É, companheiros... Entrou água no sonho do bi da Copa do Brasil. A derrota para o Grêmio, debaixo de uma chuva danada, por 3 a 2, em casa torna a nossa classificação um verdadeiro milagre. Mas se existe um time capaz de fazer milagres, vocês já sabem qual é. Então, ainda é possível, apesar da imensa dificuldade que encontraremos em Porto Alegre. A tarefa é a seguinte: vencer por dois gols de diferença. Impossível? Não. Mas muito, muito, muito complicado.
A quarta-feira foi literalmente de lavar a alma. Além do temporal que se abateu sobre o Maraca, vimos o Mais Querido voltar à vida num confronto de titãs contra os gaviões da maloca (e não DO Maloca, que fique bem claro). Acho que ainda não tinha visto o Mengão jogar tão bem este ano, mesmo debaixo daquele aguaceiro que inviabilizou o futebol no primeiro tempo. Vamos pra cima deles com tudo na semana que vem. A vaga é nossa!
O que mais irrita na derrota de ontem para o Vitória é ver a falta de seriedade com que um monte de jogadores encararam a partida em alguns momentos. Uns sujeitos que estão longe de mostrar a razão pela qual foram contratados se acham no direito de ficar tentando fazer jogadas de efeito quando raramente acertam um passe de meio metro é demais.
Depois de mais um proverbial sumiço, eis-me de regresso. Da última passagem por aqui estava bem amargurado graças à trôpega campanha do Mengão na Libertadores. Depois disso ainda tivemos que aturar a festa no canil por causa do Cariocão (com ou sem trocadilho). Mas não é que estamos nas oitavas da Liberta? E temos nosso habitual freguês Curíntia pela frente? É, Nação, parece que o tempo vai virar. É nossa única aposta, temos que jogar com o que há na mão e apostar tudo pra quebrar a banca. Vamos que vamos.
Alô, família tricolor! 'Habemus tecnicum'. Já era hora. Desde que Abel Braga saiu do Fluminense, no fim de 2005, caímos num tremendo limbo de técnicos. Alguns falam em 16 técnicos em cinco anos. A conta muda se somar ou tirar da soma os interinos que por ventura assumiram. E, até que enfim, parece que acertamos desta vez. A vinda de Muricy Ramalho representa um salto de qualidade para o clube, para o time e, consequentemente, para todos nós.
Vencemos os gambás paranaenses mas junto com a vaga para as quartas-de-final para a Copa do Brasil veio também a preocupação com a qualidade do futebol apresentado pelo Gigante. Se continuarmos jogando dessa forma preguiçosa no restante da competição, esse "restante" será bem curto.
Se os jogadores não mudarem de atitude e o treinador não começar a mostrar que sua efetivação no cargo não foi um equívoco, a torcida poderá começar a levar para os estádios placas apocalípticas como essa aí ao lado.
Cuca, de fato, caiu. O texto escrito abaixo é anterior ao anúncio oficial.
A pergunta foi feita ao atacante Fred, no fim do jogo contra a Lusa semana passada e a resposta foi forte: "Trocar de treinador agora seria incompetência." O que me fez pensar no seguinte: será que Fred e os demais não estariam temendo a chegada de um treinador um pouco mais "linha dura" no clube? Um pouco mais de profissionalismo no Flu não faria mal. Mas eu ainda continuo sem saber se é melhor trocar o técnico ou não.
Começo de férias e bateu aquela lombra de entrar na internet. Passo uns dias desplugado e parece que o mundo desmorona. Tem aquele papo de americano do Dia da Marmota, sacam? Rendeu até filme com o Bill Murray. Pois é, a última quarta-feira era um dia que bem poderia começar de novo - o risco era ficarmos presos na mesma merda pra sempre. Como há dois assuntos bombando, vamos dividir pra tentar conquistar.
BURRO!
Como já falei no post do Blog da Fuzarca, não há muito que falar da magra vitória por 1 a 0 do Gigante sobre os gambás genéricos paranaenses. Partidinha truncada, diante de um adversário que entrou em campo fundamentalmente para não levar gols (tanto que o placar empatado ao fim do primeiro tempo foi motivo de festa para os paranaenses) em um campo em condições ruins. As faltas, tombos e poucas chances de gol eram esperadas.
O jogo foi truncado, feio, de baixo nível técnico. Mas jogo de mata-mata não tem que ser bonito, como disse Cuca, com razão. A vitória contra a Portuguesa, em São Paulo, deixou a classificação às quartas da Copa do Brasil bem encaminhada. Mas é bem verdade que poderíamos ter conseguido uma margem maior, não fosse a expulsão de Marquinho, que vinha jogando muito melhor que Júlio César em outras oportunidades.
Pois bem, vamos lá. Vamos falar só deste ano agora. Em mais um jogo em que jogamos razoavelmente bem, criamos várias chances de gol, não conseguimos fazer o resultado. Resultado? Estamos eliminados da primeira competição de 2010. E eliminados da pior maneira. Além da inoperância do time em converter as chances criadas em gols, fomos operados no terceiro gol da cachorrada, que só fez jogar bola na área o jogo inteiro. Aliás, o time do Botafogo só tem esta jogada. E Joel Santana ainda pinta de estrategista. Chega a ser ridículo.
O post de hoje no Blog da Fuzarca é claro, mas não explica a derrota para a mulambada. O juiz foi decisivo no resultado? Foi. Perdemos na mão grande (ou seria no braço do Williams)? Perdemos. Mas não fizemos nossa parte como deveríamos. Outra vez o Vasco jogou mais e teve mais posse de bola, mas no final fomos nós que saimos derrotados. Novamente falhamos muito na hora de fazer gols e igualmente quando deveríamos evitá-los.
Finalmente o ano vai começar. As semi da Taça Rio são mais previsíveis que dizer que macaco gosta de banana. Vamos encarar a cachorrada, agremiação que já vencemos no princípio de março, naquela oportunidade, por 2 a 1. Mariano e Fred marcaram os gols naquela oportunidade e, segundo uma leve intuição, devem capitanear, junto com Conca, uma excelente exibição, com direito à vaga na final da Taça Rio neste sábado.
É isto mesmo o que eu acho. Jogando no primeiro tempo (praticamente) sem ataque, com zero de criatividade no meio e com as falhas clamorosas de nossa defesa (?!?), o 2 a 2 acabou sendo um bom resultado. Ah, tivemos mais posse de bola. E daí? Sem saber o que fazer com ela, de nada adiantou. Agora é vencer os dois jogos que restam e esperar por um tropeço dos chilenos.
Eis o novo Podcast da Fuzarca no ar, esse sem ter muita coisa alegre pra dizer. Aliás, nenhuma: nem seria apropriado depois das chuvas que castigaram e ainda castigam o Rio de Janeiro. Ainda assim, falo sobre TJD-RJ e Habibs (assuntos que não são motivo para que vascaíno nenhum fique fazendo festinha).
Depois de uma sequência de vexames - ceder empate aos urubus no último lance da partida, perder para o Santa Cruz jogando com três zagueiros e dois volantes e empatar com o Bangu com gol de Alessandro (!!!) - é obvio que a torcida desanimou, sobretudo por perder a vaga na Copa do Brasil. Já que esse grupo, obviamente, não tem condições de ganhar o Campeonato Brasileiro, ficamos reduzidos ao Carioca. Só com uma vitória maiúscula contra o Flu podemos recuperar a confiança.
Foi uma espécie de recesso voluntário. Sem Libertadores (quarta-feira tem, finalmente!), restou-nos apenas surrar os timecos que disputam o sonolento Estadual 2010 - domingo, nem dos titulares precisamos; mais um pouco e dava pra jogar com os juvenis. Fato é que fizemos bem nossa parte, domingo vamos pra cima do bacalhau e garantir vaga na final da Taça Rio. Sonolento ou não, o tetra vem aí!
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Foi um sufoco danado, mas o Gigante reagiu e conseguiu a classificação para a semifinal da Taça Rio ao bater o time da família Miranda por 4 a 3. Foi o típico jogo em que quase perdemos para nós mesmos: o Vasco dominou a partida amplamente mas em duas vaciladas quase pôs tudo a perder. O Duque de Caxias praticamente não ameaçou, mas os moles que demos por pouco não compensaram a falta de capacidade do nosso oponente.
No jogo-treino Loco Abreu deitou e rolou. basta jogar contra "potências" como Resendes e Boavistas pro hermano fazer a festa. Vamos ver amanhã contra o Santa Cruz se o cara consegue resolver quando é pedreira. O melhor seria ele ficar no banco. Seria excelente opção quando o jogo estiver complicado e precisarmos mudar a forma de jogar.