Carlos Alberto


Desculpas não trazem pontos

Desculpas não trazem pontos

Mais um empate, dessa vez na Colina. O 1 a 1 com o Cruzeiro pode ser considerado normal para o PC, mas convencer a torcida disso é bem mais complicado.

Olhando bem os empates que tivemos, dá pra entender a visão do treinador. Nenhum deles foi inaceitável:


Corpo mole? Não!

Corpo mole? Não!
No dia que o Vasco pode dormir entre os classificados para a Libertadores, temos uma boa notícia para o clube: segundo matéria do jornal Lance, falta apenas a assinatura para que a rede de postos de combustíveis Ale seja nosso nova patrocinadora. Qualquer grana que pinte nos cofres da Colina chega em boa hora.

Um terror!

Filme de terror!
Empatar com o São Paulo no Morumbi, em condições normais, pode se considerar um bom resultado. Empatar com o tricolor paulista na sua maior crise em anos, com um Morumbi parcialmente vazio e sem ter dado sequer um chute a gol é outra história. Uma história de terror.

Quem vai armar?

Quem vai municiar o ataque?
Joel tem fama de retranqueiro. E, de fato, ele arma as equipes para contra-atacar. Monta uma defesa sólida e quer ver todo mundo marcando, se bobear até o roupeiro. Assim como o bisonho do Dunga e mais da metade dos treinadores em atividade. Eles apostam em vencer na pressão, na disposição, em detrimento da técnica. Se depender deles, não acontece um clássico como o Vasco e Fluminense de ontem. Um jogão daqueles requer gente habilidosa no meio de campo, pensando o jogo, e claro, também muita preocupação na marcação.

O pé quente do Alvim

Três pares de meia para esquentar o pé do Alvim
Não interessa a fase pela qual passa nossa freguesia do Laranjal: mesmo com toda a marra digna dos piores cavalos paraguaios, o Fluzim não consegue vencer o Gigante. E se não fosse a colaboração do Felipe brincando na área e do Zé Roberto ajeitando a bola para o Julio Cesar marcar, nem mesmo um pontinho eles teriam conseguido levar. Mas a culpa não foi do nosso camisa 6. Acho que foram os três pares de meia que o Alvim colocou para ir ao Maraca. Só uma leve esquentada no pé do colunista tricolete pra explicar esse empate. O rapaz segue com seu belo retrospecto de 482 idas ao estádio ver seu time colorido contra o Machão da Gama e apenas UMA vitoriazinha dos Flu sobre o time da Colina.

Defesa engrenada

Defesa engrenando!
Ainda falta o time fazer uma atuação de encher os olhos da torcida, mas de golzinho em golzinho o Gigante vai subindo a tabela. A vitória sobre o Vitória (sempre fica escroto falar isso) por 1 a 0 nos deixou na 11ª posição na tabela - empatado em pontos com o 10º - e a quatro pontos do G4. Imaginem quando o time engrenar de vez!

Desce agora e sobe depois

Daqui a pouco sobe....

A vitória que todos esperavam não veio e pra piorar ainda poderíamos ter perdido a partida, mas o empate entre o Gigante e a mulambada não foi de todo ruim. Pelo menos do que podemos esperar quando esse elenco se acertar. Tivemos mais posse de bola e fomos melhores durante boa parte do jogo e se não fosse a falta de ritmo e a perna presa dos reforços que estrearam ontem, teríamos tido melhor sorte.


Gatomestrices

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PC Gusmão ainda não definiu o time que enfrenta a mulambada nesse domingo – disse que só divulgara a escalação quando faltarem 15 minutos para o início da partida – mas o mistério é pró-forma: depois dos coletivos feitos, já dá pra imaginar o time que vai a campo:


Por enquanto é com a molecada

Até abrir a janela, os garotos têm que resolver
Ontem foi um dia pros vascaínos pessimistas ficarem um pouco felizes e os realistas reforçarem suas convicções. O empate sem gols com o Goiás foi melhor do que muitos esperavam, mas se mostrou que o time não é tão terrível como poderia ser também serviu para evidenciar que as coisas não serão fáceis até a janela de transferências se abrir no mês que vem.

Indo e não vindo...

O Vasco passando por vários problemas e reforço que é bom, até agora, nada. Pra piorar, pipocou uma notícia dizendo que a diretoria não pretende procurar jogadores para um dos setores mais carentes – se não em quantidade, em qualidade – do time: as laterais.