Felipe Bastos


A mão do interino

interino e o maestro

Pelos comentários no Blog da Fuzarca depois de mais uma eliminação mulamba com assinatura vascaína, deu pra perceber que a galera considera que tudo o que houve de positivo veio por conta do talento dos jogadores e tudo de negativo veio exclusivamente por culpa do Cristóvão. Não concordo com isso. O interino deu suas vaciladas, mas muito da nossa vitória saiu da cabeça do treinador.


Atropelamento em série

Atropelamento

Como falei no post de hoje no Blog da Fuzarca, a única coisa que o empate com os suínos mudou na briga pelo título foi a aproximação do Fluzim. A folguinha de pontos que tínhamos foi pro espaço e agora o pessoal florido do laranjal depende apenas de suas próprias forças para nos ultrapassar na tabela. Não que isso seja gravíssimo: basta vencermos os tricoletes para que esse problema se resolva.


Não enxergando o óbvio

Óbvio

A revolta muitas vezes nos cega para o óbvio. Pela reação da torcida com o empate diante do São Paulo, parece que foi exatamente isso que aconteceu.

Como o resultado que esperávamos não aconteceu, o time não acertou nada, Cristóvão só fez besteiras, não terem marcado dois pênaltis a nosso favor não faz diferença e o título já era. Essa é a voz da revolta, mas não necessariamente é a voz da verdade.


Batendo na mesma tecla

Mesma tecla

Reclamaram dos três volantes que estariam em campo, reclamaram da presença do Nilton, chamaram o Cristóvão Borges de retranqueiro, anteviram a derrota caso o interino mantivesse o meio campo anunciado (teve gente falando nos comentários do Blog da Fuzarca que o Vasco perderia por 4 a 0).


Sabendo perder (no mal sentido)

Sabendo perder

Em pelo menos uma coisa a acachapante derrota pr 4 a 1 para o América-MG dá razão aos corneteiros, pessimistas e viúvas de plantão: nenhum time nesse campeonato sabe perder tão mal quanto o Vasco.


Merecemos?

Será que merecíamos a vitória?

Pelo que jogou, o Vasco merecia melhor sorte que a derrota por 1 a 0 para o Inter? Talvez. Digo talvez porque, apesar de termos sido melhores, futebol é feito de gols e não dá pra dizer que um time que finaliza tantas vezes e não consegue balançar as redes nenhuminha sequer mereceria vencer. Ou, olhando pelo outro lado, se uma equipe tem uma defesa que tem se saído tão bem - não levássemos o gol do Edu ontem e seríamos a melhor do campeonato - não pode deixar um jogador adversário entrar no meio de três defensores e ter liberdar para escorar uma bola na pequena área.


Aumentando a torcida

Mais times para o vascaíno torcer...

Com mais um empate (dessa vez contra o Palmeiras), parece que não tem mais jeito: para chegarmos à Libertadores, teremos que torcer não apenas pelo Gigante, mas também por Santos e Inter. Se o Vasco não se acertar de uma vez, apenas uma mudança de G4 para G6 fará com que o time consiga uma vaga.


A diretoria deu mole sim...

Deu mole!

Dois artigos da versão online do jornal Extra explicam o porque de Felipe, Zé Roberto, Éder Luis e Carlos Alberto não terem seus nomes divulgados no BID da CBF. Gilmar Ferreira, no blog "Futebol, coisa & tal", fala sobre o caso do Éder Luis:

"O executivo Rodrigo Caetano explicou que a maioria dos clubes com inscrições pendentes deu entrada na terça-feira, mesmo dia da abertura da janela de registros.