Magno


Por enquanto é com a molecada

Até abrir a janela, os garotos têm que resolver
Ontem foi um dia pros vascaínos pessimistas ficarem um pouco felizes e os realistas reforçarem suas convicções. O empate sem gols com o Goiás foi melhor do que muitos esperavam, mas se mostrou que o time não é tão terrível como poderia ser também serviu para evidenciar que as coisas não serão fáceis até a janela de transferências se abrir no mês que vem.

Barca JÁ!

E que saia com todos que devem sair!
O Vasco iniciou a tal Copa da Hora com vitória (3 a 1 sobre o Avaí) e mostrando um esboço aplicação tática. Mas se essa partida era a chance para os renegados do time mostrarem serviço, a maioria deles fracassou. Erros de posicionamento e de passe, falta de ritmo ou a simples incapacidade técnica foi o mais visto. A equipe, no sentido coletivo da expressão, pode até ter tido uma discreta melhorada; individualmente, poucos se salvaram.

Caça às bruxas

É preciso achar o alvo certo pra fogueira...

O Vasco jogou muito mal contra o Santos e os 4 a 0 ficaram até barato. O primeiro tempo em que o time marcou em cima o peixe chegou a dar uma esperança na torcida, mas a bronca que o Dorival deve ter dado nos seus comandados serviu para despertar o anfitrião e, resolvendo jogar, o desfalcado e combalido time do Vasco não foi capaz de evitar o vexame.


E o Vento Levou (dois pontos)....

Sopro do Simon impediu nossa vitória

Na quarta passada ganhamos do Inter com um pênalti inventado pelo juiz. Ontem, no melhor estilo “vento que venta lá, venta cá”, vimos os dois pontos da vitória que teríamos conseguido sobre o Canil voarem com o vento vindo do apito do Sr. Carlos Eugênio Simon. Não que ele estivesse querendo nos prejudicar, ele é apenas um árbitro ruim (e olha que vai pra copa!).


Incompetência

Incapacidade total!
A incompetência ofensiva do Vasco ficou evidente no empate sem gols contra os suínos, ontem em São Janu. O que dizer de um time que passa 70, 80% com a posse de bola durante 45 minutos e não consegue marcar um golzinho sequer? Aliás, não marcar gols se entende, o pior é mal criar chances claras de abrir o placar. Mesmo tendo 10 finalizações, não criamos mais de duas oportunidades reais de gol (e, contando com precisão, criamos apenas uma.

Atrasado pra partida

Time se atrasa e só começa entra em campo com 30 minutos do jogo passados...
Mais uma vez o time “demorou para entrar no jogo” e o Gigante começou o Brasileiro com uma derrota. Poderíamos ter melhor sorte nesse 2 a 1 para o Galo, apenas não a merecemos: abdicar de jogar pelo menos 30 dos 90 minutos da partida é coisa que não podemos nos dar ao luxo.

Crueldade

Não será dessa vez que o Vasco levará para sua sala de troféus a Copa do Brasil, único caneco que ainda não temos. A eliminação para o Vitória foi cruel, principalmente porque o time jogou bem. Sair dessa forma da competição – assim como fomos ano passado - sempre nos dá aquela revolta com relação ao regulamento. Mas o regulamento está aí, todo mundo o conhece de cor e salteado e não podemos dar sempre o mesmo mole todo ano.


Pensando que são craques...

Delirando...
O que mais irrita na derrota de ontem para o Vitória é ver a falta de seriedade com que um monte de jogadores encararam a partida em alguns momentos. Uns sujeitos que estão longe de mostrar a razão pela qual foram contratados se acham no direito de ficar tentando fazer jogadas de efeito quando raramente acertam um passe de meio metro é demais.

Na mão grande...

Foi desse jeito...
O post de hoje no Blog da Fuzarca é claro, mas não explica a derrota para a mulambada. O juiz foi decisivo no resultado? Foi. Perdemos na mão grande (ou seria no braço do Williams)? Perdemos. Mas não fizemos nossa parte como deveríamos. Outra vez o Vasco jogou mais e teve mais posse de bola, mas no final fomos nós que saimos derrotados. Novamente falhamos muito na hora de fazer gols e igualmente quando deveríamos evitá-los.

Perderam a conta das favas...

Favas contadas errado...
Foi um sufoco danado, mas o Gigante reagiu e conseguiu a classificação para a semifinal da Taça Rio ao bater o time da família Miranda por 4 a 3. Foi o típico jogo em que quase perdemos para nós mesmos: o Vasco dominou a partida amplamente mas em duas vaciladas quase pôs tudo a perder. O Duque de Caxias praticamente não ameaçou, mas os moles que demos por pouco não compensaram a falta de capacidade do nosso oponente.