Cruzeiro


A estreia do Oliveira

MO

Não conseguimos devolver ao Cruzeiro a derrota em São Januário e ficamos no empate em Varginha. Como falei no Blog da Fuzarca, o empate não foi um bom resultado nem pelo que jogamos, nem pela classificação no campeonato. De qualquer forma, a estreia do novo treinador merece alguns comentários:


A mentalidade do Cristóvão

Mentalidade

O que mais surpreende no empate entre Vasco e Náutico é o seguinte: como um time que entrou com quatro volantes em campo pode ter uma marcação tão vergonhosamente frouxa? O Timbu conseguia chegar ao ataque com a maior facilidade do mundo e nossa zaga – que vale lembrar, jogou sem Dedé – se viu em apuros uma penca de vezes.


Fogo no rabo da Raposa

Seedorf

Seedorf fez a diferença e demos uma bela chicotada no rabo da raposa felpuda. É impressionante como o Fogão manda bem fora de casa. Jogando no Independência, contra o retranqueiro Celso Roth e ainda bem desfalcado, o Glorioso atuou com inteligência. Regido pelo maestro Seedorf, o time começou duelando pelo meio campo com os mineiros e aos poucos se soltou, impôs sua superioridade técnica. E também se aproveitou da toupeirice do Celso Roth, que preferiu preservar o craque Montillo – que poderia ter jogado - e apostou em Leandro carona Guerreiro. Não temos nada com isso.


Série B é a solução!

Série B

Foi displicência minha. No treinamento bato de outra forma, mudei e acabei errando. Pedi desculpas para os meus companheiros e vou continuar tentando. São coisas que acontecem - afirmou Elkeson em entrevista após o jogo.

Acontecem com cabeças de jerimum.

O cara treina a semana toda e na hora de cobrar ele bate de outro jeito. Treinou pra quê, então? Nosso atacante é retardado mental.


Previsível

Previsível

O bom momento da nossa defesa, invicta há quase 10 horas, não esconde o apagão ofensivo que tivemos nas duas últimas rodadas, pior ainda no empate com os Gambás que na semana passada, quando poderíamos ter vencido o Inter se Carlos Alberto não tivesse perdido um gol feito.


Cristóvão contra os Grandes

Cristóvão Marra

Com a vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-GO, o Vasco terminou de disputar o que seria a sua - em teoria - parte fácil da tabela. Olhando apenas os números, não fomos mal, já que os 20 pontos conquistados nessas primeiras 9 rodadas nos deixou na segunda colocação da tabela e a dois pontos da liderança.


Vamos por partes...

Pedaços

A única jogada que o Felipe acertou em todos os 90 minutos foi no primeiro tempo, quando foi à linha de fundo e cruzou para Alecsandro QUASE marcar. E ele estava jogando na lateral nesse momento.

O time poderia ter começado a partida com Feltri na lateral e Felipe no meiuca. Mas o fato é que o Vasco fez um primeiro tempo melhor que o segundo, com Bastos no meio.


Dia de video tape

VT

Curiosidade: o Cruzeiro foi o último clube a nos vencer em São Januário em uma partida do Campeonato Brasileiro. Foi no dia 29 de junho do ano passado, ou seja, faz quase um ano.

Mas essa não é a única coincidência. O Cruzeiro tinha à época Joel Santana como treinador. Ou seja, também era comandado por um técnico adepto das retrancas, assim como é seu atual treinador, Celso Roth.


Tem coisas que só...

Tem coisas...

A derrota para o Cruzeiro nos remete àquela frase clássica “há coisas que só acontecem ao Botafogo”. O time domina até os 30 do segundo tempo e sofre mais um vergonhoso apagão jogando em casa. É uma derrota em que se perde bem mais que os três pontos, vai embora também a moral ganha nas duas últimas grandes exibições.


Batendo na mesma tecla

Mesma tecla

Reclamaram dos três volantes que estariam em campo, reclamaram da presença do Nilton, chamaram o Cristóvão Borges de retranqueiro, anteviram a derrota caso o interino mantivesse o meio campo anunciado (teve gente falando nos comentários do Blog da Fuzarca que o Vasco perderia por 4 a 0).