Rodriguinho


Carta ao ano de 2011

Leia com atenção, 2011...

'Prezado 2011,

estou aqui para lhe escrever sobre um time chamado Fluminense Football Club. A sede desta agremiação é no Rio de Janeiro, abençoado pelo Cristo Redentor, iluminado pelo sol de 40º e banhado por águas refrescantes. Este clube é especial e diferente de todos os outros. Fidalguia, beleza, inteligência e educação são características peculiares de sua torcida.


Rumo ao Tri!

Hora de finalizar o trabalho...

Tricolores, as pernas tremem, a voz falha, o coração dispara. Este título que podemos concretizar neste fim de semana (como está perto!!), se vier mesmo, começou a ser conquistado ano passado, quando um desenganado Fluminense promoveu a maior reação já vista na história do futebol brasileiro. Foi naquele momento que adquirimos a postura do "é nosso e ninguém tira". E assim que temos que jogar neste domingo.


Quarto capítulo - Líder de novo!

Faltam dois...

Depois do capítulo em que nosso personagem preferido se ferra, o que acontece? Ele se recupera! E foi assim nessa nossa série. O quarto capítulo foi espetacular para o nosso Fluzão. Goleamos o desinteressado São Paulo em Barueri, com direito a 'torcida única' no estádio. Em Salvador, o resultado mais esperado e, como eu disse no post anterior, a última esperança do Flu: empate entre Vitória e os gambás. Com isso, assumimos a liderança novamente, faltando apenas dois jogos para o fim do campeonato. Repito: somos líderes faltando dois joguinhos apenas!


Vencer ou vencer

Só a vitória serve!

Depois de ficarmos 20 rodadas na ponta, vacilamos na última rodada e perdemos a dianteira. Agora, faltando três jogos para o fim do campeonato, apenas a vitória interessa. Virou 2009 de fato, só que pela taça. Ano passado não dependíamos só de nós, precisávamos secar os adversários. Esse ano, precisamos secar também. Nada é fácil para o Fluminense. Se fosse fácil, não seria nosso. É um olho no peixe, outro no gato. Adaptando: um olho no Flu, outro no gambá. E sem descuidar da raposa.


Primeiro capítulo

Um capítulo de cada vez... Por um final feliz!

Começa neste post uma série que pode levar o Flu ao título brasileiro, meta considerada inatingível há alguns anos. Para tal, precisamos escrever de maneira criativa, determinada e raçuda, além de técnica e habilidosa, os seis capítulos que faltam de nossa saga. Estamos olhando de cima há muito tempo. E agora é hora de chegar ao topo. Estamos próximos, mas temos companhias. Cruzeiro, ao lado, Corinthians, pertinho, e Botafogo, um pouco mais longe, são os times que ameaçam nosso 'final feliz'.


Sorte de campeão?

Não podemos reclamar da sorte...

"Aqui é trabalho", diria Muricy Ramalho. Mas diante dos resultados desta rodada, faltando apenas sete para o fim do campeonato, eu diria que, além de trabalho, "aqui é sorte". E põe sorte nisso. Obviamente, a sorte acompanha a competência. Temos 54 pontos na tabela com muito suor. E agora voltamos à ponta com uma boa dose de sorte. Vamos entender como pensar isso.


Hora da arrancada

Escalando... para voltar ao topo!

Oficialmente somos campeões do primeiro turno. O que isso garante? Nada. Então é hora de olhar para o primeiro turno e tirar dele as lições para esta arrancada final rumo ao título. Os bigodes fizeram o serviço sujo e mantiveram o Flu em segundo, no geral. Nas próximas duas rodadas pegamos Botafogo e Atlético-PR. O Cruzeiro pega Grêmio e Atlético-MG. Quatro jogos equilibrados. Mas é a hora de fazermos aquela diferença lá do turno anterior. É a hora da arrancada!


5 gols perdidos = Liderança perdida

Ninguém quer ver tanto gol perdido...

Goleiro, lateral, zagueiro, zagueiro, lateral; volante, volante, meia, meia; Rodriguinho e Washington. Coloquem Rodriguinho e Washington em qualquer time. Qualquer um. E seu time terá que ter 538 chances de gol para fazer unzinho. Em Minas, deixamos temporariamente a liderança. E deixamos porque Washington perdeu três gols. Um sem goleiro. E Rodriguinho perdeu dois. Ambos na pequena área. O segundo, inclusive, em impedimento não marcado, para ver como ele estava tão livre. A culpa deve ser da bola...


Deu (quase) tudo errado

Era melhor antes...

Noite triste em Engenho de Dentro. Primeiro que a torcida do líder do campeonato que, no Maracanã, colocava 40 mil por jogo agora não passa de 15 mil. A segurança e a dificuldade para se chegar de carro são os principais fatores. Além do estádio, vendido como oitava maravilha do Mundo, ser uma porcaria. Tudo caro, rampas intermináveis, arquibancada muito íngreme e as barras brancas para que você se segure, a fim de evitar que você seja arremessado ao campo numa comemoração de gol. Pelo menos Cesar Maia ficou pelo caminho na luta pelo Senado. E que não ganhe nada nunca mais.


Por uma grande rodada

Rodada Chave!

Tricolores, chegamos a uma rodada chave. Depois de todos marcarem passo no fim de semana eleitoral, os três ponteiros da competição têm jogos complicados. E é nessa hora que se percebe quem tem fôlego para chegar ao título. Pegamos o Santos no Engenhão. Os gambás pegam o galo em Minas. E a raposa vai a Goiânia jogar contra o Goiás. É pedir muito abrir 5 pontos muito importantes agora? Aos fatos...