Copa do Brasil


O Brasil na Sul-Americana

Continental

Para passar das 8as de final da Copa Sul-Americana, o Vasco sapecou oito gols no paupérrimo Aurora, que como time de futebol é uma ótima marchinha de carnaval. Não precisava tanto. Depois do presidente boliviano ter colocado todo peso do orgulho nacional nos ombros dos jogadores "aurorianos", foi até maldade do Gigante ter realizado tal massacre. Por muito menos que isso já vi acontecerem incidentes diplomáticos sérios acontecerem.


Quebrando tabus

O quebra-tabus

O último técnico Vascaíno a levar o time até uma final de campeonato era, até algum tempo, atrás o sr. Renight Gaúcho, em 2006.

O último técnico Vascaíno a conquistar um título pelo clube era, até algum tempo atrás, o sr. Antônio "delegado" Lopes, em 2003.

O último técnico Vascaíno a conquistar um título em âmbito nacional pelo clube era, até algum tempo atrás, o sr. Joel Natalino Santana, em 2000.

O último técnico Vascaíno a vencer o São Paulo em uma partida válida pelo campeonato brasileiro era, até algum tempo atrás o sr. Nelsinho Rosa, em 1989.

Todas essas marcas levam o "até algum tempo atrás" por um único motivo: foram todas superadas por um único técnico.


Problemas antigos

No post do Blog da Fuzarca sobre o empate em 1 a 1 com o Grêmio , falei que o Gigante precisa recuperar a pegada que teve nos jogos decisivos da Copa do Brasil se quiser fazer algo além de um papel figurante no Brasileirão. Mas definitivamente a falta de vontade não é a única coisa que falta ao time da Colina para engrenar de vez na competição. E a partida de ontem no Olímpico serviu para que a torcida se lembrasse de outros problemas, esses já bem antigos no time.

Água no chope

Elton se lamenta

Um monte de gente reclama da opção do Ricardo Gomes de não escalar alguns titulares como se essa fosse a única razão para o empate do Gigante contra o Figueirense. O que ninguém se liga é que pior que poupar os mais baleados pela final da Copa do Brasil (e pelas comemorações, claro) é escalar o Vasco com três volantes jogando em São Januário.


Volta por cima

Volta por cima

Não consegui escrever a coluna para Os 4 Grandes após a final por total falta de tempo, mas e daí? Aposto que ninguém vai ligar de ler mais algumas considerações sobre a conquista da Copa do Brasil, não é mesmo?


Teoria da Conspiração

Conspiração

A torcida já sacou tudo. O achocolatado sofrido pelos reservas do Vasco ontem foi uma estranha estratégia motivacional de duas vias bolada pelo Ricardo Gomes. A ideia é simples: ao levar um sapeca de 5 a 1 do mesmo clube que vamos enfrentar daqui a três dias numa final, por um lado faremos com que eles pensem que a partida decisiva será moleza e por outro deixaremos nosso time mordido para dar o troco em quem nos goleou.


Nem o Barça escapa...

Nem Messi e cia. escapam...

A se julgar pelas críticas da torcida diante da vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba, a impressão que temos é de que enfrentamos um clube da quarta divisão croata, não um finalista da Copa do Brasil. O time que bateu o recorde de vitórias consecutivas e que já marcou 83 gols na temporada, subitamente se tornou uma equipe que, para não ser goleada, precisa ter um adversário muito incompetente.


Cabeça no Coxa!

Foco total no Coritiba!

Indo direto ao ponto: depois do nosso time de suplentes ter conseguido a vitória sobre o América-MG e alcançado a liderança do Brasileirão, não precisamos mais nos concentrar em qualquer outra coisa além do Coritiba. Isso porque o Coxa é não apenas nosso adversário na final da Copa do Brasil na próxima quarta, como também será nosso anfitrião na terceira rodada do Cameponato Brasileiro.

Agora é a contagem regressiva para a final!


Alguns recados

Recado

Depois de garantirmos a vaga na final da Copa do Brasil ao bater o Avaí por 2 a 0 na Ressacada, é a hora de deixar alguns recados. Eles vão para quem merece recebê-los. Vista a carapuça quem achar conveniente...


Sabedoria

Gomes precisa de sabedoria

O time que Ricardo Gomes parecia ter escolhido para jogar contra o Ceará não foi o time que venceu o Vozão por 3 a 1. Irrazabal e Caíque não jogaram e Elton acabou sendo o único atacante, com Bernardo tendo liberdade para chegar mais perto do ataque. A escolha acabou dando certo, e tirando os primeiros 20 minutos da etapa final, o Vasco não teve muitos problemas para dominar a partida.