Irrazábal


E agora, Caetano?

E agora?

A vitória sobre o Inter foi providencial. Nos manteve nas proximidades do G4, aumenta a moral do time, acabou com a fase ruim em São Januário e a sequência sem batermos os maiores clubes.


Os mesmos problemas

Igual a 2010

A vitória do Vasco sobre o Cerro Porteño não foi de encher os olhos da torcida, mas mostrou um time relativamente pronto se levarmos em consideração os parcos nove dia de pré-temporada. Os maiores problemas, além da evidente falta de ritmo de alguns jogadores, já são conhecidos de todos os vascaínos, até porque são os mesmos do fim do ano passado: o time não consegue superar retrancas, exagera nos passes errados, peca no individualismo e continua incapaz de fazer gols.


Quem se importa com o que pensa a torcida?

Quem mais deveria se importar não parece muito preocupado

Mais um empate, dessa vez com a bambilândia paulista. Mais uma vez saindo na frente e permitindo o adversário chegar à igualdade. Mais uma vez jogamos melhor, mas não sustentamos o resultado principalmente por duas deficiências crônicas da equipe: a total incapacidade do ataque converter as chances criadas e a falta de suplentes à altura.


Jogando e aprendendo

Para aprender algo...

Acho que tudo o que deveria ser dito sobre o clássico com os tricoletes foi dito no post do Blog da Fuzarca. Se o PC Gusmão encarar a derrota como uma prova de que o time tem outra atitude quando joga com mais homens de frente, já terá valido de alguma coisa. Mas é claro que a diretoria precisa colaborar: com atacantes que não sabem fazer gols, fica complicado vencer. Mesmo com três atacantes e quatro armadores em campo.


Sem banco

Não há banco na Colina

Depois de mais uma atuação fraca e mais uma derrota para um adversário pouco qualificado, ficou claro: o Vasco não tem elenco para uma competição do nível e da duração de um Campeonato Brasileiro. Bastaram duas partidas mais complicadas - o empate com o Grêmio e a vitória sobre os Gambás - para o time do Vasco ficar fisicamente em frangalhos. Até, tudo bem. O problema é que as peças de reposição numa situação como essa se mostram de uma ineficiência gritante.


Prefiro me calar...

Cala-te boca...

O Gigante detonou o Timão por 2 a 0 e deixou a torcida mais uma vez com aquela cara de "...e se?". Não que adiante pensar nisso. Os pontos perdidos não voltam e resta à torcida imaginar onde poderíamos estar se jogássemos sempre como jogamos ontem.


Relatório Cartola FC - 21ª Rodada

A liga d´Os 4 Grandes

Não adiantou o Gigante da Malta FC fazer uma pontuação um pouco maior nessa rodada da liga Os 20 Grandes. No fim das contas, empacar nos 90 pontos agora é pedir para ter uma classificação beeeeem modesta, como o 147º lugar conseguido com meus parcos 92.82 pontos.


PC e seu quebra-cabeças

Faltam peças

A vitória sobre o Ceará, segunda fora de casa e que nos levou às portas do G6 (pelo menos até a rodada se encerrar), foi muito importante pra dar aquela moral ao Gigante pra começar o segundo turno naquele pique.


Desculpas não trazem pontos

Desculpas não trazem pontos

Mais um empate, dessa vez na Colina. O 1 a 1 com o Cruzeiro pode ser considerado normal para o PC, mas convencer a torcida disso é bem mais complicado.

Olhando bem os empates que tivemos, dá pra entender a visão do treinador. Nenhum deles foi inaceitável:


Um terror!

Filme de terror!
Empatar com o São Paulo no Morumbi, em condições normais, pode se considerar um bom resultado. Empatar com o tricolor paulista na sua maior crise em anos, com um Morumbi parcialmente vazio e sem ter dado sequer um chute a gol é outra história. Uma história de terror.