Jefferson


Menos, Loco, Menos... ou "porque non te calas?"

loco

Loco Abreu tá em débito com a nação alvinegra. Perdeu um gol incrível - embaixo das traves - contra o São Paulo, no Brasileiro passado. O Fogão vencia por 2x0 e com aquele gol fecharíamos o caixão do  bambis de lá e seguiríamos rumo, pelo menos, à Libertadores.  Ele perdeu o gol feito e os tricoletes reagiram: 2x2. A campanha depois do episódio foi de ralo. O time desceu ladeira abaixo.


Água no chope

Elton se lamenta

Um monte de gente reclama da opção do Ricardo Gomes de não escalar alguns titulares como se essa fosse a única razão para o empate do Gigante contra o Figueirense. O que ninguém se liga é que pior que poupar os mais baleados pela final da Copa do Brasil (e pelas comemorações, claro) é escalar o Vasco com três volantes jogando em São Januário.


O muro caiu!

Muralha? Qual?

No confronto entre o "trem-bala" e a "muralha" deu a lógica: o Vasco passou por cima do Canil, vencendo por 2 a 0 e só deixando os tijolos alvinegros pelo chão. Os supersticiosos alvinegros podem falar que o Enche-não dá azar contra o Gigante, que o juiz roubou no lance do gol impedido do Herrera ou qualquer outra das suas táticas de choro. Nada disso serve como desculpa ou muda o fato de que o Vasco sobrou em campo e que o placar só não foi muito maior por conta do melhor jogador alvinegro em campo, o goleiro Jefferson.


Empate Sofrido

Foi mais sofrido para alguns...

A tática do Joel de segurar o time no primeiro tempo e deixar pra resolver a partida no segundo fracassou. Por pouco não levamos um sacode do Vasco. Não fosse a incapacidade do Rafael Coelho em concluir uma jogada de cara com o Jeferson e assim matar a partida, teríamos tido um vexame no Engenhão.


Por enquanto é com a molecada

Até abrir a janela, os garotos têm que resolver
Ontem foi um dia pros vascaínos pessimistas ficarem um pouco felizes e os realistas reforçarem suas convicções. O empate sem gols com o Goiás foi melhor do que muitos esperavam, mas se mostrou que o time não é tão terrível como poderia ser também serviu para evidenciar que as coisas não serão fáceis até a janela de transferências se abrir no mês que vem.

Extremos

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Depois de uma sequência de vexames - ceder empate aos urubus no último lance da partida, perder para o Santa Cruz jogando com três zagueiros e dois volantes e empatar com o Bangu com gol de Alessandro (!!!) - é obvio que a torcida desanimou, sobretudo por perder a vaga na Copa do Brasil. Já que esse grupo, obviamente, não tem condições de ganhar o Campeonato Brasileiro, ficamos reduzidos ao Carioca. Só com uma vitória maiúscula contra o Flu podemos recuperar a confiança.

Caiu...

A cabeça do Mancini caiu...
Como falei no post sobre a derrota para o Americano por 3 a 2 no Blog da Fuzarca, é tão incompreensível a queda de rendimento do time e de alguns jogadores em especial que fica até complicado falar a respeito. Ontem o time mais uma vez dominou a partida, teve muito mais posse de bola e finalizou quase o triplo de vezes a mais que o adversário. E mais uma vez também acabou perdendo a partida.

Derrotado-dô...

Mais uma vez o Vasco jogou melhor mas acabou perdendo um clássico, dessa vez contra a mulambada. Foi a mesma coisa contra o Botafogo na final da Guanabara. Esperemos que na hora em que precisarmos vencer mesmo, consigamos alguma coisa.

O Haiti é aqui...

Agora e limpar os escombros
O Vasco entrou organizado taticamente e concentrado, além de ter três jogadores acima da média (Coutinho, Carlos Alberto e Dodô). O Botafogo entrou nervoso, desorganizado e tem alguns jogadores abaixo da média : Alessandro, Fahel...e esse Antonio Carlos, hein? Ah, vai pra puta que pariu!!! O cara erra tudo! Agora, o nervosismo da equipe é injustificável. Levar gol no início acontece, perder jogador no inicio também acontece, as coisas ficam dificeis mas não impossiveis. O próprio Botafogo já saiu de situações adversas. Por que o nervosismo? Primeiro clássico, um jogo que não definiria nada.