Nilton


Pra não depender da camisa...

Camisa azul

Como falei no Blog da Fuzarca, ganhar os três pontos sobre o Grêmio foi o mais importante. Mas isso não nos impede de ficar preocupados com o que foi o jogo. O fato de termos uma penca de reservas no time deve ser levado em consideração, mas não podemos esquecer que o Grêmio também estava com uma equipe mista. Ainda assim eles tiveram mais posse de bola e finalizações que o Vasco.


Mais que o apito...

Amigo Gambá

Que o Sandro Meira Ricci ia aprontar das suas, era quase certo. Ele teve poucas chances para influenciar o resultado e, quando ela apareceu, ele não deixaria barato. Mas de qualquer forma, não dá pra colocar apenas no apito amigo gabazento a responsabilidade pelo empate com o Curintías. O time jogou bem, com brio e mostrou que não temos qualquer motivo para temer os gambás, mesmo em sua toca. Mas é fato que, e já está ficando chato repetir essa ladainha, mais uma vez faltou um pouco de ousadia ao Cristóvão.


Covardia

Covardia

Poderia ter sido muito mais fácil, mas a classificação do Vasco acabou vindo após um perrengue tremendo, com o time sofrendo uma virada e tendo que decidir a vaga para as quartas de final da Libertadores na disputa de pênaltis. E, mais uma vez, as dificuldades do time foram em grande parte fruto da atuação do Cristóvão Borges.


A mão do interino

interino e o maestro

Pelos comentários no Blog da Fuzarca depois de mais uma eliminação mulamba com assinatura vascaína, deu pra perceber que a galera considera que tudo o que houve de positivo veio por conta do talento dos jogadores e tudo de negativo veio exclusivamente por culpa do Cristóvão. Não concordo com isso. O interino deu suas vaciladas, mas muito da nossa vitória saiu da cabeça do treinador.


A volta dos que não foram

Não foram

O Nova Iguaçu, independente do respeito que mereça qualquer adversário que tenhamos, não chega a ser um teste dos mais complicados (ainda que tenhamos passado alguns riscos na vitória de domingo por 3 a 1). De qualquer forma, pudemos ver uma verdadeira "volta dos que não foram" na partida.


Atitude tardia

Briga

Que o jogo contra a framengada não valia quase nada na prática, poucos hão de discordar. Mas aquela história de “perdemos quando podíamos perder” não cola em clássicos, muito menos num clássico contra a mulambada. Todo mundo queria uma vitória, fosse com o time titular ou o time reserva. Ninguém vai relativizar esse 2 a 1 por conta de desfalques ou dos já habituais pênaltis a nosso favor que são ignorados.


Herói inesperado

Heroi

Para um jogo bizarro, um herói inesperado. Fellipe Bastos, que num primeiro momento nem estava escalado pra começar a partida contra o Alianza (a dúvida do Cristóvão era entre Eduardo Costa e Nilton), entrou, jogou mal e ainda assim salvou o Vasco com seus dois gols. E não só o Vasco: se Bastos entra e não faz nada, a batata já bastante assada do interino seria definitivamente esturricada no forno da torcida (não, claro, que isso signifique que Cristóvão perca um milímetro da moral que tem com a diretoria).


Mais uma teoria da conspiração

Conspiração

O time sensação da Taça Rio não foi páreo para os reservas do Vasco, que aplicaram um sonoro e definitivo 4 a 1 sobre o Macaé. Com o resultado - e como falei no Blog da Fuzarca, com a postura tomada pelo time - ficamos mais próximos da classificação e podemos ir mas tranquilos para Lima encarar o Alianza pela Libertadores.


Pior só que bem acompanhado

Felipe no Paraguai

Mesmo que o empate entre Vasco e Libertad não tenha agradado a torcida - e nem poderia - uma coisa é certa: não precisaríamos mesmo do Juninho para vencer a partida. Sem a expulsão infantil do Diego Souza e a entrada do Rodolfo em campo decorrente desse ato, dificilmente o time paraguaio teria tido forças para empatar a partida.


Qual é o time ideal?

Time ideal?

Por mais que a vitória contra o Madureira não tenha convencido ninguém e que o jogo tivesse sido de dar calo no olho de tão ruim por boa parte dos seus 90 minutos, a torcida do Gigante não pode reclamar nem por um minuto. O adversário podia ser bem fraquinho, mas jogamos sem ataque e com apenas um jogador fazendo algo que preste no meio de campo. E isso porque o Vasco só jogou, na real acepção da palavra, apenas o segundo tempo. Vencer por 3 a 0 e manter a liderança do grupo nessas condições já pode ser considerado um feito.