Fabrício


Caio, vê se não inventa!

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Caio jr esgotou seu direito de errar. Contra o Paraná, precisando recompor a cabeça de àrea após a expulsão do Somália, sacou o Márcio Azevedo, colocou um volante e puxou o Everton pra lateral. Tinha três atacantes em campo e preferiu continuar com eles e ninguém no apoio, matando a criação. O único jogador que faz - mais ou menos - essa função é o Everton, com ele e dois atacantes provavelmente eliminariamos o jogo de volta. O Botafogo atacava bem antes da mudança tática. Após a troca, o time caiu muito de produção e tivemos que nos contentar com a vitória diet de 2x1.


Harry Potter e sua varinha

Haja mágica!

O Harry Potter vai ter que usar muita mágica pra acertar o time do Botafogo com esse elenco desequilibrado. Mas ele chega disposto a colocar a rapaziada pra jogar ofensivamente. Afinal essa é uma caracteristica marcante seu trabalho.


Rachou!

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Joel deixa o Fogão aborrecido com a torcida e com alguns jogadores. Acho que a irritação da torcida faz todo sentido. O que não tira os méritos do técnico que assumiu o clube depois de uma derrota humilhante para o Vasco e o levou ao título do carioca. Logo após, no Brasileiro, fizemos uma excelente campanha até bem próximo da reta final, onde o elenco precário não suportou o exigente caléndário do campeonato após perdermos ,por contusão, jogadores importantes como Fábio Ferreira e Maicosuel.


E a criação?

Só Deus pra criar no Fogão

O Fogão faz sua estréia no Campeonato Carioca, quinta feira no Engenhão, completamente repaginado: conseguiu se livrar do Lúcio Flávio (que não conseguia mais jogar), do Jobson (que não queria jogar) e do Túlio Souza (que não sabe jogar). Sairam também Leandro Guerreiro, que fez muito pelo clube, mas em 2010 foi quem mais deu carona aos nossos adversários. Marcelo Cordeiro foi negociado e Edno foi devolvido ao Timão. Só esse último fará falta, não temos atacante com suas características.


Boatos sobre 2011

Boataria começa

Mesmo antes de acabar o campeonato brasileiro, a boataria sobre os reforços do Vasco para 2011 já começaram a pipocar aqui e ali. Não que isso seja de todo mal, já que os boatos estão bem mais interessantes que os interesses confirmados pela diretoria. Até agora, as únicas sondagens confirmadas pelo Rodrigo Caetano foram a respeito dos atacantes Marcel (Santos) e Jael (Bahia).


Saímos no lucro

Os chilenos riram por último... (A foto é de André Luiz Mello/Ag. O Dia)
É isto mesmo o que eu acho. Jogando no primeiro tempo (praticamente) sem ataque, com zero de criatividade no meio e com as falhas clamorosas de nossa defesa (?!?), o 2 a 2 acabou sendo um bom resultado. Ah, tivemos mais posse de bola. E daí? Sem saber o que fazer com ela, de nada adiantou. Agora é vencer os dois jogos que restam e esperar por um tropeço dos chilenos.

A terra tem que tremer

Não quero ser o chato de plantão, mas creio que a derrota para o Universidad de Chile, quarta-feira, serve como alerta para o atual estado de coisas no Mais Querido. Não chegou a ser nenhum desastre, e poderia até ter nos rendido um pontinho se o Bruno não resolvesse jantar bem na hora em que havíamos arrancado o empate (sim, o bandeira não marcou impedimento do Love. Deve ser o que o arco-íris chama de 'el silbato compañero'). O problema nem está no (mau) resultado, e sim na forma como o time (não) jogou.

Do jeito certo

A caminhada apenas começou...
Um problemão particular impediu-me de comentar antes a auspiciosa estreia do Mais Querido na Libertadores. Antes tarde do que nunca? Então demorou. Nação, no futebol de hoje muito se fala no tal do foco, parece conversa de fotógrafo ou de oculista, mas paciência, é sinal dos tempos. Sem fugir ao chavão, posso afirmar que poucas vezes vi o time tão focado. E isso é bom demais, mesmo com Willians fazendo das suas.