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Em casa fica mais fácil

O jogo foi em Brasília mas parecia ser na Barreira do Vasco. Se a Boca do Jacaré - e isso lá é nome pra estádio? - dependesse dos torcedores do Brasiliense para para ficar completa de dentes, a biboca que o Senador chama de estádio precisaria de uma dentadura. Mais de 80% do público era vascaíno e o Distrito Federal mostrou a força do Gigange na capital do País. O Jogo? Foi fraco. O Vasco só precisou de aplicação tática e vontade para encurralar o Jacaré em seu campo e dominar a partida por todo o primeiro tempo. No segundo o time não segurou o pique e acabou afrouxando um pouco a marcação, mas tirando um lance de perigo dos visitan...digo, anfitriões, numa cabeçada que obrigou o Fernando Prass a fazer um milagre, o Brasiliense não conseguiu fazer muita coisa. Ramon fez o gol da vitória por sorte, mas também desperdiçamos uns três ou quatro contra-ataques que poderiam dar números mais elásticos à partida. Alguns lances perdidos até se desculpam, pelas péssimas condições do gramado e pela ridícula arbitragem do Sr. Heber "Cabeça de Bola de Bilhar" Roberto Lopes. Enquanto o campo não deixava a pelota correr macia nem por meio metro, o juiz deixou a pancadaria correr solta sem fazer nada para impedir a carnificina. Mas o mais importante é que o time superou o gramado, o juiz e o Brasiliense - nessa ordem - e conseguiu os três pontos. A liderança está cada vez mais consolidada e agora é pensar no Ceará, na próxima sexta, no Maraca. *** E o Aloísio? Estreou como titular para ficar fora do time por uma semana, por conta da cabeçada que o fez engolir um chiclete e desmaiar. Em um estádio bizarro como o "Serejão", nem é estranho um acidente grotesco como esse acontecer. *** Sexta feira é dia de lotar o Maior do Mundo. Todo mundo comprando seus ingressos...

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