Fágner


Voto de confiança

Voto de confiança

O Botafogo é um clube tradicionalmente ligado à superstição. Isso torna a vitória do Vasco por 2 a 0 ainda mais irônica: justo contra o rival que mais acredita nos "sobrenaturais de almeida", vencemos o clássico de maneira quase científica. Jogamos na casa deles, era dia 13, Loco Abreu veio correndo da seleção uruguaia, e nada disso impediu que levássemos os três.


O Gigante da Colina

gigante

Depois décadas entoando o famoso apelido, finalmente descobrimos quem é o “Gigante da Colina”. Ele se chama de Dedé.

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Mais competência e menos sorte

Competência

Digam o que disserem sobre a derrota para o Santos, se analisarmos friamente os fatos, podemos dizer que demos sorte nessa rodada. Senão vejamos:


Frustração

Frustração

Desde o primeiro turno do Estadual desse ano que o Vasco não tem uma semana com resultados tão ruins. Não pelos placares em si, mas o empate com a bambilândia - que nos tirou a liderança do Brasileiro - e a derrota de ontem para o Universitario do Peru por 2 a 0 - que sem marcar gols complica nossa classificação - servem para desanimar a torcida justo quando o time entra na reta final das duas competições.


Não enxergando o óbvio

Óbvio

A revolta muitas vezes nos cega para o óbvio. Pela reação da torcida com o empate diante do São Paulo, parece que foi exatamente isso que aconteceu.

Como o resultado que esperávamos não aconteceu, o time não acertou nada, Cristóvão só fez besteiras, não terem marcado dois pênaltis a nosso favor não faz diferença e o título já era. Essa é a voz da revolta, mas não necessariamente é a voz da verdade.


O Brasil na Sul-Americana

Continental

Para passar das 8as de final da Copa Sul-Americana, o Vasco sapecou oito gols no paupérrimo Aurora, que como time de futebol é uma ótima marchinha de carnaval. Não precisava tanto. Depois do presidente boliviano ter colocado todo peso do orgulho nacional nos ombros dos jogadores "aurorianos", foi até maldade do Gigante ter realizado tal massacre. Por muito menos que isso já vi acontecerem incidentes diplomáticos sérios acontecerem.


Calando a boca (de alguns)...

Shut the f*** up!

Cristóvão Borges calou a boca de muita gente com a vitória do Vasco por 2 a 0 sobre o Bahia.

Calou os empolgados torcedores baianos, que contavam com a escrita de não perder para times cariocas nesse brasileiro.

Calou os que consideram que é o número de volantes que faz um time ser ofensivo ou defensivo.

Calou os que o chamavam de burro, ao saber alterar o esquema do time no decorrer da partida.


Batendo na mesma tecla

Mesma tecla

Reclamaram dos três volantes que estariam em campo, reclamaram da presença do Nilton, chamaram o Cristóvão Borges de retranqueiro, anteviram a derrota caso o interino mantivesse o meio campo anunciado (teve gente falando nos comentários do Blog da Fuzarca que o Vasco perderia por 4 a 0).


Jogando a toalha

Jogando a toalha

Há mais de três meses o Vasco não perdia duas partidas seguidas. Curiosamente, assim como nas derrotas para o Aurora e para o Inter, as derrotas em sequência também foram em competições diferentes (uma na Copa do Brasil, outra no Brasileiro, ambas para o Coritiba). Aliás, não perdemos duas seguidas nesse campeonato, no qual só saímos derrotados, contando com ontem, apenas seis vezes.


Onde está o erro

CB

É claro que a culpa pela derrota para o Aurora por 3 a 1 vai cair nas costas do Cristóvão Borges. Ele é o técnico, ele quem decidiu levar 15 jogadores e foi ele quem escolheu os mesmos. Mas antes de simplesmente responsabilizar o interino, cabe procurarmos enteder as razões para ele ter tomado essa decisão.