Grêmio


Pra não depender da camisa...

Camisa azul

Como falei no Blog da Fuzarca, ganhar os três pontos sobre o Grêmio foi o mais importante. Mas isso não nos impede de ficar preocupados com o que foi o jogo. O fato de termos uma penca de reservas no time deve ser levado em consideração, mas não podemos esquecer que o Grêmio também estava com uma equipe mista. Ainda assim eles tiveram mais posse de bola e finalizações que o Vasco.


Defesa contra o ataque

Quando o time vence um jogo por 5 a 4 é porque se superou tecnicamente tanto pro bem quanto pro mal. O ataque está de parabéns, a defesa tentou estragar tudo e o meio... ficou no meio termo. O que valeu dessa rodada é que só temos que secar os gambás. O Flu se reaproximou do Vasco e ainda temos confronto direto com eles. É só continuar a espantar a zica dos bigodes e eles já estarão para trás antes da última rodada. Só a vitória vale pra nós até o final. Figueirense, Vasco e Botafogo. Ou 3 vitórias, ou "só" Libertadores em 2012.


Muitos volantes?

Volantes

Depois desse 4 a 0 acachapante sobre o Grêmio, o que será que vão falar os que defendem a tese de que é o número de volantes que faz um time estar ou não na retranca? Mesmo sem Juninho ou Felipe e tendo Fellipe Bastos como o jogador mais próximo de um armador em campo, o Vasco apresentou um futebol com consistência ofensiva sem deixar de ter uma marcação forte no meio de campo.


Problemas antigos

No post do Blog da Fuzarca sobre o empate em 1 a 1 com o Grêmio , falei que o Gigante precisa recuperar a pegada que teve nos jogos decisivos da Copa do Brasil se quiser fazer algo além de um papel figurante no Brasileirão. Mas definitivamente a falta de vontade não é a única coisa que falta ao time da Colina para engrenar de vez na competição. E a partida de ontem no Olímpico serviu para que a torcida se lembrasse de outros problemas, esses já bem antigos no time.

Sobre cotas

Cotas maiores: isso é o que importa

Muitos dos fatos que serão ditos aqui só serão confirmados em breve. Mas dificilmente eles não acontecerão. Outro fato inevitável acontecerá após a leitura dessa coluna: muitos não vão concordar com o que eu disser - e provavelmente me xingarão por isso - mesmo que o que eu fale seja apenas a triste realidade.


Fogo de palha

Palha é esse time!

Mais um ano despespediçado.

O time acaba de ser derrotado, em casa, pelos reservas do Inter. Eles até queriam entregar o jogo, mas o Fogo de palha educadamente devolveu o presente. Tem jogador dizendo que ainda acredita. Acredita em quê? Depois de dezesete empates e essa rídicula derrota para o banco Colorado querem que a torcida creia que vai ganhar do embalado Grêmio no Olímpico? Mesmo conseguindo esta quarta vaga (que ainda depende do resultado da Sulamericana) esta campanha foi um vexame!


Travou!

system_fail.jpg

A bela vitória que o alvinegro conquistou contra o Galo em Minas me parecia ter ditado o caminho das pedras. Faltava agilidade no meio de campo e a bola não chegava aos atacantes, Edno entrou e resolveu a situação, ora lançando, ora tabelando com o Loco Abreu. Achei que tinhamos chegado a melhor formação: Edno e Somália no apoio, Abreu e Jobson.


Sorria!

Craque de 2009. Craque de 2010. Craque de 2011, 12, 13...

Alô, tricolores! É tempo de sorrir, sorria! Que festa na noite desta quinta! Apesar do número baixo de torcedores no estádio, ficamos concentrados no Leste Superior o que garantiu ao Engenhão, pela primeira vez, cara de "casa do Flu". Pressionamos, jogamos juntos. Fiquei morto e estou totalmente rouco. Gritamos, cantamos, vaiamos o adversário. Fizemos o que o time de guerreiros merece. E aquela vontade de vencer voltou de vez. Voltou pra ficar. A arrancada já começou!


Para voltar a vencer no Rio

Por Alvim - 27/10/10, 21:02
, , , .
Vamos invadir o Engenhão!

Desde 29/9, quando vencemos o Avaí com um gol salvador de Conca nos minutos finais, em Volta Redonda, o Flu não conquista três pontos no Rio. Se o assunto for Engenhão, pode aumentar a conta: desde 23/9. É o efeito "jogar fora de casa o tempo todo". O maior público que colocamos no Engenhão, incluindo dois clássicos, foi contra o Corinthians: cerca de 23 mil presentes. Nesta quinta podemos quebrar a sequência ruim em casa e aumentar este número de presentes. É hora da torcida invadir o Engenhão. E é a hora do time jogar como se tivesse no Maracanã.


Sem banco

Não há banco na Colina

Depois de mais uma atuação fraca e mais uma derrota para um adversário pouco qualificado, ficou claro: o Vasco não tem elenco para uma competição do nível e da duração de um Campeonato Brasileiro. Bastaram duas partidas mais complicadas - o empate com o Grêmio e a vitória sobre os Gambás - para o time do Vasco ficar fisicamente em frangalhos. Até, tudo bem. O problema é que as peças de reposição numa situação como essa se mostram de uma ineficiência gritante.