Léo Gago


A grama do vizinho

No vizinho é sempre mais bonita

Em mais um jogo mais ou menos o Vasco venceu a primeira partida da Taça Rio, 2 a 1 sobre o Voltaço. Tita, treinador do Volta Redonda, armou o time numa retranca à la Joel e se recusou a jogar no primeiro tempo. No segundo, perdendo por 1 a 0, colocou o time pra frente e quase complicou a vida do Gigante.

Esquizofrenia coletiva

Comportamento esquizofrênico...

Pior do que perder para um time que se especializou na retranca e em dar chutões assim que a bola passa do meio de campo é ver a torcida do Vasco agindo esquizofrenicamente. No post de hoje do Blog da Fuzarca, um monte de gente que na véspera do jogo dava a vitória contra o Foguinho como favas contadas passou a detestar todo o time. A derrota, vinda em uma falha individual, foi como uma epifania para os vascaínos: de uma hora pra outra, nenhum jogador presta, o time foi uma vergonha, o esquema é retranqueiro, até o Fernando Prass virou um engolidor de frangos.

Atualizando a contagem...

Anote mais um resultado negativo, Alvim...

A demora em fazer essa coluna tem a ver com a certa ressaca pela qual passa esse que vos escreve. Mas a cervejada posterior à vitória na disputa de pênaltis sobre o Fluminense - seguida de um "atraso" de 6 horas para chegar em casa e de um pequeno problema com a patroa - deve-se única e exclusivamente ao carnaval. Bater no Fluzim é rotina, ainda não ganhamos nada e portanto não há motivos para comemorações efusivas diante do triunfo de ontem.

Quem manda é a TV

A dona do campeonato

Deu a lógica e o Gigante terminou a fase de pontos da Taça Guanabara com a melhor campanha do campeonato. Apesar disso, o empate com o Madureira foi mais que decepcionante, foi preocupante. Mesmo sabendo que enfrentaremos um dos nossos melhores fregueses, não podemos vacilar com os tricoletas como vacilamos com o tricolor suburbano.

Antes tarde do que nunca!

Demorou, mas chegou!!!

Não sei se terá a mesma graça com um dia de atraso, mas como eu havia prometido, vou dar meus pitacos sobre as atuações do time no jogo de quinta-feira, contra o Resende. Em dia de muitos gols perdidos e alguns jogadores fazendo menos do que estamos acostumados a ver, o magro 1 a 0 era o esperado.

Mas vamos à atuações....

Com o pé nas costas

Mole, mole...

O Vasco não precisou de Carlos Alberto, Dodô ou Fagner para vencer o Macaé com facilidade por 4 a 0. Alternando momentos de domínio total com poucos momentos de desatenção, o Gigante poderia ter feito mais uns 3 ou 4 gols que não seria surpresa pra ninguém. Se o time estivesse completo em campo, poderíamos ter feito um placar histórico no Estadual.

O Massacre do Dodô Elétrico

Chacina no Enche-não...

Vagner Mancini ontem provou em campo algo que eu sempre digo por aqui: não é o esquema que torna um time mais ou menos ofensivo. Jogando com os tão criticados três volantes o Vasco deitou e rolou e triturou o canil. Será que ainda tem gente que acha esse esquema retranqueiro?

O "Enche-não" enche!

O piscinão do Engenho de Dentro

Se torcedores não conseguem lotar o estádio alugado à cachorrada, a vitória do Gigante sobre o Mequinha ontem provou que o "Enche-não" enche sim, mas de água. O estádio - orgulho da pequena torcida botafoguense não se sabe muito bem porque - mostrou que não aguenta uma chuvinha de nada e virou um piscinão.

Vai melhorar

O "professor" precisa conversar mais com o time.

Mulambos, Cachorros e Tricoletas venceram na estréia e isso torna ainda mais importante a vitória sobre o Tigres, na estréia do Vascão. O último ano em que os 4 grandes do Rio venceram na primeira rodada da Taça Guanabara foi no longínquo ano de 2004, o que indica que esse ano o Estadual será mais disputado que nas últimas edições.

Dois Vascos em campo

Dois Vascos para Mancini unir

Foram dois os Vascos no amistoso contra a seleção capixaba. E não apenas porque Vágner Mancini trocou todos os jogadores no intervalo. A postura em campo de um e de outro foram completamente diferentes.