Rafael Sobis


É TETRA!

Muralha

É TETRAAAAAAAAAAAAA!!! Finalmente a contagem regressiva acabou. Em maio, quando da eliminação precoce na Libertadores com um gol no último minuto do jogo contra o Boca, saindo do Engenhão, eu falei: "Seremos tetra." Não era uma profecia, uma tentativa de sofrer menos, nada disso. Era apenas a certeza absoluta que o time era muito competitivo, que Abel tinha o grupo na mão e que tínhamos o melhor elenco do Brasil.


Irresponsabilidade e prepotência

Quase fim de jogo no Canindé e Fred forçou o cartão amarelo claramente para poder estar limpo numa fase mais aguda do campeonato. Fez isso por julgar que o jogo com o lanterna da competição, em casa, seria um grande churrasco para consagrar Samuel, seu reserva mirim. Fez ou foi orientado a fazer. Seja como for, o que se viu no jogo foi exatamente a falta de um atacante para fazer os gols. Todos tentaram, mas só o menino Michael, que entrou durante o jogo, conseguiu. Com a zaga perdida, tomamos dois gols e poderíamos ter levado pelo menos mais dois.


Competitivo como sempre

Jogamos mal como em várias outras oportunidades. Vencemos como em outras tantas oportunidades também. O que dizer deste Fluminense? Competitivo é a palavra. Mesmo jogando mal, nós já sabemos que, mais cedo ou mais tarde, sairá o gol da vitória e Cavalieri fechará o gol diante das investidas do rival. Está sendo assim desde o início do Brasileiro. Está sendo assim o ano inteiro.


Atropelou!

Já somos campeões? Ainda não. Mas o atropelamento deste domingo deixou a cachorrada toda amassada. Com 3 gols de frente é muito difícil o Flu perder o 31º título estadual.


Semana de ajustes

Abel Braga tem uma semana inteira de treinos para definir a equipe que enfrentará o Botafogo nas finais do Carioca e o Inter no jogo de volta da Libertadores. Ao meu ver, alguns ajustes podem ser feitos. Vamos a eles...


Reservas de fato

Por Alvim - 19/03/12, 15:48
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Incomoda?

O que vimos em Moça Bonita no sábado foi triste. O Fluminense que pedimos "com garra e com raça" inexistiu. A atuação de um time misto quase reserva me levou a uma reflexão: Ser reserva de caras tão bons e incontestáveis incomoda? A analisar, os comportamentos de Rafael Moura, Rafael Sóbis e Wagner.


A incógnita feliz

Existe um time no Brasil que não tem boa estrutura, mas conta com um grande patrocinador. Treina em sua própria sede, reúne condições boas, mas não ideais, e montou um elenco excelente para 2012. Disputa atualmente duas competições. Venceu o primeiro turno de uma e está na final do Estadual, aparecendo como o melhor time da competição, em critérios fáticos. Na outra, a mais importante, venceu os três jogos que disputou e lidera a chave com folga, podendo avançar para a fase de mata-mata com duas rodadas de antecipação. É, hoje, matematicamente, o melhor time da América do Sul.


Um cochilo para a Libertadores

Cochilo na hora certa

O público foi tão pequeno no Fla x Flu que o time reserva do Fluminense e Abel conseguiram o cochilo tão esperado por todos depois de vencer o Boca. Como consequência, vitória mulamba num jogo em que o goleiro deles foi o melhor em campo, mesmo com a imensa preguiça dos tricolores que entraram em campo. As atuações de Rafael Moura, Edinho, Anderson, Thiago Carleto e Wagner foram abaixo da crítica.


Começou!

Depois de uma fase de grupos horrenda, cheio de jogos bizarros, em que o Flu conseguiu se enrolar e garantiu a classificação devido a uma combinação de resultados na última rodada, é hora do time resolver a situação de Abel ou complicar de vez. Sou contra qualquer tipo de fritura, mas o fato do time não ter uma jogada me incomoda demais. Como torcedor, quero sempre que o Fluminense vença e, por isso, torcerei pelo brilho individual dos atletas do meio pra frente.


Sobrevida

Vencemos. Depois de 3 rodadas de insucessos no Carioca, voltamos a conquistar um triunfo, mesmo com o juiz tentando complicar. Junto com o jogo, ganhamos uma sobrevida na Taça Guanabara e temos que vencer o Bangu e torcer contra o Boavista no fim de semana, a fim de assegurar vaga nas semifinais. A sobrevida não é só do time, mas também de Abel, que continua sem conseguir organizar o time, mas tem o apoio dos jogadores, já que em todos os gols de ontem, os atletas correram para o comandante e o abraçaram.