Max


Qual é o time ideal?

Time ideal?

Por mais que a vitória contra o Madureira não tenha convencido ninguém e que o jogo tivesse sido de dar calo no olho de tão ruim por boa parte dos seus 90 minutos, a torcida do Gigante não pode reclamar nem por um minuto. O adversário podia ser bem fraquinho, mas jogamos sem ataque e com apenas um jogador fazendo algo que preste no meio de campo. E isso porque o Vasco só jogou, na real acepção da palavra, apenas o segundo tempo. Vencer por 3 a 0 e manter a liderança do grupo nessas condições já pode ser considerado um feito.


Hora da prata da casa

Prata

Passadas duas rodadas da Taça Rio e as coisas começam a funcionar com mais lógica. Depois de uma estreia onde apenas o canil venceu, Vasco, Fluzim e mulambada venceram seus jogos e se já não estão na liderança dos seus grupos (caso do Gigante), estão próximos da zona de classificação para as semifinais, de onde não devem sair depois que os quatro grandes do Rio atingirem as primeiras colocações de cada grupo.


Pra não tropeçar no fim

Tropeço

Há muito pouco o que se dizer sobre a vitória do Vasco sobre o Voltaço, quarta-feira passada na Colina. Ainda mais depois do Bernardo ter feito o que fez. Mas como alguns leitores perguntaram se eu ainda falaria sobre a partida, teço alguns poucos comentários sobre a partida e a atuação dos jogadores.

Mesmo contra um adversário que ainda luta por uma vaga na semifinal da Taça Guanabara, foi a vitória mais fácil do Vasco nesse turno. E se não resolvêssemos que o jogo acabou ainda no primeiro tempo, poderíamos ter enfiado uma sacolada histórica no Voltaço.


A torcida tem razão

Burro

A impressão que a derrota para o Nacional deixou para a torcida é a de que o Vasco simplesmente não conhecia nada do adversário. Ou que, se conhecia, não viu nada demais no futebol do campeão uruguaio, o que seria ainda pior que a primeira opção, já que evidenciaria um tremendo de um salto alto.


Com esse meio não pode ser assim

Esquema

As dificuldades naturais de um início de temporada não foram levadas em consideração por parte da torcida e a vitória por 2 a 0 sobre o Americano não serviram para evitar as espinafrações pra cima do trabalho do Cristóvão. Não que o time não pudesse ter tido uma apresentação mais convincente - e talvez até pudesse, mesmo com as características da partida de ontem - mas a questão é o objetivo das críticas.


E agora, Caetano?

E agora?

A vitória sobre o Inter foi providencial. Nos manteve nas proximidades do G4, aumenta a moral do time, acabou com a fase ruim em São Januário e a sequência sem batermos os maiores clubes.


Teoria da Conspiração

Conspiração

A torcida já sacou tudo. O achocolatado sofrido pelos reservas do Vasco ontem foi uma estranha estratégia motivacional de duas vias bolada pelo Ricardo Gomes. A ideia é simples: ao levar um sapeca de 5 a 1 do mesmo clube que vamos enfrentar daqui a três dias numa final, por um lado faremos com que eles pensem que a partida decisiva será moleza e por outro deixaremos nosso time mordido para dar o troco em quem nos goleou.


Sabedoria

Gomes precisa de sabedoria

O time que Ricardo Gomes parecia ter escolhido para jogar contra o Ceará não foi o time que venceu o Vozão por 3 a 1. Irrazabal e Caíque não jogaram e Elton acabou sendo o único atacante, com Bernardo tendo liberdade para chegar mais perto do ataque. A escolha acabou dando certo, e tirando os primeiros 20 minutos da etapa final, o Vasco não teve muitos problemas para dominar a partida.


Medíocre por definição

Mediocridade

O Vasco encerrou sua participação no Brasileirão 2010 vencendo o Ceará por 2 a 0 e tomando do clube nordestino a 11ª colocação. Com essa posição intermediária, ali no meio da tabela, fica bem fácil definir o desempenho da equipe nesse campeonato: medíocre (a se entender o termo como definido no dicionário "de qualidade média, comum; mediano, meão, modesto, pequeno").


Jogando e aprendendo

Para aprender algo...

Acho que tudo o que deveria ser dito sobre o clássico com os tricoletes foi dito no post do Blog da Fuzarca. Se o PC Gusmão encarar a derrota como uma prova de que o time tem outra atitude quando joga com mais homens de frente, já terá valido de alguma coisa. Mas é claro que a diretoria precisa colaborar: com atacantes que não sabem fazer gols, fica complicado vencer. Mesmo com três atacantes e quatro armadores em campo.