Anderson Martins


Dia de video tape

VT

Curiosidade: o Cruzeiro foi o último clube a nos vencer em São Januário em uma partida do Campeonato Brasileiro. Foi no dia 29 de junho do ano passado, ou seja, faz quase um ano.

Mas essa não é a única coincidência. O Cruzeiro tinha à época Joel Santana como treinador. Ou seja, também era comandado por um técnico adepto das retrancas, assim como é seu atual treinador, Celso Roth.


Onde está o erro

CB

É claro que a culpa pela derrota para o Aurora por 3 a 1 vai cair nas costas do Cristóvão Borges. Ele é o técnico, ele quem decidiu levar 15 jogadores e foi ele quem escolheu os mesmos. Mas antes de simplesmente responsabilizar o interino, cabe procurarmos enteder as razões para ele ter tomado essa decisão.


Na correria

Na correria

Completamente encalacrado no trabalho, fica difícil arranjar tempo para falar com mais calma sobre a vitória do Vasco sobre o Avaí por 2 a 0. Então, vamos a um resumo....


Fim das certezas absolutas

Fim das certezas absolutas

Um dos fatos interessantes da noite em que vencemos os suínos pela Sul-Americana aconteceu após o fim do jogo. Em entrevista concedida à Rádio Globo, Ricardo Gomes foi perguntado sobre os reservas que participaram da partida. Gomes não quis ser definitivo nem mostrar se pretende ou não mudar o time, mas não pode deixar de elogiar uns e outros que ele parece fazer questão de efetivar como titulares no time.


Explica pra gente, Gomes!

Explicaê, Gomes!

Não acredito que tenha faltado vontade ao Vasco na derrota para o Botafogo. Entramos de forma mais relaxada que o canil, mas não fomos tão piores assim no primeiro tempo. Pra mim, os três gols saíram em falhas da defesa que não vínhamos comentendo: Romulo vacilou no primeiro, ninguém ficou em cima do Loco Abreu nos dois seguintes e o quarto foi uma vacilada no meio de campo com o jogo já terminando.


Um de cada vez

um de cada vez

No duelo marítimo de ontem (onde água não faltou, mas vindo de cima), venceu o Vasco por 2 a 0, provando que não é qualquer manjubinha que pode bater um peixe nobre de verdade como o bacalhau. Vencemos o time estelar da Vila Belmiro, sem correr muitos riscos e perdendo uma penca de gols. Mas isso, claro, não é o bastante para o Vasco ganhar as manchetes.


Não é o fim do mundo

Apocalipse

36 x 8. Esse foi o placar de finalizações a favor do Vasco no jogo contra o Bahia. Infelizmente, o placar que importa é outro, e nesse não passamos de um empate em 1 x 1. Apenas um gol em 36 chutes e apenas um ponto em três possíveis. Olhando por esse prisma, não dá mesmo pra ficar satisfeito com o resultado.


Desmentido em campo

Desmentido

O Vasco bateu o Galo Mineiro e chegou a G4. Ricardo Gomes não podia contar com Felipe, resolveu poupar o Juninho, bancou a escalação do Márcio Careca na lateral mesmo com a chegada do Julinho e tirou o xodó Bernardo do time para improvisar o mesmo Julinho na sua posição. Jogando fora de casa, tinha tudo para dar errado, mas não deu. Acabamos superando desfalques, limitações técnicas e invenções e vencemos.


Chance de acertar o time

Diego Souza não, Gomes!

O Maestro Felipe acabou tomando seu terceiro cartão amarelo na vitória sobre o Furacão por 2 a 1, ontem na Colina, e desfalca o time na próxima rodada. Não contar com um titular nunca é bom, mas fazendo as coisas direitinho, Ricardo Gomes pode aproveitar o desfalque para finalmente encontrar a formação ideal para o Gigante. Não que eu ache que o Felipe deva ir para o banco (por mais que ele não tenha mostrado a eficiência de sempre nas partidas). Mas sua ausência obrigará o nosso treinador a pensar em alternativas para a equipe.


E agora, Caetano?

E agora?

A vitória sobre o Inter foi providencial. Nos manteve nas proximidades do G4, aumenta a moral do time, acabou com a fase ruim em São Januário e a sequência sem batermos os maiores clubes.