Lúcio Flávio


Tudo vai mal

Fogão empata com o Guarani

É grave a situação Alvinegra. Depois de quarenta dias de preparação, o time parece até que piorou. O que se vê em campo é um bando, um time sem iniciativa que promove muita correria, sem nenhuma objetividade. Natalino esgotou seu repertório tático e motivacional. E francamente: com esse elenco aí nem o Rinus Michels conseguiria avançar muito.

Tá faltando tranquilidade... e talento

Fogão não tem a calma necessária nos momentos em que precisa...

Faltou tranquilidade ao ataque Alvinegro pra definir a partida. Lúcio Flávio foi tocado pelo zagueiro vascaino, mas não o suficiente pra desabar daquele jeito, preferiu um mergulho teatral contando com a marcação do penalti. Vacilo. Se o Herrera também caprichasse na conclusão da jogada em que entrou sozinho com o Prass poderiamos vencer o bacalhau e ficar em posição mas cômoda no campeonato. No segundo tempo, com a entrada do Edno, o time ganhou mais pegada na frente. Mas aí faltou sorte e talento pra resolver a situação.

Joel deu mole, mas o Bacalhau vai nos redimir!

Vacilou, Natalino!

O Natalino disse que queria o time jogando de igual pra igual com o Cruzeiro, mas na prática escalou o time com seis no meio de campo e apenas um atacante. Cedeu espaço pros mineiros, que souberam aproveitar muito bem. Jogaram o primeiro tempo inteiro no campo Alvinegro. A defesa estava segurando o tranco mas uma hora complica. Bastou um erro e estufaram as nossas redes. Depois do gol o time reagiu e conseguiu um pênalti mal cobrado pelo Renato Cajá. O Lúcio Flávio andou desperdiçando pênaltis, mas ninguém duvida que ele é o melhor cobrador do elenco. Porque deixar o Renato bater?

Mais um tabu pra cair

Hora de botar a raposa na mira...

Um bom resultado contra o Cruzeiro no Mineirão deixa o Botafogo em ótima posição neste inicio de campeonato, além de acabar com outro tabu, pois não vencemos os mineiros há 13 anos. O ideal é se manter entre os quatro ou cinco primeiros antes da Copa e depois, provavelmente reforçado, sustentar a posição.

Vai Loco!

E o Loco vai pra Copa. Sorte do Botafogo!

Com a saída do Cestinha Uruguaio o ataque Alvinegro ficará mais versátil. Contra o Santos ele pesou, como sempre. Não fosse o voluntarismo do Herrera e a entrada do Marcelo Cordeiro - pra acertar pelo menos um cruzamento - e perderíamos dos reservas da equipe Santista. Joel inclusive já treinou o time com o Uruguaio entre os reservas. Já foi convocado, pronto. Quando voltar acho, e é justo, que dispute a posição. Jogar com nome é foda, tem que mostrar eficiencia. Tanto o Caio quanto o Edno são mais úteis do que o cestinha.

E o título é nosso!

Extremos

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Depois de uma sequência de vexames - ceder empate aos urubus no último lance da partida, perder para o Santa Cruz jogando com três zagueiros e dois volantes e empatar com o Bangu com gol de Alessandro (!!!) - é obvio que a torcida desanimou, sobretudo por perder a vaga na Copa do Brasil. Já que esse grupo, obviamente, não tem condições de ganhar o Campeonato Brasileiro, ficamos reduzidos ao Carioca. Só com uma vitória maiúscula contra o Flu podemos recuperar a confiança.

Gosto amargo

Resultado amargou a boca dos alvinegros...

O empate de ontem teve o gosto amargo de sofrermos o gol no último lance da partida. Mas foi um grande jogo, contra uma equipe forte e bem armada e o time se saiu bem. A ausência do Loco Abreu foi importante pra ver como se comporta o Alvinegro sem o atacante de referência. E o resultado é que o ataque fica com muito mais movimentação e opções de jogadas. O Caio e o Herrera se revezando nas jogadas pelas pontas e o Lúcio Flávio - que fez ótimo primeiro tempo - organizando as investidas do ataque, deixaram o time menos previsível.

Caça ao Urubu

É preciso um tiro certeiro...

Depois daquela pelada de pólo aquático em que se transformou o jogo contra o Olaria, por conta do "eficiente" sistema de drenagem do Engenhão, ganhamos sem jogar um bom futebol - falo obviamente do periodo pré temporal, depois virou um festival ridículo de chutões -, apenas aproveitando as poucas chances criadas pelo garoto Caio. O time foi a Recife e novamente não convenceu. Não fosse a brilhante atuação do Jeferson e teríamos sofrido mais uma derrota.

Sinal Vermelho

Fechou o sinal!

Levamos um toco. Tudo bem, podiamos perder essa. O time relaxou e a armação das jogadas simplesmente não existiu. O Lúcio Flávio que de vez em quando - muito de vez em quando - tem um lampejo de craque, nas últimas partidas, parace ser apenas um espectador privilegiado do jogo: não enfia uma bola pro atacante, não tenta um chute, não faz nada... asssim é foda! O Eduardo, definitivamente, também não acertou ali ao lado do Lúcio. Então tem que haver mudança, se queremos o título. O Joel está reticente pra fazer substituições no time, talvez ache que pode prejudicar o ambiente.