Jumar


4ª força?

Na rodada em que vencemos o Avaí, acabamos com as chances dos mulambos e do canil de chegarem ao título do Brasileiro. Ontem, com a vitória sobre os tricoletes, acabamos com as chances do laranjal.


Falta de opções?

Falta de opções?

Pra mim, o empate por 1 a 1 com o Universidad (CHI) não é motivo para desespero. Se o time jogar da mesma forma que atuou no primeiro tempo do jogo, podemos muito bem marcar gol ou gols para garantir uma vaga na final.


Agora é secar

secador branco

Quando o treinador Edson Coutinho falou sobre “honrar a camisa” e “encerrar o campeonato com dignidade” numa entrevista antes do começo do jogo, imaginei imediatamente o que pretenderia o Avaí diante do Vasco ontem: perder de pouco. Não deu outra. Mesmo sem ter muito sentido, já que para o time de Santa Catarina só a vitória poderia ter algum interesse, a equipe de Coutinho veio numa retranca completa. O problema é que o time ao Avaí é realmente muito fraco.


Atropelamento em série

Atropelamento

Como falei no post de hoje no Blog da Fuzarca, a única coisa que o empate com os suínos mudou na briga pelo título foi a aproximação do Fluzim. A folguinha de pontos que tínhamos foi pro espaço e agora o pessoal florido do laranjal depende apenas de suas próprias forças para nos ultrapassar na tabela. Não que isso seja gravíssimo: basta vencermos os tricoletes para que esse problema se resolva.


Voto de confiança

Voto de confiança

O Botafogo é um clube tradicionalmente ligado à superstição. Isso torna a vitória do Vasco por 2 a 0 ainda mais irônica: justo contra o rival que mais acredita nos "sobrenaturais de almeida", vencemos o clássico de maneira quase científica. Jogamos na casa deles, era dia 13, Loco Abreu veio correndo da seleção uruguaia, e nada disso impediu que levássemos os três.


Não enxergando o óbvio

Óbvio

A revolta muitas vezes nos cega para o óbvio. Pela reação da torcida com o empate diante do São Paulo, parece que foi exatamente isso que aconteceu.

Como o resultado que esperávamos não aconteceu, o time não acertou nada, Cristóvão só fez besteiras, não terem marcado dois pênaltis a nosso favor não faz diferença e o título já era. Essa é a voz da revolta, mas não necessariamente é a voz da verdade.


O Brasil na Sul-Americana

Continental

Para passar das 8as de final da Copa Sul-Americana, o Vasco sapecou oito gols no paupérrimo Aurora, que como time de futebol é uma ótima marchinha de carnaval. Não precisava tanto. Depois do presidente boliviano ter colocado todo peso do orgulho nacional nos ombros dos jogadores "aurorianos", foi até maldade do Gigante ter realizado tal massacre. Por muito menos que isso já vi acontecerem incidentes diplomáticos sérios acontecerem.


Calando a boca (de alguns)...

Shut the f*** up!

Cristóvão Borges calou a boca de muita gente com a vitória do Vasco por 2 a 0 sobre o Bahia.

Calou os empolgados torcedores baianos, que contavam com a escrita de não perder para times cariocas nesse brasileiro.

Calou os que consideram que é o número de volantes que faz um time ser ofensivo ou defensivo.

Calou os que o chamavam de burro, ao saber alterar o esquema do time no decorrer da partida.


Onde está o erro

CB

É claro que a culpa pela derrota para o Aurora por 3 a 1 vai cair nas costas do Cristóvão Borges. Ele é o técnico, ele quem decidiu levar 15 jogadores e foi ele quem escolheu os mesmos. Mas antes de simplesmente responsabilizar o interino, cabe procurarmos enteder as razões para ele ter tomado essa decisão.


Palmas para a arbitragem

Palmas para a arbitragem

Reclamar da arbitragem no empate com o Atlético-GO pode ser classificado como choro de quem não conseguiu o resultado esperado. Mas depois da atuação discretamente pavorosa (como falei no Blog da Fuzarca) do Sr. Evandro Rogério Roman – que já nos prejudicou muito outras vezes – seria inevitável. Mas a minha maior preocupação não é a indigência técnica do árbitro. O que preocupa foi a escolha dele para a partida em que poderíamos abrir distância na liderança.