Bruno


A incógnita feliz

Existe um time no Brasil que não tem boa estrutura, mas conta com um grande patrocinador. Treina em sua própria sede, reúne condições boas, mas não ideais, e montou um elenco excelente para 2012. Disputa atualmente duas competições. Venceu o primeiro turno de uma e está na final do Estadual, aparecendo como o melhor time da competição, em critérios fáticos. Na outra, a mais importante, venceu os três jogos que disputou e lidera a chave com folga, podendo avançar para a fase de mata-mata com duas rodadas de antecipação. É, hoje, matematicamente, o melhor time da América do Sul.


Começou!

Depois de uma fase de grupos horrenda, cheio de jogos bizarros, em que o Flu conseguiu se enrolar e garantiu a classificação devido a uma combinação de resultados na última rodada, é hora do time resolver a situação de Abel ou complicar de vez. Sou contra qualquer tipo de fritura, mas o fato do time não ter uma jogada me incomoda demais. Como torcedor, quero sempre que o Fluminense vença e, por isso, torcerei pelo brilho individual dos atletas do meio pra frente.


Se liga Joel! Se cuida Fluzim!

Fica esperto, Natalino!

Levamos um vergonhoso baile do Bangu. Não fosse a atuação da "muralha" Jeferson, inclusive pegando pênalti, teriamos levado um sacode de pelo menos 3x0. Impressionante como a ausência do Marcelo Mattos deixa o time tão desarrumado. O time já não tem meia de ligação pra armar as jogadas (vamos ver se o Everton é capaz de fazer isso). O Marcelo pelo menos faz bem a ligação da defesa com o meio e a equipe ganha um mínimo de organização. Mesmo jogando com três zagueiros o time foi envolvido pela boa equipe da zona oeste.


Um exemplo do que não fazer em 2011

Sem erros para 2011

Diante da minha total falta de empolgação e da campanha pífia do Flamengo neste Brasileirão 2010, recorro ao amigo Vinícius Orrico, que me mandou um texto contendo uma bela análise de tudo o que aconteceu neste ano. Comentem:


Já tinha ido antes

Pior que nem podia pedir a ajuda dos universitários...
A vaga nas semifinais da Libertadores nos escapou no jogo do dia 12, em pleno Maracanã. Em Santiago fomos muito bem, mas não conseguimos tirar a diferença. Fica pra 2011. Agora é levantar, sacudir a poeira e encarar o Brasileirão com toda a seriedade do mundo. É, o campeonato vai parar daqui a pouco, mas isso não é desculpa pra não vencer os jogos que faltam até a interrupção.

Dois a um? Dois em um!

Festa em território inimigo é sensacional (Foto de Marcelo Régua/Ag. O Dia)!
É, moçada, mais uma vez o Curíntia é freguês. A rima é paupérrima, mas a Nação é rica de felicidade por torcer pro Mais Querido, que se transformou no intervalo da peleja no Pacaembu e despachou os maloqueiros da Libertadores. Que mané melhor campanha o quê, paulistada.! Que mané Ronaldo!! É Vagner Love na parada!!! E que venham as quartas de final.

Dá pra apagar esse dia?

Marmota, cadê você?
Começo de férias e bateu aquela lombra de entrar na internet. Passo uns dias desplugado e parece que o mundo desmorona. Tem aquele papo de americano do Dia da Marmota, sacam? Rendeu até filme com o Bill Murray. Pois é, a última quarta-feira era um dia que bem poderia começar de novo - o risco era ficarmos presos na mesma merda pra sempre. Como há dois assuntos bombando, vamos dividir pra tentar conquistar. BURRO!

Na mão grande...

Foi desse jeito...
O post de hoje no Blog da Fuzarca é claro, mas não explica a derrota para a mulambada. O juiz foi decisivo no resultado? Foi. Perdemos na mão grande (ou seria no braço do Williams)? Perdemos. Mas não fizemos nossa parte como deveríamos. Outra vez o Vasco jogou mais e teve mais posse de bola, mas no final fomos nós que saimos derrotados. Novamente falhamos muito na hora de fazer gols e igualmente quando deveríamos evitá-los.

Gosto amargo

Resultado amargou a boca dos alvinegros...
O empate de ontem teve o gosto amargo de sofrermos o gol no último lance da partida. Mas foi um grande jogo, contra uma equipe forte e bem armada e o time se saiu bem. A ausência do Loco Abreu foi importante pra ver como se comporta o Alvinegro sem o atacante de referência. E o resultado é que o ataque fica com muito mais movimentação e opções de jogadas. O Caio e o Herrera se revezando nas jogadas pelas pontas e o Lúcio Flávio - que fez ótimo primeiro tempo - organizando as investidas do ataque, deixaram o time menos previsível.

A terra tem que tremer

Não quero ser o chato de plantão, mas creio que a derrota para o Universidad de Chile, quarta-feira, serve como alerta para o atual estado de coisas no Mais Querido. Não chegou a ser nenhum desastre, e poderia até ter nos rendido um pontinho se o Bruno não resolvesse jantar bem na hora em que havíamos arrancado o empate (sim, o bandeira não marcou impedimento do Love. Deve ser o que o arco-íris chama de 'el silbato compañero'). O problema nem está no (mau) resultado, e sim na forma como o time (não) jogou.