Diego Rosa


Melhor fácil que difícil...

fácil

O Vasco passou até agora com tranqüilidade pelos adversários considerados mais complicados na sua tabela. Para a campanha do Gigante, pouco importa que São Paulo e Santos não foram adversários que dessem muito trabalho. Não temos nada a ver com os problemas dos nossos adversários e o que vale são os três pontos que conquistamos a cada vitória.


Do contra

Do Contra

Eu sinceramente pensei que depois da vitória incontestável do Vasco sobre o São Paulo na quarta-feira, as críticas ao grupo (como um todo) iriam dar um tempo. E elas até diminuiram, mas ainda apareceram em bom número no Blog da Fuzarca.

Para os críticos, o Vasco não fez mais que a obrigação, já que encaramos um adversário desfalcado, em renovação e desorganizado pela recente troca de treinador. E ainda assim, correu riscos por conta da pressão final dos donos da casa, por conta da burrice do Cristóvão de colocar um volante pra segurar o resultado aos 37 minutos do segundo tempo.


Cristóvão contra os Grandes

Cristóvão Marra

Com a vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-GO, o Vasco terminou de disputar o que seria a sua - em teoria - parte fácil da tabela. Olhando apenas os números, não fomos mal, já que os 20 pontos conquistados nessas primeiras 9 rodadas nos deixou na segunda colocação da tabela e a dois pontos da liderança.


Atitude tardia

Briga

Que o jogo contra a framengada não valia quase nada na prática, poucos hão de discordar. Mas aquela história de “perdemos quando podíamos perder” não cola em clássicos, muito menos num clássico contra a mulambada. Todo mundo queria uma vitória, fosse com o time titular ou o time reserva. Ninguém vai relativizar esse 2 a 1 por conta de desfalques ou dos já habituais pênaltis a nosso favor que são ignorados.


Qual é o time ideal?

Time ideal?

Por mais que a vitória contra o Madureira não tenha convencido ninguém e que o jogo tivesse sido de dar calo no olho de tão ruim por boa parte dos seus 90 minutos, a torcida do Gigante não pode reclamar nem por um minuto. O adversário podia ser bem fraquinho, mas jogamos sem ataque e com apenas um jogador fazendo algo que preste no meio de campo. E isso porque o Vasco só jogou, na real acepção da palavra, apenas o segundo tempo. Vencer por 3 a 0 e manter a liderança do grupo nessas condições já pode ser considerado um feito.


Hora da prata da casa

Prata

Passadas duas rodadas da Taça Rio e as coisas começam a funcionar com mais lógica. Depois de uma estreia onde apenas o canil venceu, Vasco, Fluzim e mulambada venceram seus jogos e se já não estão na liderança dos seus grupos (caso do Gigante), estão próximos da zona de classificação para as semifinais, de onde não devem sair depois que os quatro grandes do Rio atingirem as primeiras colocações de cada grupo.


Falta de opções?

Falta de opções?

Pra mim, o empate por 1 a 1 com o Universidad (CHI) não é motivo para desespero. Se o time jogar da mesma forma que atuou no primeiro tempo do jogo, podemos muito bem marcar gol ou gols para garantir uma vaga na final.


Atropelamento em série

Atropelamento

Como falei no post de hoje no Blog da Fuzarca, a única coisa que o empate com os suínos mudou na briga pelo título foi a aproximação do Fluzim. A folguinha de pontos que tínhamos foi pro espaço e agora o pessoal florido do laranjal depende apenas de suas próprias forças para nos ultrapassar na tabela. Não que isso seja gravíssimo: basta vencermos os tricoletes para que esse problema se resolva.


O Gigante da Colina

gigante

Depois décadas entoando o famoso apelido, finalmente descobrimos quem é o “Gigante da Colina”. Ele se chama de Dedé.

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Mais competência e menos sorte

Competência

Digam o que disserem sobre a derrota para o Santos, se analisarmos friamente os fatos, podemos dizer que demos sorte nessa rodada. Senão vejamos: