Carlinhos


Efeito Leandro Euzébio

O título do post diz tudo. Leandro Euzébio é, de longe, o melhor zagueiro que temos. Até Gum voltou a jogar. Como disse Calazans em sua coluna de hoje, a defesa voltou a atuar como a defesa que o Fluminense merece. Depois de três ótimas vitórias seguidas na abertura do segundo turno, estamos de volta ao campeonato de 2011. Contra São Paulo e Cruzeiro, fora de casa, jogamos com autoridade e mandamos nos jogos. Contra o Atlético-GO, em casa, não jogamos bem, mas viramos na raça. E tem que ser assim. Quando não estivermos bem temos que vencer na raça, na luta, no coração.


Líderes na hora certa

Camarote

O empate com os tricoletes não foi o resultado dos sonhos pra ninguém. Mas como eu falei no Blog da Fuzarca, há de se considerar que dentro de um campeonato com 38 rodadas, empatar um clássico - ainda mais com os desfalques inesperados que tivemos - não é um resultado dos piores.


Carta ao ano de 2011

Leia com atenção, 2011...

'Prezado 2011,

estou aqui para lhe escrever sobre um time chamado Fluminense Football Club. A sede desta agremiação é no Rio de Janeiro, abençoado pelo Cristo Redentor, iluminado pelo sol de 40º e banhado por águas refrescantes. Este clube é especial e diferente de todos os outros. Fidalguia, beleza, inteligência e educação são características peculiares de sua torcida.


Rumo ao Tri!

Hora de finalizar o trabalho...

Tricolores, as pernas tremem, a voz falha, o coração dispara. Este título que podemos concretizar neste fim de semana (como está perto!!), se vier mesmo, começou a ser conquistado ano passado, quando um desenganado Fluminense promoveu a maior reação já vista na história do futebol brasileiro. Foi naquele momento que adquirimos a postura do "é nosso e ninguém tira". E assim que temos que jogar neste domingo.


Quinto capítulo - BaFLUeri

Obrigado, Barueri!

Linda festa tricolor em Barueri! A cidade da Grande São Paulo parecia fazer parte do Rio na tarde ensolarada de domingo.Pode mudar o nome da cidade para BaFLUeri! Cumprimos nosso papel. Não demos show, não jogamos tão bem quanto em outras partidas, mas fomos competentes no resultado final. Carlinhos jogou muito bem e Tartá surpreendeu pela calma em seu gol. Fred e Emerson desafinaram. Perderam gols no estilo Washington. No fim, vitória tricolor e um passo importantíssimo rumo ao título. Só falta um!


Quarto capítulo - Líder de novo!

Faltam dois...

Depois do capítulo em que nosso personagem preferido se ferra, o que acontece? Ele se recupera! E foi assim nessa nossa série. O quarto capítulo foi espetacular para o nosso Fluzão. Goleamos o desinteressado São Paulo em Barueri, com direito a 'torcida única' no estádio. Em Salvador, o resultado mais esperado e, como eu disse no post anterior, a última esperança do Flu: empate entre Vitória e os gambás. Com isso, assumimos a liderança novamente, faltando apenas dois jogos para o fim do campeonato. Repito: somos líderes faltando dois joguinhos apenas!


Vencer ou vencer

Só a vitória serve!

Depois de ficarmos 20 rodadas na ponta, vacilamos na última rodada e perdemos a dianteira. Agora, faltando três jogos para o fim do campeonato, apenas a vitória interessa. Virou 2009 de fato, só que pela taça. Ano passado não dependíamos só de nós, precisávamos secar os adversários. Esse ano, precisamos secar também. Nada é fácil para o Fluminense. Se fosse fácil, não seria nosso. É um olho no peixe, outro no gato. Adaptando: um olho no Flu, outro no gambá. E sem descuidar da raposa.


Quem se importa com o que pensa a torcida?

Quem mais deveria se importar não parece muito preocupado

Mais um empate, dessa vez com a bambilândia paulista. Mais uma vez saindo na frente e permitindo o adversário chegar à igualdade. Mais uma vez jogamos melhor, mas não sustentamos o resultado principalmente por duas deficiências crônicas da equipe: a total incapacidade do ataque converter as chances criadas e a falta de suplentes à altura.


Primeiro capítulo

Um capítulo de cada vez... Por um final feliz!

Começa neste post uma série que pode levar o Flu ao título brasileiro, meta considerada inatingível há alguns anos. Para tal, precisamos escrever de maneira criativa, determinada e raçuda, além de técnica e habilidosa, os seis capítulos que faltam de nossa saga. Estamos olhando de cima há muito tempo. E agora é hora de chegar ao topo. Estamos próximos, mas temos companhias. Cruzeiro, ao lado, Corinthians, pertinho, e Botafogo, um pouco mais longe, são os times que ameaçam nosso 'final feliz'.


Sem banco

Não há banco na Colina

Depois de mais uma atuação fraca e mais uma derrota para um adversário pouco qualificado, ficou claro: o Vasco não tem elenco para uma competição do nível e da duração de um Campeonato Brasileiro. Bastaram duas partidas mais complicadas - o empate com o Grêmio e a vitória sobre os Gambás - para o time do Vasco ficar fisicamente em frangalhos. Até, tudo bem. O problema é que as peças de reposição numa situação como essa se mostram de uma ineficiência gritante.