Álvaro


Dá pra apagar esse dia?

Marmota, cadê você?
Começo de férias e bateu aquela lombra de entrar na internet. Passo uns dias desplugado e parece que o mundo desmorona. Tem aquele papo de americano do Dia da Marmota, sacam? Rendeu até filme com o Bill Murray. Pois é, a última quarta-feira era um dia que bem poderia começar de novo - o risco era ficarmos presos na mesma merda pra sempre. Como há dois assuntos bombando, vamos dividir pra tentar conquistar. BURRO!

Saímos no lucro

Os chilenos riram por último... (A foto é de André Luiz Mello/Ag. O Dia)
É isto mesmo o que eu acho. Jogando no primeiro tempo (praticamente) sem ataque, com zero de criatividade no meio e com as falhas clamorosas de nossa defesa (?!?), o 2 a 2 acabou sendo um bom resultado. Ah, tivemos mais posse de bola. E daí? Sem saber o que fazer com ela, de nada adiantou. Agora é vencer os dois jogos que restam e esperar por um tropeço dos chilenos.

Modorra

Tá difícil manter os olhos abertos...
Foi uma espécie de recesso voluntário. Sem Libertadores (quarta-feira tem, finalmente!), restou-nos apenas surrar os timecos que disputam o sonolento Estadual 2010 - domingo, nem dos titulares precisamos; mais um pouco e dava pra jogar com os juvenis. Fato é que fizemos bem nossa parte, domingo vamos pra cima do bacalhau e garantir vaga na final da Taça Rio. Sonolento ou não, o tetra vem aí! ***************************************************************************

A terra tem que tremer

Não quero ser o chato de plantão, mas creio que a derrota para o Universidad de Chile, quarta-feira, serve como alerta para o atual estado de coisas no Mais Querido. Não chegou a ser nenhum desastre, e poderia até ter nos rendido um pontinho se o Bruno não resolvesse jantar bem na hora em que havíamos arrancado o empate (sim, o bandeira não marcou impedimento do Love. Deve ser o que o arco-íris chama de 'el silbato compañero'). O problema nem está no (mau) resultado, e sim na forma como o time (não) jogou.

Hora da revolução

Temos que conter os bárbaros...
Quando os repórteres que cobrem o dia-a-dia dos clubes de futebol têm material apenas sobre treinos e jogos, eles se referem a isso como 'campo e bola'. Pois hoje não tem 'campo e bola' aqui n'Os4Grandes - ganhar do Resende é nada além de obrigação. Vamos falar de política - calma, nada de Lula, Dilma ou Serra, que nem Rubro-Negros são. É da política do Flamengo mesmo - tão caótica quanto a nacional, diga-se.

Já é carnaval?

Por Alessandro - 08/02/10, 16:42
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Ário, ário, ário, silêncio no berçário!
A pergunta acima refere-se não à farra dos blocos, que já tomou conta do Rio no fim de semana, mas às inúmeras versões de 'Mamãe eu quero' encontradas neste saite após a última rodada da Taça Guanabara. Alguém faça o favor de dar a chupeta pros nenéns bacalhaus e tricoletas pararem de chorar?

Cobertor curto (e a grana, pra onde vai a grana?)

A zaga vai acertar este ano ainda?
A turma do arco-íris vai dizer que me escondi, mas a verdade é que andei meio enrolado no trabalho, daí o atraso em comentar o desastre de quarta-feira. Sim, o Mais Querido classificou-se às semifinais da Taça Guanabara, mas convenhamos: era de se esperar outra coisa num campeonato fraco feito esse nosso Estadual? Não, claro. Como também não era de se esperar que o Mengão jogasse tão mal contra os azuis da Rua Bariri.

É luxo só

Melhor ataque do Brasil! (Foto de Carlos Moraes, Ag. O Dia)
A tabela é uma das jogadas mais bonitas do futebol, e o terceiro gol do Mais Querido na quarta-feira, contra o Americano, foi uma bela amostra disso. Da saída de bola até o barbante, 11 toques na bola envolvendo completamente a defesa dos conterrâneos da Rosinha. Espetáculo puro da melhor dupla de ataque do Brasil. Adriano-Vagner Love é o que há. Mas nada de "império do amor", que coisa mais escrota. Parece nome de motel espelunca. Pronto, falei.

Is love all we need?

Parceria começou bem...
É, Nação, a estreia do 'artilheiro do amor' (esse apelido escroto não pode pegar, na boa) saiu melhor que a encomenda. O cara mostrou bom preparo, muita disposição e garantiu a vitória com velocidade e oportunismo. Buscou entrosamento com Adriano, que ao contrário dele (ainda) não está em boa forma, abriu espaços e deu trabalho à defesa banguense.

O craque do campeonato

Joga demais!
Salve, Nação! Depois de tão brilhante e incontestável vitória, o comentário só serve se for feito a quente, então vamos lá. Não sei quanto a vocês, mas vou resumir o jogo de hoje numa só frase: EU JÁ SABIA.