Botafogo


Sinal Vermelho

Fechou o sinal!

Levamos um toco. Tudo bem, podiamos perder essa. O time relaxou e a armação das jogadas simplesmente não existiu. O Lúcio Flávio que de vez em quando - muito de vez em quando - tem um lampejo de craque, nas últimas partidas, parace ser apenas um espectador privilegiado do jogo: não enfia uma bola pro atacante, não tenta um chute, não faz nada... asssim é foda! O Eduardo, definitivamente, também não acertou ali ao lado do Lúcio. Então tem que haver mudança, se queremos o título. O Joel está reticente pra fazer substituições no time, talvez ache que pode prejudicar o ambiente.

O Caio vem aí!

Por Edinho - 06/03/10, 09:48
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O bicho vai pegar!

No jogo-treino de quinta-feira contra o Duque de Caxias, a estrela do moleque Caio brilhou de novo. Começou jogando e demonstrou que é de fato candidatíssimo a idolo da torcida Alvinegra. A rapaziada de Caxias se entrincheirou na defesa e além disso baixou a porrada, principalmente no garoto Caio, pra parar o rapaz só mesmo na força. Fizeram um gol numa vacilação coletiva da defesa, inclusive o Jeferson, que ficou só olhando o atacante Caxiense.

Em busca da trinca

Falta um pra trinca...

E o Botafogo ganha, a cada jogo, mais consistência. A estréia do Jancarlos foi bem razoável. O Joel não tá de bobeira. Neste esquema em que os atacantes de referência esperam bolas altas na área, os laterais tem que avançar com qualidade. E o Alessandro não tem nenhuma. Marca bem, e só. Ao contrário do bom Marcelo Cordeiro que tem apoiado com eficiência e feito gols.

A Estrela Sobe

Por Edinho - 27/02/10, 16:43
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a estrela sobe

O Glorioso, em doses homeopáticas, vai reforçando o elenco e tornando a equipe cada vez mais competitiva. Agora chegou Edno, definido como meia-atacante. Ele pode compor a armação das jogadas com o Lúcio Flávio ou ficar como mais uma opção de ataque. Fica faltando um jogador especialista na armação de jogadas, mas, de qualquer forma, o meio já fica mais encorpado. Também chegaram Sandro Silva e Danny Moraes. Se mandarem bem, resolveremos duas situações graves: uma é substituir o obtuso Fahel, que não consegue acertar passe de meio metro.

Os reis do Rio!

O Rei da Cidade é ele!

O futebol é uma metáfora interessante da vida. Reflete várias situações do cotidiano. Soberba, desonestidade, loucura, violência, tragédias e sucessos... A trajetória do Alvinegro na Taça Guanabara refletiu uma dessas características muito comuns no futebol: a superação. Depois de sofrer humilhante derrota pros bolinhos de bacalhau, o Glorioso ficou com a auto-estima abalada. Chegou ao fundo do poço e a torcida caiu de pau cobrando uma postura compatível com a tradição do clube.

CHORA MULAMBADA! AGUARDA BACALHAU!

Chora mulambo!

O talento e a habilidade estão escassos no Alvinegro, mas pelo menos aplicação tática e vergonha na cara a equipe demonstrou. E foi o suficiente pra detonar a mulambada. Os urubus fizeram um primeiro tempo impressionante: marcando o Botafogo em seu próprio campo, saindo em velocidade com as arrancadas do Vinicius Pacheco e as trocas de passes inteligentes com Adriano e Wagner Love. O Botafogo se defendia no desespero e não tinha capacidade de criação quando tinha posse de bola. Esbarrava sempre na forte marcação mulambenta. Pensei: “vai dar merda!

Voltando aos trilhos

A locomotiva alvinegra está voltando

O Fogão retomou o rumo. Depois do chocolate que levamos do Bacalhau, o time se reorganizou com a chegada do Joel e sapecou duas goleadas que restituíram a confiança no elenco. Contra o Madureira foi pedreira. Nós passamos sufoco até a metade do segundo tempo, só com a entrada do garoto Caio – uma grata surpresa – o time deslanchou e despachou o tricolor suburbano. Foram apenas 15 minutos de futebol, suficientes pra detonar o Madura.

Procurando rumo

Por Edinho - 01/02/10, 14:46
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Na busca pelo melhor caminho

A coisa continua sem rumo no Fogão. Ganhamos do Tigres jogando muito mal. O time de Xerém teve até mais posse de bola. Não fosse a incompetência de seu ataque e perderíamos o jogo e consequentemente a classificação pras semifinais. Contra o Mequinha contamos de novo com a sorte. Ganhamos na disposição do garoto Caio, que vem demonstrando portunismo e habilidade, e demos sorte do time Americano não ter definido o jogo. Chance eles tiveram.

"Deixa que eu deixo"

Enquanto um fica olhando para o outro, o Fogão se ferra...

A diretoria do Botafogo lembra muito a sua zaga: corre atrás dos atacantes adversários em vez de se antecipar. Só toma providencias quando o caldo entorna geral.

O Haiti é aqui...

Agora e limpar os escombros

O Vasco entrou organizado taticamente e concentrado, além de ter três jogadores acima da média (Coutinho, Carlos Alberto e Dodô). O Botafogo entrou nervoso, desorganizado e tem alguns jogadores abaixo da média : Alessandro, Fahel...e esse Antonio Carlos, hein? Ah, vai pra puta que pariu!!! O cara erra tudo! Agora, o nervosismo da equipe é injustificável. Levar gol no início acontece, perder jogador no inicio também acontece, as coisas ficam dificeis mas não impossiveis. O próprio Botafogo já saiu de situações adversas. Por que o nervosismo? Primeiro clássico, um jogo que não definiria nada.