Jonathan


Mudou o futebol ou mudou o Felipe?

Felipe

Felipe nunca deixou de demonstrar a insatisfação em ser reserva, algo muito natural dada sua qualidade como jogador. Todos se lembram da sua bronca com o Cristóvão pela convicção do ex-treinador de que Juninho e ele não poderiam jogar juntos todos os jogos. Nessas horas ele gostava muito de falar que “O dia em que um jogador de futebol de qualidade não puder jogar com outro, o futebol vai ter mudado”.

Ele tem razão. Mas se o futebol não mudou, o mesmo não podemos falar do Maestro.Que, aliás, pelo que vem jogando, não merece sequer o apelido.


Pra não depender da camisa...

Camisa azul

Como falei no Blog da Fuzarca, ganhar os três pontos sobre o Grêmio foi o mais importante. Mas isso não nos impede de ficar preocupados com o que foi o jogo. O fato de termos uma penca de reservas no time deve ser levado em consideração, mas não podemos esquecer que o Grêmio também estava com uma equipe mista. Ainda assim eles tiveram mais posse de bola e finalizações que o Vasco.


Qual é o time ideal?

Time ideal?

Por mais que a vitória contra o Madureira não tenha convencido ninguém e que o jogo tivesse sido de dar calo no olho de tão ruim por boa parte dos seus 90 minutos, a torcida do Gigante não pode reclamar nem por um minuto. O adversário podia ser bem fraquinho, mas jogamos sem ataque e com apenas um jogador fazendo algo que preste no meio de campo. E isso porque o Vasco só jogou, na real acepção da palavra, apenas o segundo tempo. Vencer por 3 a 0 e manter a liderança do grupo nessas condições já pode ser considerado um feito.


Hora da prata da casa

Prata

Passadas duas rodadas da Taça Rio e as coisas começam a funcionar com mais lógica. Depois de uma estreia onde apenas o canil venceu, Vasco, Fluzim e mulambada venceram seus jogos e se já não estão na liderança dos seus grupos (caso do Gigante), estão próximos da zona de classificação para as semifinais, de onde não devem sair depois que os quatro grandes do Rio atingirem as primeiras colocações de cada grupo.


Pra não tropeçar no fim

Tropeço

Há muito pouco o que se dizer sobre a vitória do Vasco sobre o Voltaço, quarta-feira passada na Colina. Ainda mais depois do Bernardo ter feito o que fez. Mas como alguns leitores perguntaram se eu ainda falaria sobre a partida, teço alguns poucos comentários sobre a partida e a atuação dos jogadores.

Mesmo contra um adversário que ainda luta por uma vaga na semifinal da Taça Guanabara, foi a vitória mais fácil do Vasco nesse turno. E se não resolvêssemos que o jogo acabou ainda no primeiro tempo, poderíamos ter enfiado uma sacolada histórica no Voltaço.


Com esse meio não pode ser assim

Esquema

As dificuldades naturais de um início de temporada não foram levadas em consideração por parte da torcida e a vitória por 2 a 0 sobre o Americano não serviram para evitar as espinafrações pra cima do trabalho do Cristóvão. Não que o time não pudesse ter tido uma apresentação mais convincente - e talvez até pudesse, mesmo com as características da partida de ontem - mas a questão é o objetivo das críticas.


Onde está o erro

CB

É claro que a culpa pela derrota para o Aurora por 3 a 1 vai cair nas costas do Cristóvão Borges. Ele é o técnico, ele quem decidiu levar 15 jogadores e foi ele quem escolheu os mesmos. Mas antes de simplesmente responsabilizar o interino, cabe procurarmos enteder as razões para ele ter tomado essa decisão.


Medíocre por definição

Mediocridade

O Vasco encerrou sua participação no Brasileirão 2010 vencendo o Ceará por 2 a 0 e tomando do clube nordestino a 11ª colocação. Com essa posição intermediária, ali no meio da tabela, fica bem fácil definir o desempenho da equipe nesse campeonato: medíocre (a se entender o termo como definido no dicionário "de qualidade média, comum; mediano, meão, modesto, pequeno").


Quem se importa com o que pensa a torcida?

Quem mais deveria se importar não parece muito preocupado

Mais um empate, dessa vez com a bambilândia paulista. Mais uma vez saindo na frente e permitindo o adversário chegar à igualdade. Mais uma vez jogamos melhor, mas não sustentamos o resultado principalmente por duas deficiências crônicas da equipe: a total incapacidade do ataque converter as chances criadas e a falta de suplentes à altura.


Jogando e aprendendo

Para aprender algo...

Acho que tudo o que deveria ser dito sobre o clássico com os tricoletes foi dito no post do Blog da Fuzarca. Se o PC Gusmão encarar a derrota como uma prova de que o time tem outra atitude quando joga com mais homens de frente, já terá valido de alguma coisa. Mas é claro que a diretoria precisa colaborar: com atacantes que não sabem fazer gols, fica complicado vencer. Mesmo com três atacantes e quatro armadores em campo.