Lúcio Flávio


Agora sim!

O Fogão, agora sim, tem um elenco bem interesante e equilibrado pra disputar o Brasileirão. Com a chegada do zagueiro Gustavo, o elenco está fechado e pronto pra se manter no topo da tabela.


E a criação?

Só Deus pra criar no Fogão

O Fogão faz sua estréia no Campeonato Carioca, quinta feira no Engenhão, completamente repaginado: conseguiu se livrar do Lúcio Flávio (que não conseguia mais jogar), do Jobson (que não queria jogar) e do Túlio Souza (que não sabe jogar). Sairam também Leandro Guerreiro, que fez muito pelo clube, mas em 2010 foi quem mais deu carona aos nossos adversários. Marcelo Cordeiro foi negociado e Edno foi devolvido ao Timão. Só esse último fará falta, não temos atacante com suas características.


Fogo de palha

Palha é esse time!

Mais um ano despespediçado.

O time acaba de ser derrotado, em casa, pelos reservas do Inter. Eles até queriam entregar o jogo, mas o Fogo de palha educadamente devolveu o presente. Tem jogador dizendo que ainda acredita. Acredita em quê? Depois de dezesete empates e essa rídicula derrota para o banco Colorado querem que a torcida creia que vai ganhar do embalado Grêmio no Olímpico? Mesmo conseguindo esta quarta vaga (que ainda depende do resultado da Sulamericana) esta campanha foi um vexame!


Travou!

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A bela vitória que o alvinegro conquistou contra o Galo em Minas me parecia ter ditado o caminho das pedras. Faltava agilidade no meio de campo e a bola não chegava aos atacantes, Edno entrou e resolveu a situação, ora lançando, ora tabelando com o Loco Abreu. Achei que tinhamos chegado a melhor formação: Edno e Somália no apoio, Abreu e Jobson.


Temperando os nervos

Haja coração!

Joel sabe tirar leite da pedra. A inusitada escalação do Caio na lateral direita deu certo e o primeiro gol do Fogão nasce exatamente de um lançamento do Marcelo Mattos para o Caio, que vinha de trás e surpreendeu a defesa do Atlético.


Hora da Arrancada

O momento do sprint é agora!

A bela vitória que conquistamos cozinhando o galo mineiro em casa era o que o Fogão precisava pra arrancar rumo ao título, ou pelo menos pra conseguir uma vaga na Liberta.


Última cartada: trégua (é hora de união!).

O apoio da torcida é o ás na manga alvinegra!

Após uma sequência de oito empates restou ao Botafogo apostar todas as fichas no ataque Alvinegro. Agora é ganhar ou ganhar. O time tem a obrigação de jogar no ataque o tempo todo. Temos que torcer para que Jobson, Loco Abreu e Caio desencantem e voltem a marcar.

A bola tem chegado em condições de gol, mas as finalizações têm sido toscas. Vencemos sábado em uma cobrança de falta perfeita do Marcelo Cordeiro. Já o Jobson recebeu de cara com o goleiro e não guardou. Talvez seja o caso de começar jogando com três atacantes e partir pra cima na pressão.


Te cuida , Alvim!

Se liga tricolete!

O Botafogo segue desperdiçando chances de encostar no G4.

Ontem o time perdeu quatro oportunidades claríssimas de marcar, duas com Loco Abreu, uma com Jobson e outra com Marcelo Cordeiro. Como tem sido constante jogamos razoavelmente, mesmo com desfalques importantes, e impusemos o ritmo da partida. Os porcolinos passaram todo o jogo se defendendo e quando chegaram na área alvinegra esbarraram no Renan, que esta à altura do Jeferson: seguro e passando firmeza à zaga. O meio estava bem posicionado e Lúcio Flávio fazia bons lançamentos, inclusive deixando o Marcelo Cordeiro na cara do gol.


A bruxa continua solta

A bruxa sobrevoa General Severiano

O Botafogo continua acumulando baixas na reta final do brasileiro. Agora foi o Fábio Ferreira quem sofreu uma lesão no joelho no clássico contra os mulambos e será operado. Não joga mais esse ano. Depois do Maicosuel e do Marcelo Matos terem se contundido seriamente é mais um titular que perdemos sem previsão de retorno. Pra completar temos a situação do Jóbson, que parece ter voltado a praticar seu esporte preferido: frequentar a noite.


A sorte nos abandonou?

A sorte parece estar indo embora...

A história se repetiu com a saída do Maicosuel. De novo o meia se contunde gravemente na reta final do campeonato, como aconteceu no carioca. Tanto Maicosuel quanto o Marcelo Mattos foram essenciais para o Botafogo ganhar consistência e um bom padrão de jogo. O Jobson e o Jeferson também fazem a diferença neste time, porém, na ausência do atacante, o Botafogo tem reservas que conseguem manter a velocidade do ataque: Edno e Caio. Se o Jeferson se machucar também ficaremos a pé. Mas as saìdas de Maicosuel e Marcelo Mattos deixam o técnico sem opções pra substitui-los.