Marlone


Desconfiança

Desconfiança

Para um primeiro jogo de temporada, a vitória do Vasco sobre o Boavista foi uma grata surpresa, ainda que não seja garantia nenhuma de que a torcida passará 2013 comemorando (e nem poderia ser, já que nenhum time consegue mostrar todo seu potencial em tão pouco tempo). Ontem no Blog da Fuzarca falei que a postura do time e a vontade de vencer mostrada desde o início da partida foi o que mais chamou a atenção nesse novo grupo. Aqui vamos falar um pouco sobre o time em campo.


Carimbada

carimbada

Uma das vantagens de se ter um ótimo time titular numa competição como o Brasileiro foi vista ontem na vitória do Vasco sobre o Fluzim no Vazião. É claro que estou falando do grupo tricolete: o fato dos esquisitões do Laranjal terem 11 titulares de qualidade e definidos na cabeça do treinador faz, por consequência, que eles também tenham um time reserva definido. Dessa forma, na hora de ir a campo, os suplentes tricoletes apresentam um entrosamento acima da média, já que treinam juntos há um bom tempo - e no caso, contra a melhor equipe do campeonato.


Intransigência

Intransigente

Um dos piores legados da gestão Dinamite foi ter ampliado, e muito, o número de torcedores vascaínos intransigentes. Por conta das milhares de promessas não cumpridas e pelas esperanças enterradas em decorrência das expectativas frustradas, o torcedor do Vasco se tornou, em geral, um sujeito ainda menos racional do que geralmente é o torcedor comum.


Gerente de crises

gerente de crises

Gaúcho deve ser uma pessoa muito querida dentro do clube. Só isso explica as atuações do time sob o seu comando. Não que a vitória sobre o Palmeiras ou o empate de domingo contra o Galo tenham sido exibições de gala (com o perdão pelo trocadilho). Mas se o atual treinador interino não é um milagreiro que concede o dom da bola para quem é perna-de-pau, pelo menos parece espantar a má vontade que acometia o elenco antes de aparecer para apagar incêndios no time.


Gato-Mestrices

Gato Mestre

No início de setembro, Luis Roberto, narrador e comentarista de esportes da Rede Globo, havia declarado que Vasco, São Paulo, Inter e Cruzeiro estavam na briga por uma vaga no G4, sendo que dos quatro, o que tinha as menores chances era o Gigante, que estava em "viés de queda". Quase dois meses depois, após várias rodadas em que todas as equipes oscilaram na competição, finalmente a Bambilândia e o Colorado nos ultrapassaram. O "viés de queda" se completou com o alvinegro também à nossa frente.


Tentativas. E erros.

Protesto

Marcelo Oliveira acumula uma sequência de quatro derrotas, mas não se pode falar que ele não fez de quase tudo para o time render mais. No pouco tempo em que ele está no comando do time, ele já mudou o esquema do time, improvisou jogadores, atendeu aos seus pedidos por posições dentro do time, barrou alguns titulares, colocou os garotos da base...O time mostrou alguma evolução em um ponto ou outro, mas segue perdendo.


Menos uma escrita!

Escrita

A tão falada "sequência no G4" foi para as cucuias, numa escrita encerrada pela derrota vascaína para o Santos e pela vitoria do São Paulo sobre o Figueira.

E se for apenas pela escrita, melhor assim. A história recente mostra que sempre nos damos mal toda vez que o Vasco tem, alem dos pontos a conquistar, marcas a defender. Foi assim com o "gol 1000" do Romário e com a série invicta do PC Gusmão no Brasileiro de 2010.


(Ainda) depende de nós...

JP Sentado

Quando eu dizia que o Vasco deveria tentar impedir a ida do Dedé para jogar - jogar?!?!? Ele vai é ficar no banco! - um amistoso contra o Iraque (?!?!?!) pela seleção, alguns comentaristas alegaram que os outros times também perderiam jogadores importantes. Contra-argumentei dizendo que o Vasco tem o Dedé e o Juninho e o São Paulo tem Lucas, mas também tem Luis Fabiano, Rogério Ceni, Jadson, Osvaldo...Ontem pudemos ver a falta que o Dedé fez ao time e como o elenco tricolor não depende apenas do Lucas.


Mostrando serviço

esquema

Há algo de errado em um time que passa a maior parte do tempo pressionando o adversário e tem seu goleiro como melhor jogador.  Foi exatamente isso o que aconteceu no primeiro tempo entre Vasco e Atlético-GO no Serra Dourada no sábado. E esse “algo de errado” é fácil de se entender e todo torcedor já sabe do que se trata. É uma soma de necessidade de vitória, adversário retrancado, laterais fracos no apoio e na defesa e ataque inexpressivo.


Hora da prata da casa

Prata

Passadas duas rodadas da Taça Rio e as coisas começam a funcionar com mais lógica. Depois de uma estreia onde apenas o canil venceu, Vasco, Fluzim e mulambada venceram seus jogos e se já não estão na liderança dos seus grupos (caso do Gigante), estão próximos da zona de classificação para as semifinais, de onde não devem sair depois que os quatro grandes do Rio atingirem as primeiras colocações de cada grupo.