Ney Franco


O valor da maturidade!

A maturidade traz o bom gosto...

Finalmente acabou o Brasileirão e chegou a hora da diretoria mostrar o que vinha fazendo na encolha. Todos os reforços que viriam de times ainda atuando esse ano estão liberados e não há mais razão para deixar a torcida na expectativa.

Dos que ainda tinham jogos até ontem, apenas Léo Gago foi confirmado e ele joga justamente na posição na qual o elenco tem menos carência. O maiores problemas do time agora são nas laterais (onde não temos reservas) na zaga (falta um nome confiável) e no ataque (precisamos de um matador). E, obviamente, falta ainda um técnico.

Captando sinais

Esperando por sinais da Colina

A demora da diretoria vascaína para anunciar o novo treinador está tirando a torcida do sério. A paciência nunca foi uma qualidade que a torcida esbanjasse, mas não vejo qual seria a ventagem de se estressar por antecipação. Nada do que apareceu na imprensa até agora foi confirmado, sejam as boas notícias ou as más.

Fim de festa

Jogo no Ipatingão foi de dar ressaca...

O clima de fim de festa foi a tônica da partida entre Ipatinga e Vasco. Com o time visivelmente cumprindo tabela, cheio de jogadores que, se Deus quiser, não vestirão mais a armadura cruzmaltina e até mesmo o Dorival não muito preocupado com o jogo, perdemos por 2 x 0 a última partida da história do Gigante na Série B .

No dos outros é refresco...

Pimentinha

Um diretor do América-RN criticou a decisão do Vasco de jogar com o time reserva contra o Ipatinga, na última rodada do campeonato. Teria dito "É lastimável. É preciso honrar a competição até o fim independentemente da posição na tabela."

O desmemoriado dirigente potiguar não se lembrou de um fato: o América-RN só livrou-se do rebaixamento para a Série C ano passado porque venceu os Gambás na última rodada do Brasileiro. E a vitória foi sobre o time reserva do Corinthians.

Força Carioca

Na reta final, estamos detonando a paulistada. Na bola!

É mesmo surpreendente o universo do futebol. O que o torna muito interessante é essa imprevisibilidade. Quem apostaria um real que fosse nesta sequência de vitórias do tricolor: Galo, Cruzeiro e Palmeiras? E o Petkovic? Há poucos meses, só ele acreditava em sí próprio. Foi integrado ao elenco mais por questões financeiras que propriamente por seu talento, e hoje é disparado o melhor jogador do Campeonato Brasileiro. O problema, de maneira geral, é manter a regularidade.