Gum


Apagão

Por Alvim - 18/09/11, 18:20
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Após a volta do companheiro Leandro Euzébio, Gum não havia mais falhado. Mostrava-se seguro, constante. Na tarde deste domingo volto a ser o assustado Gum companheiro de Luiz Alberto e Márcio Rosário. Não cortou o rebote após defesa milagrosa de Cavalieri no primeiro gol. Fez gol contra no segundo. E cometeu um pênalti infantil que culminou com sua expulsão no segundo tempo. Resultado: o campeão que venceu Corinthians, São Paulo e Cruzeiro, levou de 3 do Bahia.


Efeito Leandro Euzébio

O título do post diz tudo. Leandro Euzébio é, de longe, o melhor zagueiro que temos. Até Gum voltou a jogar. Como disse Calazans em sua coluna de hoje, a defesa voltou a atuar como a defesa que o Fluminense merece. Depois de três ótimas vitórias seguidas na abertura do segundo turno, estamos de volta ao campeonato de 2011. Contra São Paulo e Cruzeiro, fora de casa, jogamos com autoridade e mandamos nos jogos. Contra o Atlético-GO, em casa, não jogamos bem, mas viramos na raça. E tem que ser assim. Quando não estivermos bem temos que vencer na raça, na luta, no coração.


Digno de pena

Beirou o ridículo. A estreia de Abel foi digna de pena. Não pelo comandante, que acabou de chegar e percebeu que vai ter muito trabalho. Pena de Ricardo Berna, que falhou duas vezes e entregou mais uma vez. Pena de Gum e Leandro Euzébio, que parecem estar presos na magia do ano de 2010. Pena de Mariano e Julio César, que nada fazem. Pena de Deco, que se machucou pela enésima vez. Pena de nós, que estamos em busca de uma sequência de vitórias que ainda não veio este ano.


Vitória, vitória, vitória!

Novo mascote... buscando a forma física ideal, como Deco

Um jogo sem técnica, sem tática, só no coração. É o resumo do que aconteceu neste épico ressurgimento do Flu na Libertadores. Que vitória!

A esperança equilibrista citada na postagem pré-jogo se fez presente. Fomos em número reduzido, pouco mais de 13 mil pessoas no Engenhão. Mas estes 13 mil pareciam formar uma corrente. Aquela corrente que víamos na Liberta de 2008, na fuga de 2009 e no Brasileiro de 2010.


Carta ao ano de 2011

Leia com atenção, 2011...

'Prezado 2011,

estou aqui para lhe escrever sobre um time chamado Fluminense Football Club. A sede desta agremiação é no Rio de Janeiro, abençoado pelo Cristo Redentor, iluminado pelo sol de 40º e banhado por águas refrescantes. Este clube é especial e diferente de todos os outros. Fidalguia, beleza, inteligência e educação são características peculiares de sua torcida.


Rumo ao Tri!

Hora de finalizar o trabalho...

Tricolores, as pernas tremem, a voz falha, o coração dispara. Este título que podemos concretizar neste fim de semana (como está perto!!), se vier mesmo, começou a ser conquistado ano passado, quando um desenganado Fluminense promoveu a maior reação já vista na história do futebol brasileiro. Foi naquele momento que adquirimos a postura do "é nosso e ninguém tira". E assim que temos que jogar neste domingo.


Quarto capítulo - Líder de novo!

Faltam dois...

Depois do capítulo em que nosso personagem preferido se ferra, o que acontece? Ele se recupera! E foi assim nessa nossa série. O quarto capítulo foi espetacular para o nosso Fluzão. Goleamos o desinteressado São Paulo em Barueri, com direito a 'torcida única' no estádio. Em Salvador, o resultado mais esperado e, como eu disse no post anterior, a última esperança do Flu: empate entre Vitória e os gambás. Com isso, assumimos a liderança novamente, faltando apenas dois jogos para o fim do campeonato. Repito: somos líderes faltando dois joguinhos apenas!


Vencer ou vencer

Só a vitória serve!

Depois de ficarmos 20 rodadas na ponta, vacilamos na última rodada e perdemos a dianteira. Agora, faltando três jogos para o fim do campeonato, apenas a vitória interessa. Virou 2009 de fato, só que pela taça. Ano passado não dependíamos só de nós, precisávamos secar os adversários. Esse ano, precisamos secar também. Nada é fácil para o Fluminense. Se fosse fácil, não seria nosso. É um olho no peixe, outro no gato. Adaptando: um olho no Flu, outro no gambá. E sem descuidar da raposa.


Adeus, Zica! - Segundo capítulo

Que sufoco... é como ficar o jogo todo assim!

Finalmente vencemos os Bigodes! Curiosamente, no jogo em que não jogamos bem. Jogamos na raça, no coração. Escuto sempre a velha máxima 'muricylista': 'Que o Flu não faça gol tão rápido, senão recua todo.' Nesta rodada não foi diferente. Com o gol aos 3 minutos, foram 87 jogando no contra-ataque. Deu certo. E precisa dar certo por mais quatro jogos. Claro que eu espero mais do time e vocês também. Mas o fato é que estamos vencendo, inclusive o Vasco, o time da zica. Neste segundo capítulo de nossa série, três pontos importantíssimos. Sem eles, a vaca poderia ter ido pro brejo.


Primeiro capítulo

Um capítulo de cada vez... Por um final feliz!

Começa neste post uma série que pode levar o Flu ao título brasileiro, meta considerada inatingível há alguns anos. Para tal, precisamos escrever de maneira criativa, determinada e raçuda, além de técnica e habilidosa, os seis capítulos que faltam de nossa saga. Estamos olhando de cima há muito tempo. E agora é hora de chegar ao topo. Estamos próximos, mas temos companhias. Cruzeiro, ao lado, Corinthians, pertinho, e Botafogo, um pouco mais longe, são os times que ameaçam nosso 'final feliz'.