Fernando Henrique


Rumo ao Tri!

Hora de finalizar o trabalho...

Tricolores, as pernas tremem, a voz falha, o coração dispara. Este título que podemos concretizar neste fim de semana (como está perto!!), se vier mesmo, começou a ser conquistado ano passado, quando um desenganado Fluminense promoveu a maior reação já vista na história do futebol brasileiro. Foi naquele momento que adquirimos a postura do "é nosso e ninguém tira". E assim que temos que jogar neste domingo.


A oscilação virou momento ruim

Não caímos de posição, mas sim de rendimento... Dá tempo de acordar!

Há exatas seis rodadas, eu escrevia aqui que tínhamos seis jogos "vencíveis" pela frente. Pois bem: vencemos apenas um. Empatamos dois. Perdemos três. Perdemos mais nessas seis rodadas que em todo campeonato. Vamos observar um pouco disso tudo agora.


Cuspindo marimbondos

Até quem ainda não entende fica irritado...

Galera, não é possível! Até quando o time vai ter que fazer três gols por jogo para vencer? O Atlético-GO chutou no gol no máximo 4 vezes. Uma, sem perigo algum, um peteleco, FH defendeu. Outra, um chute cruzado, o poste espalmou para frente. E os outros dois, gols. Gols ridículos. O primeiro um chutinho fraco, cruzado e a queda em parábola já conhecida. No segundo, um "vai não vai" bizarro do goleiro de totó. Resultado, perdemos pra um dos piores times do campeonato. Resultado que não condiz com a nossa trajetória até aqui.


ÔÔÔ!! O Muricy voltou!

Valeu, comandante!

Nosso técnico está de volta! Modéstia à parte, bradei aqui neste espaço que a lesão de Emerson seria a chance de colocar o time pra jogar ofensivamente e de forma equilibrada ao mesmo tempo. Não pelo Sheik, que joga muito mais que Washington. Mas por soltar os meias e segurar a defesa com três gigantes e dois volantes. Não sou adepto do defensivismo, longe disso. Eu, Muricy e muitos tricolores enxergamos a mesma coisa. E o nosso técnico finalmente voltou a brilhar e a justificar o salário que recebe.


Um grande time tem que começar por um grande goleiro

FHrangando...
Jogo no Maracanã, estádio cheio, na medida do possível, e a chance de manter a confortável distância para o Corinthians em 5 pontos. Pois bem, o primeiro tempo não foi tão bom para nós. O segundo, foi muito bom. Mas o problema já tinha acontecido na primeira etapa da partida: o fator Fernando Henrique. Consequentemente, a vitória escapou.

Aumentando a distância

Se você ainda não tem a sua, pode comprar... O cara joga muito!
Líder! Muito líder! Este é o nosso momento. Conseguimos, nesta rodada, abrir a maior diferença neste campeonato em relação ao segundo colocado. E os gambás são esperados no Maracanã no último jogo de uma sequência de seis partidas que julgo capitais para uma arrancada definitiva. Então, vamos falar disso e do jogo de ontem agora.

Para manter a ponta

Para continuar a escalada...
Chegamos ao início de uma sequência ingrata. Até 6/10 jogaremos 14 vezes! Nós e todos os times do campeonato, logicamente... É hora de mostrarmos a força do nosso elenco. É hora de mostrarmos o porque chegamos até esta rodada com a melhor campanha.

Mais líder do que nunca!

Que a imagem se repita até dezembro... O número 1!
O que faz de um time líder? Pontuação? Sim. Mas estamos além disso. O Flu é mais líder do que nunca por sua postura, sua maneira de jogar, sua adaptação ao jogo. Apesar de nem sempre termos a bola, estivemos no controle o tempo inteiro. Vencemos com autoridade em Porto Alegre e afundamos o Grêmio numa crise danada. Rival em potencial, quanto mais longe ficar, melhor... Menos um!

Liderança, Coração valente e semana de trabalho...

Seguindo...
Pela segunda vez neste campeonato, passaremos de uma rodada para a outra na ponta da tabela. Representa alguma coisa? Teoricamente não. Mas na prática, muita coisa. Os times já olham o Fluminense e pensam: "ataco ou não?" Quando percebem, já estão perdendo o jogo. O respeito a um elenco forte, somado a um comandante espetacular e à liderança, nos faz sair em vantagem sempre. Mesmo quando o jogo ainda está empatado. E agora com a volta de Washington, o momento mágico de Conca e a raça de Emerson, o time ganhou liga.

O jogo!

Tentativa de assassinato!
Fogão e Flu proporcionaram um grande espetáculo à torcida, domingo passado, no Engenhão. Houve de tudo: jogadores trocando insultos e tapas, bolas no travessão, falha do Jeferson batendo tiro de meta, juiz perdendo o controle da partida, goleiro do Flu pegando até pensamento alvinegro (o cara defendeu até um chute a queima roupa do seu pròprio zagueiro! Haja reflexo!). Foi a melhor partida do alvinegro esse ano, apesar da falta de criatividade e frieza pra definir as jogadas .