Jobson


Demorou!

DEMOROU !!

Finalmente, choveu na horta alvinegra!

O meio-campo ganhou muita consistência: um meia-atacante extremamente habilidoso como o Maicossuel, um volante que marca e tem qualidade na saída de bola (caso do Marcelo Mattos), e o Eliseu que - confesso - nunca vi jogar, mas que ainda assim posso garantir que é infinitamente melhor que o Fahel.

Maicossuel foi projetado pelo Glorioso. Depois de passar por General Severiano, ele se valorizou muito, foi ao exterior e voltou a peso de ouro. Tudo bem. Falta agora o retorno à torcida alvinegra.

Tudo vai mal

Fogão empata com o Guarani

É grave a situação Alvinegra. Depois de quarenta dias de preparação, o time parece até que piorou. O que se vê em campo é um bando, um time sem iniciativa que promove muita correria, sem nenhuma objetividade. Natalino esgotou seu repertório tático e motivacional. E francamente: com esse elenco aí nem o Rinus Michels conseguiria avançar muito.

E os reforços?

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A volta do garoto Jobson anima. O ataque fica muito forte com dois bons rompedores, o próprio Jobson e Caio.Temos também Loco Abreu como atacante de refêrencia na àrea. E ainda temos o Herrera, que com alguma boa vontade pode ser considerado um atacante que também organiza as jogadas, e o Edno, jogador de força e que chuta bem de fora da área.

O rabiscador voltou

Rabiscando

Temos de volta nosso atacante rabiscador. Dessa vez esperemos que ele rabisque só dentro de campo, afinal foi o talento do rapaz que nos livrou da amargura do rebaixamento. Com Jobson no ataque Alvinegro esse setor fica bem forte e finalmente definido.

Ufa!

Salvos no final!

E o Fogão conseguiu se salvar na bacia das almas! Jogando com seriedade e atenção, o Botafogo cozinhou o porco. Fez isso até com certo controle da partida, sobretudo na segunda etapa, quando o time soube se aproveitar da vantagem estabelecida e gastar o tempo. Não fosse o Lúcio Flávio ter perdido aquele gol incrível, no fim do primeiro tempo, seria até mais tranquilo. Mas o quê importa é que honramos a tradição do Glorioso e nos mantivemos na elite do futebol Brasileiro.

Ou vai ou racha!

Não pode rachar!

Levamos mais uma piaba. Coração de Botafoguense é como o do sertanejo: forte, muito forte antes de tudo. Pra aturar o Alessandro cabeçudo, o acéfalo Fahel, o "tá lentoso" Lúcio Flávio, o bisonho do Vitor Simões, o chinelinho de ouro Rei-nada... Tem que ter nervos de aço! Mais que isso, há que ter culhões de titãnio!

E segue a agonia ...

Agonia continua

É galera. Derrotamos os Bambis Paulistas heroicamente, jogando com raça, determinação e vontade incomuns. A técnica que já era escassa, desapareceu de vez. Mas ficou a garra. Em momentos como esse, até figuras tão criticadas pela falta de técnica - como o Alessandro e o Fahel - são importantes. Mas o brilho domingo ficou por conta do garoto Jobson, que acabou com a defesa tricolor em três lances de habilidade e raça.

Força Carioca

Na reta final, estamos detonando a paulistada. Na bola!

É mesmo surpreendente o universo do futebol. O que o torna muito interessante é essa imprevisibilidade. Quem apostaria um real que fosse nesta sequência de vitórias do tricolor: Galo, Cruzeiro e Palmeiras? E o Petkovic? Há poucos meses, só ele acreditava em sí próprio. Foi integrado ao elenco mais por questões financeiras que propriamente por seu talento, e hoje é disparado o melhor jogador do Campeonato Brasileiro. O problema, de maneira geral, é manter a regularidade.

O TIME TÁ COMPLETO

A cachorrada vai caçar a raposa

Domingo temos mais uma chance de manter uma distância segura do grupo da morte. O Botafogo tem bom histórico jogando em Minas. Já o Cruzeiro, que faz a melhor campanha da segunda fase, é um dos times que sofreram mais derrotas - seis - jogando em casa. O Alvinegro tem jogado bem quando visitante.

SEM TUMULTO,PÔ !!

Só deu o Pantera

Os dirigentes Alvinegros tiveram a decência de se desculpar pela mancada da falta de ingressos. O vacilo poderia se transformar em grande tumulto com consequências graves, pois havia muito mais crianças do que normalmente, por conta do feriado. Acabou gerando a festa dos cambistas e uma grande baderna na entrada do estádio; pais com ingresso que não cnseguiam entrar e pais como eu, que, sem ingresso, tinham desistido do jogo. Porém, passando no setor oeste, dei a sorte da entrada ser liberada naquele momento.