Figueirense


O olho da "dona" que emagrece o gado

Depois da partida contra o Galo, em que a diferença técnica dos elencos foi minimizada por um espírito de luta impressionante e em que garantimos um empate mesmo numa noite onde tudo conspirou contra, foi a vez de encarar o Figueira, no Engenhão.

Jogando em casa e contra o vice-lanterna, imaginei que, mesmo para um time com as limitações técnicas do Flamengo, não seria muito difícil sair com o resultado positivo e afastar-se de vez da zona da degola. Mais uma vez, as aparências enganaram e a peleja foi duríssima.


Menos uma escrita!

Escrita

A tão falada "sequência no G4" foi para as cucuias, numa escrita encerrada pela derrota vascaína para o Santos e pela vitoria do São Paulo sobre o Figueira.

E se for apenas pela escrita, melhor assim. A história recente mostra que sempre nos damos mal toda vez que o Vasco tem, alem dos pontos a conquistar, marcas a defender. Foi assim com o "gol 1000" do Romário e com a série invicta do PC Gusmão no Brasileiro de 2010.


Ainda falta mostrar serviço

Oliveira

O Vasco que venceu o Figueira ontem,em São Januárioatuou num 4-3-1-2, com Nilton à frente da zaga, Juninho e Wendel em linha e Felipe no papel de número 1, jogando mais perto de Tenorio e Alecsandro, que formaram o ataque. Ou seja, jogamos da mesma forma que jogamos há séculos, como Cristóvão ou até mesmo o Gomes montava o time. Até nas substituições, com a entrada do Fellipe Bastos, Oliveira emulou o antigo técnico vascaíno.


Cristóvão contra os Grandes

Cristóvão Marra

Com a vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-GO, o Vasco terminou de disputar o que seria a sua - em teoria - parte fácil da tabela. Olhando apenas os números, não fomos mal, já que os 20 pontos conquistados nessas primeiras 9 rodadas nos deixou na segunda colocação da tabela e a dois pontos da liderança.


Retranca?

Retranca

Vasco empatando com o Figueirense? É claro que dois tipos de crítica vão aparecer mais, mesmo que elas signifiquem a mesma coisa: "jogou como time pequeno" e "técnico retraqueiro". Não sei se foi bem isso que o jogo de ontem mostrou.


Onde está a mão do treinador?

A mão do técnico

A vitória sobre o Coritiba foi importante para devolver a confiança do time, mas tenho minhas dúvidas se servirá para convencer a torcida. Mesmo estando a dois pontos da liderança, muitos certamente ainda prefeririam ver Cristóvão Borges ser substituído por um técnico de mais experiência. Não que se possa discordar completamente desse ponto de vista: apesar de ter um retrospecto positivo até agora (o desempenho do Vasco sob o seu comando em três partidas é ligeiramente


Sabendo perder (no mal sentido)

Sabendo perder

Em pelo menos uma coisa a acachapante derrota pr 4 a 1 para o América-MG dá razão aos corneteiros, pessimistas e viúvas de plantão: nenhum time nesse campeonato sabe perder tão mal quanto o Vasco.


Loco voltou e a estrela subiu!

A volta do Loco

Loco Abreu voltou em grande estilo. Fez um belo gol arriscando do meio da rua um chute forte e certeiro, tiro que abateu a Raposa e trouxe de volta personalidade ao time alvinegro.


Um recado e uma promoção pra torcida

Promoção

A torcida esperava termimar a rodada na segunda colocação da tabela. Mas aí, os bambis sapecaram o Coxa e os mulambos bateram o Peixe, ambos jogando fora de casa. Pra piorar, até os suínos venceram, também jogando fora, e nos tomaram a vaga no G4. Vendo isso, qual será o raciocínio de boa parte da torcida?

"Ah! Todo mundo venceu fora de casa e contra adversários melhor colocados que o nosso! Então, jogando contra o Bahia todo desfalcado em São Janu, menos de 4 a 0 é vergonha!"


Lacuna

Maestro

Depois de uma derrota e dois empates no Brasileiro, o Vasco penou para voltar a vencer na competição. A suada vitória do Gigante sobre o Atlético-GO pelo placar mínimo foi mais uma partida em que nos complicamos sem necessidade, recuando demais na segunda etapa e deixando cada vez claro que precisamos de reforços.