Nílson


Sem banco

Não há banco na Colina

Depois de mais uma atuação fraca e mais uma derrota para um adversário pouco qualificado, ficou claro: o Vasco não tem elenco para uma competição do nível e da duração de um Campeonato Brasileiro. Bastaram duas partidas mais complicadas - o empate com o Grêmio e a vitória sobre os Gambás - para o time do Vasco ficar fisicamente em frangalhos. Até, tudo bem. O problema é que as peças de reposição numa situação como essa se mostram de uma ineficiência gritante.


Menos reclamação e mais trabalho

Só gritar não adianta

Pior que o pênalti cometido pelo Nilton, pra mim, foi a reação do PC após a marcação do fraco árbitro Cleber Abade. O destempero do treinador acabou passando a impressão de que ele procurava um bode expiatório para mais um empate do Vasco em casa. Como se o fato do time ter apenas se defendido no segundo tempo fosse culpa do juiz.


Sorte de Libertadores

A sorte sorri para o Vasco
O Vasco praticamente não deu chances ao Grêmio Prudente na vitória de ontem, por 2 a 1. Teve mais posse de bola, finalizou mais e correu muito poucos riscos. Apesar disso, ainda podemos dizer que demos sorte no resultado. Não pelo volume de jogo, muito superior para o lado do Gigante, nem pelas chances de gols que tivemos, que foram inúmeras. Mas no gol da vitória e na chance desperdiçada pelo adversário no final do jogo, é fato que dona sorte sorriu pra gente.

Caça às bruxas

É preciso achar o alvo certo pra fogueira...

O Vasco jogou muito mal contra o Santos e os 4 a 0 ficaram até barato. O primeiro tempo em que o time marcou em cima o peixe chegou a dar uma esperança na torcida, mas a bronca que o Dorival deve ter dado nos seus comandados serviu para despertar o anfitrião e, resolvendo jogar, o desfalcado e combalido time do Vasco não foi capaz de evitar o vexame.