Junior


Crueldade

Não será dessa vez que o Vasco levará para sua sala de troféus a Copa do Brasil, único caneco que ainda não temos. A eliminação para o Vitória foi cruel, principalmente porque o time jogou bem. Sair dessa forma da competição – assim como fomos ano passado - sempre nos dá aquela revolta com relação ao regulamento. Mas o regulamento está aí, todo mundo o conhece de cor e salteado e não podemos dar sempre o mesmo mole todo ano.

Pensando que são craques...

Delirando...

O que mais irrita na derrota de ontem para o Vitória é ver a falta de seriedade com que um monte de jogadores encararam a partida em alguns momentos. Uns sujeitos que estão longe de mostrar a razão pela qual foram contratados se acham no direito de ficar tentando fazer jogadas de efeito quando raramente acertam um passe de meio metro é demais.

Festa linda. Pena que o time não foi

Que outra torcida daria este espetáculo? E o cara que bolou é gênio

Dois dias depois do jogo, a imagem do mosaico gigante ainda arrepia o Rubro-Negro de coração. Em igual período, Bruno, que como comentarista é ótimo goleiro, soltou mais uma de suas pérolas: "Às vezes a torcida atrapalha". Embora todos tenhamos entendido - creio eu - o que o arqueiro do Mengão quis dizer, a fala deve ser comentada. Simbora, Nação?

Gente fina é outra coisa

Em sua coluna n'O Globo desta terça-feira, Renato Maurício Prado contou historinha das antigas: segundo o colunista, o time do Fla campeão de tudo em 1981 quase encarou dopado a terceira e épica partida da final da Libertadores, contra os chilenos do Cobreloa. No texto, Prado atribui ao já falecido ator (e ilustre Rubro-Negro) Carlos Eduardo Dolabella a 'função' de distribuir comprimidos de um remédio chamado Pervitin ao elenco, para deixar a rapaziada 'ligadona' e fazê-los aguentar o tranco, que seria pesado - como foi, remember Mario Soto e Anselmo.