obviamente do periodo pré temporal, depois virou um festival ridículo de chutões -, apenas aproveitando as poucas chances criadas pelo garoto Caio. O time foi a Recife e novamente não convenceu. Não fosse a brilhante atuação do Jeferson e teríamos sofrido mais uma derrota.

Em busca da trinca

Falta um pra trinca...

E o Botafogo ganha, a cada jogo, mais consistência. A estréia do Jancarlos foi bem razoável. O Joel não tá de bobeira. Neste esquema em que os atacantes de referência esperam bolas altas na área, os laterais tem que avançar com qualidade. E o Alessandro não tem nenhuma. Marca bem, e só. Ao contrário do bom Marcelo Cordeiro que tem apoiado com eficiência e feito gols.

Esquizofrenia coletiva

Comportamento esquizofrênico...

Pior do que perder para um time que se especializou na retranca e em dar chutões assim que a bola passa do meio de campo é ver a torcida do Vasco agindo esquizofrenicamente. No post de hoje do Blog da Fuzarca, um monte de gente que na véspera do jogo dava a vitória contra o Foguinho como favas contadas passou a detestar todo o time. A derrota, vinda em uma falha individual, foi como uma epifania para os vascaínos: de uma hora pra outra, nenhum jogador presta, o time foi uma vergonha, o esquema é retranqueiro, até o Fernando Prass virou um engolidor de frangos.

Voltando aos trilhos

A locomotiva alvinegra está voltando

O Fogão retomou o rumo. Depois do chocolate que levamos do Bacalhau, o time se reorganizou com a chegada do Joel e sapecou duas goleadas que restituíram a confiança no elenco. Contra o Madureira foi pedreira. Nós passamos sufoco até a metade do segundo tempo, só com a entrada do garoto Caio – uma grata surpresa – o time deslanchou e despachou o tricolor suburbano. Foram apenas 15 minutos de futebol, suficientes pra detonar o Madura.

"Deixa que eu deixo"

Enquanto um fica olhando para o outro, o Fogão se ferra...

A diretoria do Botafogo lembra muito a sua zaga: corre atrás dos atacantes adversários em vez de se antecipar. Só toma providencias quando o caldo entorna geral.