Internacional


A grande vitória

Eu chamei a partida de "o grande jogo", na postagem anterior. Nada mais natural que eu trate a partida como "a grande vitória". Uma verdadeira guerra. Aquele jogo que você fica chutando os móveis em casa, gritando sozinho, xingando todo mundo até quando é pra demonstrar felicidade. Uma vitória de campeão. Uma vitótia do tricampeão brasileiro.


O grande jogo

Não estou menosprezando os próximos adversários, nem fazendo pouco de Vasco e Botafogo, clássicos nas rodadas finais. O que ocorre é: se vencermos o Inter no Sul, time e torcida ganharão uma confiança que vai refletir a arrancada de 2009 e o título de 2010. E este clube, o Fluminense, com a confiança em alta, é ruim de segurar.


Jogando a toalha

Jogando a toalha

Há mais de três meses o Vasco não perdia duas partidas seguidas. Curiosamente, assim como nas derrotas para o Aurora e para o Inter, as derrotas em sequência também foram em competições diferentes (uma na Copa do Brasil, outra no Brasileiro, ambas para o Coritiba). Aliás, não perdemos duas seguidas nesse campeonato, no qual só saímos derrotados, contando com ontem, apenas seis vezes.


E agora, Caetano?

E agora?

A vitória sobre o Inter foi providencial. Nos manteve nas proximidades do G4, aumenta a moral do time, acabou com a fase ruim em São Januário e a sequência sem batermos os maiores clubes.


Volta por cima

Volta por cima

Não consegui escrever a coluna para Os 4 Grandes após a final por total falta de tempo, mas e daí? Aposto que ninguém vai ligar de ler mais algumas considerações sobre a conquista da Copa do Brasil, não é mesmo?


Sobre cotas

Cotas maiores: isso é o que importa

Muitos dos fatos que serão ditos aqui só serão confirmados em breve. Mas dificilmente eles não acontecerão. Outro fato inevitável acontecerá após a leitura dessa coluna: muitos não vão concordar com o que eu disser - e provavelmente me xingarão por isso - mesmo que o que eu fale seja apenas a triste realidade.


Caindo na pilha


Menos boatos que de costume...

Poucos boatos caindo do céu...

As negociações do Vasco estão sendo noticiadas com tanta antecedência que a maioria delas não pode ser chamada de boato. Depois das chegadas do atacante Marcel e do zagueiro Anderson Martins - que até agora não se sabe se vem mesmo ou não, pelo menos pela declaração do presidente do Vitória - os nomes que vem sendo ventilados estão assumidamente conversando com a diretoria vascaína.


Fogo de palha

Palha é esse time!

Mais um ano despespediçado.

O time acaba de ser derrotado, em casa, pelos reservas do Inter. Eles até queriam entregar o jogo, mas o Fogo de palha educadamente devolveu o presente. Tem jogador dizendo que ainda acredita. Acredita em quê? Depois de dezesete empates e essa rídicula derrota para o banco Colorado querem que a torcida creia que vai ganhar do embalado Grêmio no Olímpico? Mesmo conseguindo esta quarta vaga (que ainda depende do resultado da Sulamericana) esta campanha foi um vexame!


Travou!

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A bela vitória que o alvinegro conquistou contra o Galo em Minas me parecia ter ditado o caminho das pedras. Faltava agilidade no meio de campo e a bola não chegava aos atacantes, Edno entrou e resolveu a situação, ora lançando, ora tabelando com o Loco Abreu. Achei que tinhamos chegado a melhor formação: Edno e Somália no apoio, Abreu e Jobson.