Elder Granja


Menos boatos que de costume...

Poucos boatos caindo do céu...

As negociações do Vasco estão sendo noticiadas com tanta antecedência que a maioria delas não pode ser chamada de boato. Depois das chegadas do atacante Marcel e do zagueiro Anderson Martins - que até agora não se sabe se vem mesmo ou não, pelo menos pela declaração do presidente do Vitória - os nomes que vem sendo ventilados estão assumidamente conversando com a diretoria vascaína.


Relatório Cartola FC - 21ª Rodada

A liga d´Os 4 Grandes

Não adiantou o Gigante da Malta FC fazer uma pontuação um pouco maior nessa rodada da liga Os 20 Grandes. No fim das contas, empacar nos 90 pontos agora é pedir para ter uma classificação beeeeem modesta, como o 147º lugar conseguido com meus parcos 92.82 pontos.


Por enquanto é com a molecada

Até abrir a janela, os garotos têm que resolver
Ontem foi um dia pros vascaínos pessimistas ficarem um pouco felizes e os realistas reforçarem suas convicções. O empate sem gols com o Goiás foi melhor do que muitos esperavam, mas se mostrou que o time não é tão terrível como poderia ser também serviu para evidenciar que as coisas não serão fáceis até a janela de transferências se abrir no mês que vem.

Balanço da Copa

A maior vai pra Colina

Desde que foi anunciada a participação do Gigante na Copa da Hora, a torcida sabia que as principais razões da ida do time à Floripa eram manter o time em atividade durante o longo período da Copa e tentar acertar o elenco para a volta do Brasileirão. Se o título viesse, seria lucro, não era algo que os vascaínos deveriam levar como prioridade. Aí o time acaba sendo campeão do quadrangular e o que acontece?


Bisonhices e derrotas

Pateta FC
Mais uma vez perdemos uma partida por conta de falhas individuais bisonhas. Que o time titular do Grêmio tem muito mais qualidade que o nosso elenco sem os reforços que ainda vão estrear é fato notório. Mas nessa segunda partida da Copa da Hora o Vasco fez frente ao tricolor gaúcho e a derrota por 3 a 0 não teria acontecido se não fossem pelas pixotadas de uns e outros com a armadura cruzmaltina.

Barca JÁ!

E que saia com todos que devem sair!
O Vasco iniciou a tal Copa da Hora com vitória (3 a 1 sobre o Avaí) e mostrando um esboço aplicação tática. Mas se essa partida era a chance para os renegados do time mostrarem serviço, a maioria deles fracassou. Erros de posicionamento e de passe, falta de ritmo ou a simples incapacidade técnica foi o mais visto. A equipe, no sentido coletivo da expressão, pode até ter tido uma discreta melhorada; individualmente, poucos se salvaram.

Time de reservas

O lugar ideal para a maioria dos jogadores do Vasco

Eu entendo a posição do Rodrigo Caetano quando ele dá moral ao elenco e diz que o grupo do Vasco é forte. Isso é discutível e apresentações vergonhosas como a que o Vasco teve ontem diante do Guarani só reforçam a tese, da maioria da torcida, de que o time é fraco.


E o Vento Levou (dois pontos)....

Sopro do Simon impediu nossa vitória

Na quarta passada ganhamos do Inter com um pênalti inventado pelo juiz. Ontem, no melhor estilo “vento que venta lá, venta cá”, vimos os dois pontos da vitória que teríamos conseguido sobre o Canil voarem com o vento vindo do apito do Sr. Carlos Eugênio Simon. Não que ele estivesse querendo nos prejudicar, ele é apenas um árbitro ruim (e olha que vai pra copa!).


Um mínimo de inspiração

É preciso encontrar a inspiração para vencer
Diante do Avaí, apenas a vontade não adiantou para conseguirmos um bom resultado. A partida contra o Inter seguia pelo mesmo caminho, uma nova derrota estava anunciada quando, ao final do primeiro tempo e com um meio de campo apenas com marcadores, o Vasco perdia por 2 a 0. Mas quando o Roth viu que a diferença no placar nunca seria revertida com quatro volantes em campo e resolveu colocou um armador pra jogar, tudo mudou de figura.

Indo e não vindo...

O Vasco passando por vários problemas e reforço que é bom, até agora, nada. Pra piorar, pipocou uma notícia dizendo que a diretoria não pretende procurar jogadores para um dos setores mais carentes – se não em quantidade, em qualidade – do time: as laterais.