Dodô


No piloto automático

Basta apertar um botão que as críticas aparecem!

Tá certo que o Vasco mais uma vez venceu sem convencer e que jogou mal durante boa parte da partida. Mas tem uma galerinha que parece não ver as partidas e critica do mesmo jeito. Antes que os apressadinhos de plantão pensem que estou mais uma vez detonando a torcida, não se trata disso. Sou um dos que acha que o Vasco que não tem jogado nada e que merece ouvir a maioria dos protestos que a galera vem fazendo.

A grama do vizinho

No vizinho é sempre mais bonita

Em mais um jogo mais ou menos o Vasco venceu a primeira partida da Taça Rio, 2 a 1 sobre o Voltaço. Tita, treinador do Volta Redonda, armou o time numa retranca à la Joel e se recusou a jogar no primeiro tempo. No segundo, perdendo por 1 a 0, colocou o time pra frente e quase complicou a vida do Gigante.

Bom até pro paladar

Sou mais o Big Bob

A primeira dica foi o logo da vendinha de esfihas estar coberto na camisa do Vasco no jogo contra o Sousa, na última quinta. Agora veio a confirmação: o marvilhoso contrato com a rede de fast food Habibs - que rendia ao clube a estratosférica quantia de R$ 25 mil por mês - será rescindido.

Esquizofrenia coletiva

Comportamento esquizofrênico...

Pior do que perder para um time que se especializou na retranca e em dar chutões assim que a bola passa do meio de campo é ver a torcida do Vasco agindo esquizofrenicamente. No post de hoje do Blog da Fuzarca, um monte de gente que na véspera do jogo dava a vitória contra o Foguinho como favas contadas passou a detestar todo o time. A derrota, vinda em uma falha individual, foi como uma epifania para os vascaínos: de uma hora pra outra, nenhum jogador presta, o time foi uma vergonha, o esquema é retranqueiro, até o Fernando Prass virou um engolidor de frangos.

Os reis do Rio!

O Rei da Cidade é ele!

O futebol é uma metáfora interessante da vida. Reflete várias situações do cotidiano. Soberba, desonestidade, loucura, violência, tragédias e sucessos... A trajetória do Alvinegro na Taça Guanabara refletiu uma dessas características muito comuns no futebol: a superação. Depois de sofrer humilhante derrota pros bolinhos de bacalhau, o Glorioso ficou com a auto-estima abalada. Chegou ao fundo do poço e a torcida caiu de pau cobrando uma postura compatível com a tradição do clube.

Atualizando a contagem...

Anote mais um resultado negativo, Alvim...

A demora em fazer essa coluna tem a ver com a certa ressaca pela qual passa esse que vos escreve. Mas a cervejada posterior à vitória na disputa de pênaltis sobre o Fluminense - seguida de um "atraso" de 6 horas para chegar em casa e de um pequeno problema com a patroa - deve-se única e exclusivamente ao carnaval. Bater no Fluzim é rotina, ainda não ganhamos nada e portanto não há motivos para comemorações efusivas diante do triunfo de ontem.

Quem manda é a TV

A dona do campeonato

Deu a lógica e o Gigante terminou a fase de pontos da Taça Guanabara com a melhor campanha do campeonato. Apesar disso, o empate com o Madureira foi mais que decepcionante, foi preocupante. Mesmo sabendo que enfrentaremos um dos nossos melhores fregueses, não podemos vacilar com os tricoletas como vacilamos com o tricolor suburbano.

Antes tarde do que nunca!

Demorou, mas chegou!!!

Não sei se terá a mesma graça com um dia de atraso, mas como eu havia prometido, vou dar meus pitacos sobre as atuações do time no jogo de quinta-feira, contra o Resende. Em dia de muitos gols perdidos e alguns jogadores fazendo menos do que estamos acostumados a ver, o magro 1 a 0 era o esperado.

Mas vamos à atuações....

O Fluzim pode esperar...

...a hora tricolete vai chegar.

Em mais um jogo onde o Gigante não mostrou tudo o que podia, o Vasco venceu o Friburguense por 3 a 0 e segue com o melhor ataque, o maior saldo de gols e agora também tem a melhor defesa e o artilheiro do campeonato. Como falei no Blog da Fuzarca, sentimos a falta de alguns titulares, mas isso não é razão para o time se acomodar nas partidas que faltam até a semifinal da Guanabara.

Vamos às atuações...

Com o pé nas costas

Mole, mole...

O Vasco não precisou de Carlos Alberto, Dodô ou Fagner para vencer o Macaé com facilidade por 4 a 0. Alternando momentos de domínio total com poucos momentos de desatenção, o Gigante poderia ter feito mais uns 3 ou 4 gols que não seria surpresa pra ninguém. Se o time estivesse completo em campo, poderíamos ter feito um placar histórico no Estadual.