Fellipe Bastos


Intransigência

Intransigente

Um dos piores legados da gestão Dinamite foi ter ampliado, e muito, o número de torcedores vascaínos intransigentes. Por conta das milhares de promessas não cumpridas e pelas esperanças enterradas em decorrência das expectativas frustradas, o torcedor do Vasco se tornou, em geral, um sujeito ainda menos racional do que geralmente é o torcedor comum.


Gerente de crises

gerente de crises

Gaúcho deve ser uma pessoa muito querida dentro do clube. Só isso explica as atuações do time sob o seu comando. Não que a vitória sobre o Palmeiras ou o empate de domingo contra o Galo tenham sido exibições de gala (com o perdão pelo trocadilho). Mas se o atual treinador interino não é um milagreiro que concede o dom da bola para quem é perna-de-pau, pelo menos parece espantar a má vontade que acometia o elenco antes de aparecer para apagar incêndios no time.


Nas mãos deles

Nas mãos deles

O que há de complicado em falar dos jogos do Vasco por esses tempos é a dificuldade em não ser redundante. Por mais que Marcelo Oliveira tenha tentado de tudo, das alterações aos improvisos, passando pelas mudanças de esquema, nada deu certo e nem daria, já que o problema do time é o material humano.


Gato-Mestrices

Gato Mestre

No início de setembro, Luis Roberto, narrador e comentarista de esportes da Rede Globo, havia declarado que Vasco, São Paulo, Inter e Cruzeiro estavam na briga por uma vaga no G4, sendo que dos quatro, o que tinha as menores chances era o Gigante, que estava em "viés de queda". Quase dois meses depois, após várias rodadas em que todas as equipes oscilaram na competição, finalmente a Bambilândia e o Colorado nos ultrapassaram. O "viés de queda" se completou com o alvinegro também à nossa frente.


Tentativas. E erros.

Protesto

Marcelo Oliveira acumula uma sequência de quatro derrotas, mas não se pode falar que ele não fez de quase tudo para o time render mais. No pouco tempo em que ele está no comando do time, ele já mudou o esquema do time, improvisou jogadores, atendeu aos seus pedidos por posições dentro do time, barrou alguns titulares, colocou os garotos da base...O time mostrou alguma evolução em um ponto ou outro, mas segue perdendo.


Clássico estranho

Estranho o clássico entre Vasco e foguinho. Não dá pra classificar o jogo de outra forma.

Pra começo de conversa, o canil venceu, o que já é anormal. E nós, o time da virada, perdemos vendo o adversário reverter o placar.  Além disso, foi uma partida em que Carlos Alberto foi muito bem e Dedé foi muito mal, em quem deu passe pro gol foi Eder Luis e não o Juninho. Tem como chamar de outra coisa além de estranha essa partida?


Menos uma escrita!

Escrita

A tão falada "sequência no G4" foi para as cucuias, numa escrita encerrada pela derrota vascaína para o Santos e pela vitoria do São Paulo sobre o Figueira.

E se for apenas pela escrita, melhor assim. A história recente mostra que sempre nos damos mal toda vez que o Vasco tem, alem dos pontos a conquistar, marcas a defender. Foi assim com o "gol 1000" do Romário e com a série invicta do PC Gusmão no Brasileiro de 2010.


(Ainda) depende de nós...

JP Sentado

Quando eu dizia que o Vasco deveria tentar impedir a ida do Dedé para jogar - jogar?!?!? Ele vai é ficar no banco! - um amistoso contra o Iraque (?!?!?!) pela seleção, alguns comentaristas alegaram que os outros times também perderiam jogadores importantes. Contra-argumentei dizendo que o Vasco tem o Dedé e o Juninho e o São Paulo tem Lucas, mas também tem Luis Fabiano, Rogério Ceni, Jadson, Osvaldo...Ontem pudemos ver a falta que o Dedé fez ao time e como o elenco tricolor não depende apenas do Lucas.


Mostrando serviço

esquema

Há algo de errado em um time que passa a maior parte do tempo pressionando o adversário e tem seu goleiro como melhor jogador.  Foi exatamente isso o que aconteceu no primeiro tempo entre Vasco e Atlético-GO no Serra Dourada no sábado. E esse “algo de errado” é fácil de se entender e todo torcedor já sabe do que se trata. É uma soma de necessidade de vitória, adversário retrancado, laterais fracos no apoio e na defesa e ataque inexpressivo.


Ainda falta mostrar serviço

Oliveira

O Vasco que venceu o Figueira ontem,em São Januárioatuou num 4-3-1-2, com Nilton à frente da zaga, Juninho e Wendel em linha e Felipe no papel de número 1, jogando mais perto de Tenorio e Alecsandro, que formaram o ataque. Ou seja, jogamos da mesma forma que jogamos há séculos, como Cristóvão ou até mesmo o Gomes montava o time. Até nas substituições, com a entrada do Fellipe Bastos, Oliveira emulou o antigo técnico vascaíno.