Atlético MG


A chance do salto

Existe um momento da vida em que olhamos para nós mesmos e pensamos: "Chegou a hora de dar um salto de qualidade." Pois é. Se o Fluminense tiver personlidade, perceberá que o momento é este. Estamos na reta final do campeonato e precisamos vencer com autoridade o Atlético-MG. Nada mal se os rivais que jogam fora, Corinthians, Vasco e Botafogo, contra Inter, Bahia e Avaí, tropeçarem. Nada impossível, aliás, até provável que aconteça, senão com todos, com alguns deles.


Batendo na mesma tecla

Mesma tecla

Reclamaram dos três volantes que estariam em campo, reclamaram da presença do Nilton, chamaram o Cristóvão Borges de retranqueiro, anteviram a derrota caso o interino mantivesse o meio campo anunciado (teve gente falando nos comentários do Blog da Fuzarca que o Vasco perderia por 4 a 0).


Falta um teste definitivo

Bom início

A partida contra o Ceará seria um bom teste para Cristóvão Borges. Era a chance para o auxiliar técnico mostrar que poderia resolver um velho problema do Vasco: jogar bem contra times que jogassem na retranca. Sendo o confronto na Colina, sua responsabilidade aumentaria consideravelmente, já que ele teria que convencer a exigente torcida vascaína que ele pode substituir Ricardo Gomes - que passou a ser quase uma unanimidade após seu AVC - à altura.


Chegou o Camisa 10!

Pintou o 10

Felipe Menezes era o que faltava ao meio de campo alvinegro. Um autêntico armador.


Embalou!

Embalou!

Após massacrar os anões da colina, o Fogão foi a Minas e detonou o galetinho, freguês antigo, em seu terreiro. Duas vitórias maiúsculas, uma sequência animadora. O grupo mostrou, finalmente, futebol de candidato ao título.


Desmentido em campo

Desmentido

O Vasco bateu o Galo Mineiro e chegou a G4. Ricardo Gomes não podia contar com Felipe, resolveu poupar o Juninho, bancou a escalação do Márcio Careca na lateral mesmo com a chegada do Julinho e tirou o xodó Bernardo do time para improvisar o mesmo Julinho na sua posição. Jogando fora de casa, tinha tudo para dar errado, mas não deu. Acabamos superando desfalques, limitações técnicas e invenções e vencemos.


Chance de acertar o time

Diego Souza não, Gomes!

O Maestro Felipe acabou tomando seu terceiro cartão amarelo na vitória sobre o Furacão por 2 a 1, ontem na Colina, e desfalca o time na próxima rodada. Não contar com um titular nunca é bom, mas fazendo as coisas direitinho, Ricardo Gomes pode aproveitar o desfalque para finalmente encontrar a formação ideal para o Gigante. Não que eu ache que o Felipe deva ir para o banco (por mais que ele não tenha mostrado a eficiência de sempre nas partidas). Mas sua ausência obrigará o nosso treinador a pensar em alternativas para a equipe.


Respeito é bom e o gaúcho gosta

Falador passa mal, como já diriam os Originais do Samba. Ronaldinho Gaúcho soube ouvir as críticas ao seu comportamento exageradamente boêmio e respondeu como deve ser: Dentro de campo, com gols e atuações bem mais convincentes do que as que teve até então. Respeito é bom e o cara gosta, embora muitas vezes ele próprio não se dê o respeito. De qualquer maneira, valeu para mostrar aos que têm memória curta que em boca fechada não entra mosca.


Volta por cima

Volta por cima

Não consegui escrever a coluna para Os 4 Grandes após a final por total falta de tempo, mas e daí? Aposto que ninguém vai ligar de ler mais algumas considerações sobre a conquista da Copa do Brasil, não é mesmo?


Fogo de palha

Palha é esse time!

Mais um ano despespediçado.

O time acaba de ser derrotado, em casa, pelos reservas do Inter. Eles até queriam entregar o jogo, mas o Fogo de palha educadamente devolveu o presente. Tem jogador dizendo que ainda acredita. Acredita em quê? Depois de dezesete empates e essa rídicula derrota para o banco Colorado querem que a torcida creia que vai ganhar do embalado Grêmio no Olímpico? Mesmo conseguindo esta quarta vaga (que ainda depende do resultado da Sulamericana) esta campanha foi um vexame!