Depois da boa partida contra o América, o Flamengo voltou a jogar mal, mas ainda assim conseguiu vencer o fraco time do Americano. Aliás, o Americano só não foi fraco quando o Caixa D'Água estava lá pra mover seus milhares de pauzinhos.
Na boa vitória de ontem sobre a Cabofriense, contamos com o auxílio mais que luxuoso do volante Goeber, que, só pode ser alvinegro. Ele conseguiu a façanha de fazer dois gols contra ainda no primeiro tempo de jogo. No segundo gol do "artilheiro", a bola iria sair pela linha de fundo mas ele fez questão de guardá-la no fundo das redes. Sei não, acho que ele vestia o manto alvinegro por baixo da camisa da Cabofriense.
O título do texto pode sugerir que estou falando sobre as duas primeiras vitórias do Flu este ano. A conotação e a interpretação são válidas, mas estou falando sobre Fred. Contratado em 2009, o atacante teve curtas sequências de brilho no time titular. Sempre acometido por lesões musculares, o jogador tem a grande chance de começar o ano sem problemas físicos e já exibindo grande forma técnica. É hora de manter.
A fraca estréia contra o Duque de Caxias mostrou algumas novidades e outros velhos problemas. O time conseguiu enfim um bom lateral direito: Lucas marca e sai pro jogo com desenvoltura, cruza na àrea com consciência. Acho que ele vai cair nas graças da torcida logo. O garoto Guilherme, que jogou na lateral esquerda, também se saiu bem.
Mas a melhor novidade ficou por conta da entrada do jovem atacante Alex. Ele deu movimentação à equipe, participou dos gols e vai brigar com o Caio e o Herrera por uma vaga no ataque.
De volta a falar do nosso Mengão por aqui e com novidades a dar meus pitacos. A contratação do Ronaldinho Gaúcho mais me impressionou pela forma discreta e profissional com que a diretoria tratou o assunto do que morri de amores pela aquisição em si. É, sem dúvida, um jogador sensacional, mas não gosto desse barulho todo rondando a Gávea. Ainda teve a contratação de Thiago Neves, que vai ter que comer muito feijão com arroz pra me convencer que tem condições de vestir o manto. Não me apetece a ideia de receber de braços abertos um tricolete convicto, mas sempre há a possibilidade de se redimir. Suando sangue, é claro!
Enfim, nosso tricampeão voltará aos gramados de forma oficial. A saudade já estava doendo! Quando o Flu venceu o Brasileiro naquela tarde mágica, nem nos demos conta de que ficaríamos 45 dias sem vê-lo entrar em campo de novo! Mas o tempo passou rápido. Curtimos muito este título. Até bem pouco tempo eu ainda andava de faixa de campeão. Mas 2010 já está na história. Foi um ano ótimo, mas agora é a vez de 2011.
O Fogão faz sua estréia no Campeonato Carioca, quinta feira no Engenhão, completamente repaginado: conseguiu se livrar do Lúcio Flávio (que não conseguia mais jogar), do Jobson (que não queria jogar) e do Túlio Souza (que não sabe jogar). Sairam também Leandro Guerreiro, que fez muito pelo clube, mas em 2010 foi quem mais deu carona aos nossos adversários. Marcelo Cordeiro foi negociado e Edno foi devolvido ao Timão. Só esse último fará falta, não temos atacante com suas características.
A vitória do Vasco sobre o Cerro Porteño não foi de encher os olhos da torcida, mas mostrou um time relativamente pronto se levarmos em consideração os parcos nove dia de pré-temporada. Os maiores problemas, além da evidente falta de ritmo de alguns jogadores, já são conhecidos de todos os vascaínos, até porque são os mesmos do fim do ano passado: o time não consegue superar retrancas, exagera nos passes errados, peca no individualismo e continua incapaz de fazer gols.
Washington nunca foi unanimidade. O atacante gigantesco mais parecia um poste do que um homem-gol em boa parte do tempo. Mas o que faz de Washington um grande exemplo são seus gols importantes e, acima de qualquer coisa, sua história de vida.
Com forte presença de área, Washington sempre foi encarado como reforço em determinado momento e como peso em outro. Inesquecível foi seu gol contra o São Paulo, aquele da classificação às semi da Libertadores de 2008. O escanteio encontrou sua cabeça em um movimento perfeito que resultou numa senhora estufada de rede aos 48 do segundo tempo.
estou aqui para lhe escrever sobre um time chamado Fluminense Football Club. A sede desta agremiação é no Rio de Janeiro, abençoado pelo Cristo Redentor, iluminado pelo sol de 40º e banhado por águas refrescantes. Este clube é especial e diferente de todos os outros. Fidalguia, beleza, inteligência e educação são características peculiares de sua torcida.
Como hoje a molecada do Gigante entra mais uma vez em campo pela Copinha - contra o Linense, às 16 horas, com transmissão da ESPN e SporTV - acho oportuno falar sobre um problema que a torcida vascaína pode jogar sobre os ombros do nosso time de garotos: é o "Efeito Alex Teixeira".