Douglas


A volta dos que não foram

Não foram

O Nova Iguaçu, independente do respeito que mereça qualquer adversário que tenhamos, não chega a ser um teste dos mais complicados (ainda que tenhamos passado alguns riscos na vitória de domingo por 3 a 1). De qualquer forma, pudemos ver uma verdadeira "volta dos que não foram" na partida.


Mais uma teoria da conspiração

Conspiração

O time sensação da Taça Rio não foi páreo para os reservas do Vasco, que aplicaram um sonoro e definitivo 4 a 1 sobre o Macaé. Com o resultado - e como falei no Blog da Fuzarca, com a postura tomada pelo time - ficamos mais próximos da classificação e podemos ir mas tranquilos para Lima encarar o Alianza pela Libertadores.


Titulares ou reservas?

titulares

"Vamos esquecer o estadual!" é o grito de boa parte dos vascaínos, que naturalmente acha o campeonato desinteressante e/ou cheio de cartas marcadas. Em um ano no qual estamos disputando uma Libertadores ao mesmo tempo então é que o Carioca interessa ainda menos os torcedores. Mas mesmo que ninguém desse a menor pelota para a disputa caseira e não se irritasse muito com a derrota para o Canil pelo estadual, o resultado nos traria motivos para nos preocuparmos.


Qual é o time ideal?

Time ideal?

Por mais que a vitória contra o Madureira não tenha convencido ninguém e que o jogo tivesse sido de dar calo no olho de tão ruim por boa parte dos seus 90 minutos, a torcida do Gigante não pode reclamar nem por um minuto. O adversário podia ser bem fraquinho, mas jogamos sem ataque e com apenas um jogador fazendo algo que preste no meio de campo. E isso porque o Vasco só jogou, na real acepção da palavra, apenas o segundo tempo. Vencer por 3 a 0 e manter a liderança do grupo nessas condições já pode ser considerado um feito.


Erram os dois

Erram os dois

Quando todo mundo espera uma goleada e o time vence por apenas um gol de diferença, a torcida não acha bom. Quando leva dois gols de um time fraco como o Alianza e ainda perde trocentas chances claras de balançar as redes, a coisa fica ainda pior. Por isso o 3 a 2 de ontem pela segunda rodada da Libertadores abriu mais uma temporada de pesadas críticas ao Cristóvão Borges. Como ontem não se pode falar que o time jogou na retranca, a principal bronca da torcida foi por não ter começado o jogo com Felipe. Os comentários feitos pelo Maestro após o fim do jogo só serviram para colocar mais lenha na fogueira.

Na minha opinião, nessa questão os dois estão errados.


Hora da prata da casa

Prata

Passadas duas rodadas da Taça Rio e as coisas começam a funcionar com mais lógica. Depois de uma estreia onde apenas o canil venceu, Vasco, Fluzim e mulambada venceram seus jogos e se já não estão na liderança dos seus grupos (caso do Gigante), estão próximos da zona de classificação para as semifinais, de onde não devem sair depois que os quatro grandes do Rio atingirem as primeiras colocações de cada grupo.


Frustração

Frustração

Desde o primeiro turno do Estadual desse ano que o Vasco não tem uma semana com resultados tão ruins. Não pelos placares em si, mas o empate com a bambilândia - que nos tirou a liderança do Brasileiro - e a derrota de ontem para o Universitario do Peru por 2 a 0 - que sem marcar gols complica nossa classificação - servem para desanimar a torcida justo quando o time entra na reta final das duas competições.


Não enxergando o óbvio

Óbvio

A revolta muitas vezes nos cega para o óbvio. Pela reação da torcida com o empate diante do São Paulo, parece que foi exatamente isso que aconteceu.

Como o resultado que esperávamos não aconteceu, o time não acertou nada, Cristóvão só fez besteiras, não terem marcado dois pênaltis a nosso favor não faz diferença e o título já era. Essa é a voz da revolta, mas não necessariamente é a voz da verdade.


O Brasil na Sul-Americana

Continental

Para passar das 8as de final da Copa Sul-Americana, o Vasco sapecou oito gols no paupérrimo Aurora, que como time de futebol é uma ótima marchinha de carnaval. Não precisava tanto. Depois do presidente boliviano ter colocado todo peso do orgulho nacional nos ombros dos jogadores "aurorianos", foi até maldade do Gigante ter realizado tal massacre. Por muito menos que isso já vi acontecerem incidentes diplomáticos sérios acontecerem.


Calando a boca (de alguns)...

Shut the f*** up!

Cristóvão Borges calou a boca de muita gente com a vitória do Vasco por 2 a 0 sobre o Bahia.

Calou os empolgados torcedores baianos, que contavam com a escrita de não perder para times cariocas nesse brasileiro.

Calou os que consideram que é o número de volantes que faz um time ser ofensivo ou defensivo.

Calou os que o chamavam de burro, ao saber alterar o esquema do time no decorrer da partida.