Pô, não é mole não, rapaziada. Torcer está complicado. Para os cariocas então... elencos limitados, dirigentes fazendo merda e pseudo-árbitros estragando tudo.
O FOGÃO, quando joga sem Lúcio Flávio, vira um bando. Contra o Santo André, no Engenhão, que mais lembrava um hipódromo, o que se viu foi um time correndo de qualquer maneira, sem qualquer organização, deixando vários espaços, principalmente do lado esquerdo, entre Batista e Eduardo.