Rafael Carioca


Menos boatos que de costume...

Poucos boatos caindo do céu...

As negociações do Vasco estão sendo noticiadas com tanta antecedência que a maioria delas não pode ser chamada de boato. Depois das chegadas do atacante Marcel e do zagueiro Anderson Martins - que até agora não se sabe se vem mesmo ou não, pelo menos pela declaração do presidente do Vitória - os nomes que vem sendo ventilados estão assumidamente conversando com a diretoria vascaína.


Quem se importa com o que pensa a torcida?

Quem mais deveria se importar não parece muito preocupado

Mais um empate, dessa vez com a bambilândia paulista. Mais uma vez saindo na frente e permitindo o adversário chegar à igualdade. Mais uma vez jogamos melhor, mas não sustentamos o resultado principalmente por duas deficiências crônicas da equipe: a total incapacidade do ataque converter as chances criadas e a falta de suplentes à altura.


Jogando e aprendendo

Para aprender algo...

Acho que tudo o que deveria ser dito sobre o clássico com os tricoletes foi dito no post do Blog da Fuzarca. Se o PC Gusmão encarar a derrota como uma prova de que o time tem outra atitude quando joga com mais homens de frente, já terá valido de alguma coisa. Mas é claro que a diretoria precisa colaborar: com atacantes que não sabem fazer gols, fica complicado vencer. Mesmo com três atacantes e quatro armadores em campo.


As trocas do PC

Seis por 1/2 Dúzia

Vejam vocês...PC deu a entender que entraria em campo com dois armadores e dois volantes contra o Grêmio Prudente. Em cima da hora, deixou o Fumagalli no banco e entrou com o Romulo.

Beleza, o garoto teve estrela e garantiu nossa vitória marcando os dois gols que fizemos. Mas se pensarmos bem, a opção pelos três volantes acabou se mostrando um equívoco total, mesmo com o time levando os três pontos. Acompanhem meu raciocínio:


Vitória do delega...

O delega se saiu melhor...

Além da vergonhosa falta de vontade e apatia do time ontem, outra coisa que merece ser comentada na péssima apresentação do Vasco na derrota diante do Vitória por 4 a 2 foi a incapacidade do PC Gusmão em fazer a equipe jogar bem contra o que chamei de "time padrão" do Delegado. O Vitória do Antonio Lopes é o mesmo 4-4-2 que ele usa há décadas, sem tirar nem por. Ele lota o meio de campo de gente, coloca todo mundo marcando - ou como ontem, batendo o tempo todo - e explora os contra-ataques. Até minha mãe adivinharia que o Vitória jogaria dessa forma. O PC, pelo visto, não.


A culpa não é (só) do PC.

Culpado, mas nem tanto

A torcida do Vasco é difícil de ser agradada. Não que os 394 empates nesse campeonato brasileiro possam agradar qualquer torcedor, claro. Mas o pessoal tem se mostrado de uma intransigência incrível.


Sem banco

Não há banco na Colina

Depois de mais uma atuação fraca e mais uma derrota para um adversário pouco qualificado, ficou claro: o Vasco não tem elenco para uma competição do nível e da duração de um Campeonato Brasileiro. Bastaram duas partidas mais complicadas - o empate com o Grêmio e a vitória sobre os Gambás - para o time do Vasco ficar fisicamente em frangalhos. Até, tudo bem. O problema é que as peças de reposição numa situação como essa se mostram de uma ineficiência gritante.


Prefiro me calar...

Cala-te boca...

O Gigante detonou o Timão por 2 a 0 e deixou a torcida mais uma vez com aquela cara de "...e se?". Não que adiante pensar nisso. Os pontos perdidos não voltam e resta à torcida imaginar onde poderíamos estar se jogássemos sempre como jogamos ontem.


Relatório Cartola FC - 28ª Rodada

A liga d´Os 4 Grandes

Mais uma vez o Gigante da Malta FC, meu time na liga Os 20 Grandes, teve uma rodada fraca. Mesmo tendo escalado o Jonas, meu time não fez mais que 79.51 pontos. Com isso, ele não mereceu nada acima da 267ª posição na rodada. A classificação ruim do GMFC tem uma razão: a galera arrebentou nesse meio de semana. Todos os integrantes do Top 3 da rodada fizeram mais de 140 pontos.


Tinhoso

Está sendo um inferno bater o Vasco!

Se podemos tirar algo de positivo nesse 13º empate do Vasco no campeonato – dessa vez com o Atlético-PR – é que, se não conseguimos vencer fora quase nunca, também é raro perdermos. O leitor dirá “Ora! Mas isso é óbvio!”. Concordo, mas como toda obviedade, esse também é um fato indiscutível.

Mas porque eu falo isso justamente quando a torcida deve estar mais uma vez Revoltada com outro empate?