Leandro Guerreiro


Cadê o simancol?

Reclamar de que?

Então é assim: o Vasco toma um sapeca de 3 a 0 do Cruzeiro em pleno São Januário e o que o Felipe tem a dizer é que a torcida não precisava vaiar. Já o Ricardo Gomes preferiu elogiar o volume de jogo do time e, assim como o Felipe, dizer que o placar não refletiu o que foi o jogo.


Vai ou racha!

Agora ou nunca

Domingo, contra o Vasco, vamos saber até onde pode ir esse time do Joel. Mais pela atuação na partida que propriamente pelo resultado. Mesmo um empate neste clássico pode ser razoável, mas o time vai engrenar? Ganhar do fraco Americano de 4x0 não é um bom parâmetro. O elenco continua o mesmo. Os dirigentes alegam que está díficil encontrar jogadores de nível disponíveis.


E a criação?

Só Deus pra criar no Fogão

O Fogão faz sua estréia no Campeonato Carioca, quinta feira no Engenhão, completamente repaginado: conseguiu se livrar do Lúcio Flávio (que não conseguia mais jogar), do Jobson (que não queria jogar) e do Túlio Souza (que não sabe jogar). Sairam também Leandro Guerreiro, que fez muito pelo clube, mas em 2010 foi quem mais deu carona aos nossos adversários. Marcelo Cordeiro foi negociado e Edno foi devolvido ao Timão. Só esse último fará falta, não temos atacante com suas características.


Temperando os nervos

Haja coração!

Joel sabe tirar leite da pedra. A inusitada escalação do Caio na lateral direita deu certo e o primeiro gol do Fogão nasce exatamente de um lançamento do Marcelo Mattos para o Caio, que vinha de trás e surpreendeu a defesa do Atlético.


Hora da Arrancada

O momento do sprint é agora!

A bela vitória que conquistamos cozinhando o galo mineiro em casa era o que o Fogão precisava pra arrancar rumo ao título, ou pelo menos pra conseguir uma vaga na Liberta.


A bruxa continua solta

A bruxa sobrevoa General Severiano

O Botafogo continua acumulando baixas na reta final do brasileiro. Agora foi o Fábio Ferreira quem sofreu uma lesão no joelho no clássico contra os mulambos e será operado. Não joga mais esse ano. Depois do Maicosuel e do Marcelo Matos terem se contundido seriamente é mais um titular que perdemos sem previsão de retorno. Pra completar temos a situação do Jóbson, que parece ter voltado a praticar seu esporte preferido: frequentar a noite.


Por que o Fahel não dá uma voltinha?

Pegue o caminho da rua!

O Botafogo perdeu cinco titulares desde antes da boa vitória contra os bambis paulistas no Engenhão. De lá pra cá, Joel improvisou e substituiu em todos os setores e conseguiu manter a qualidade do futebol Alvinegro:

Na lateral esquerda improvisou Edno e Renato Cajá, fazendo revezamento. Deu certo.
Mesmo sem Jobson e Herrera, o ataque continuou veloz com Caio e Edno.
A defesa está bem posicionada e Dany Moraes quando entra o faz a altura dos companheiros.
Sem Somália, Renato Cajá foi muito bem no apoio junto com Maicossuel.


Hora de acerto

Hora de acertar na mira!

Vencer o Santos pode ser um divisor de águas nas pretensões do Glorioso. Vencê-lo em casa é uma façanha que pode colocar o Alvinegro de novo isolado no G4. Mais uma partida de seis pontos. Não podemos desperdiçar as chances que tivemos como aconteceu contra o Grêmio. Poderíamos ter definido o resultado, já no primeiro tempo. Todos os atacantes perderam gols fáceis. Faltou concentração. Pelo menos o Loco Abreu voltou a perder gols (perdeu um incrível): ele não estava conseguindo nem se posicionar corretamente pra receber passes e tentar o gol. O proxímo passo é fazer o gol.


A estrela voa!

Ninguém segura nosso voo!
É isso aí rapaziada! Detonamos o galinho mineiro jogando com muita autoridade, vibração, velocidade e inteligência.

Chegou a hora!

Hora de despertar!
Agora sim o Botafogo tem um elenco bem próximo da altura de sua história e de sua torcida. Não é lá uma seleção, mas um time com recursos suficientes para ocupar as primeiras colocações na tabela. E um técnico disposto a apostar no melhor desempenho dos atletas. Barrar Fahel e Lucio Flavio é um divisor de águas na escalada alvinegra este ano.