Marcos Braz


Estamos à deriva

Nem sinal de terra à vista...
É duro admitir, mas o Mais Querido parece sem rumo em meio à tormenta. Em menos de seis meses fomos da calmaria que advém das grandes conquistas à incerteza que surge quando não há comando - situação que infelizmente parece intrínseca ao cotidiano do Rubro-Negro. E por mais que alguns digam que a atual administração não tem culpa dessa confusão, sinto-me obrigado a discordar.

All in

É tudo ou nada!
Depois de mais um proverbial sumiço, eis-me de regresso. Da última passagem por aqui estava bem amargurado graças à trôpega campanha do Mengão na Libertadores. Depois disso ainda tivemos que aturar a festa no canil por causa do Cariocão (com ou sem trocadilho). Mas não é que estamos nas oitavas da Liberta? E temos nosso habitual freguês Curíntia pela frente? É, Nação, parece que o tempo vai virar. É nossa única aposta, temos que jogar com o que há na mão e apostar tudo pra quebrar a banca. Vamos que vamos.

A fervura não baixa

Por Alessandro - 29/03/10, 18:44
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Abaixa o fogo aê!
Estamos tranquilões no Cariocão. Só temos que fazer o nosso pra seguir em frente na Libertadores. Nosso ataque, com todo o bafafá extra-campo, continua funcionando que é uma beleza - temos o artilheiro e o vice do Estadual. Então por que diabos o ambiente no Flamengo segue tão carregado?

Hora da revolução

Temos que conter os bárbaros...
Quando os repórteres que cobrem o dia-a-dia dos clubes de futebol têm material apenas sobre treinos e jogos, eles se referem a isso como 'campo e bola'. Pois hoje não tem 'campo e bola' aqui n'Os4Grandes - ganhar do Resende é nada além de obrigação. Vamos falar de política - calma, nada de Lula, Dilma ou Serra, que nem Rubro-Negros são. É da política do Flamengo mesmo - tão caótica quanto a nacional, diga-se.

Is love all we need?

Parceria começou bem...
É, Nação, a estreia do 'artilheiro do amor' (esse apelido escroto não pode pegar, na boa) saiu melhor que a encomenda. O cara mostrou bom preparo, muita disposição e garantiu a vitória com velocidade e oportunismo. Buscou entrosamento com Adriano, que ao contrário dele (ainda) não está em boa forma, abriu espaços e deu trabalho à defesa banguense.

Curto e grosso

Fica por aí mesmo, pangaré!
Nação, nem vou me alongar falando do jogo de quarta-feira, e por um motivo muito simples: não vi a peleja. O Mengão deu de 3 no Voltinha, Bruno Mezenga finalmente conseguiu marcar (duas vezes!) e Pet já voltou marcando um golaço. Cumprimos nossa obrigação, que é atropelar esses timecos e guardar energia pros clássicos (vem, Fluzim, vem!).

A lei da Física também vale aqui

Prudência nunca é demais...
Exatamente um mês depois da hexafaçanha, me reapresento, assim como o elenco do Mais Querido. E a situação, é boa? Pra ser sincero, não vejo com bons olhos, não. Everton foi embora (perder pra time do México é sacanagem!), Aírton também e até Angelim agora faz doce pra renovar contrato. Pra piorar, não chega ninguém!

Em três toques

Não tem conversa: tudo o que a Nação quer ver domingo, a partir das 18h30, no Maracanã, é a forra da humilhante goleada sofrida para o Coxa no primeiro turno. Verdade que o dilatado placar foi construído com as generosas colaborações de alguns atletas (Bruno, o Capitão Chester, à frente), mas o que ficou foi a ressaca de levar cinco daquela mulambada. Então temos que partir pra cima e atropelar, o resto é caô - até porque o Ney Fraco, treineiro dos alviverdes paranaenses, é nosso freguês. *****************************************************