Rômulo


10 minutos

10 minutos

Cortando as gentilezas, o Duque de Caxias é um time bem fraco e não representou perigo para a vitória do Vasco por 3 a 1. Mesmo com um campo que parecia um pântano, o que facilita muito a vida do time que tem menos qualidade e tem como maior preocupação se defender,  os caras não conseguiram fazer frente ao Vasco por mais que dez minutos.


Com esse meio não pode ser assim

Esquema

As dificuldades naturais de um início de temporada não foram levadas em consideração por parte da torcida e a vitória por 2 a 0 sobre o Americano não serviram para evitar as espinafrações pra cima do trabalho do Cristóvão. Não que o time não pudesse ter tido uma apresentação mais convincente - e talvez até pudesse, mesmo com as características da partida de ontem - mas a questão é o objetivo das críticas.


O Borges vacilou

Borges

Dessa vez, não tem jeito: pode ser que a derrota para o Universidad de Chile acontecesse da mesma forma caso a substituição não fosse feita, mas que a entrada do Diego Rosa no time foi um erro gritante do Cristóvão, isso não há como negar. Não que o garoto tivesse feito algo grotesco na partida ou que o interino tivesse alguma opção muito melhor no banco.


4ª força?

Na rodada em que vencemos o Avaí, acabamos com as chances dos mulambos e do canil de chegarem ao título do Brasileiro. Ontem, com a vitória sobre os tricoletes, acabamos com as chances do laranjal.


Falta de opções?

Falta de opções?

Pra mim, o empate por 1 a 1 com o Universidad (CHI) não é motivo para desespero. Se o time jogar da mesma forma que atuou no primeiro tempo do jogo, podemos muito bem marcar gol ou gols para garantir uma vaga na final.


Agora é secar

secador branco

Quando o treinador Edson Coutinho falou sobre “honrar a camisa” e “encerrar o campeonato com dignidade” numa entrevista antes do começo do jogo, imaginei imediatamente o que pretenderia o Avaí diante do Vasco ontem: perder de pouco. Não deu outra. Mesmo sem ter muito sentido, já que para o time de Santa Catarina só a vitória poderia ter algum interesse, a equipe de Coutinho veio numa retranca completa. O problema é que o time ao Avaí é realmente muito fraco.


Voto de confiança

Voto de confiança

O Botafogo é um clube tradicionalmente ligado à superstição. Isso torna a vitória do Vasco por 2 a 0 ainda mais irônica: justo contra o rival que mais acredita nos "sobrenaturais de almeida", vencemos o clássico de maneira quase científica. Jogamos na casa deles, era dia 13, Loco Abreu veio correndo da seleção uruguaia, e nada disso impediu que levássemos os três.


Não enxergando o óbvio

Óbvio

A revolta muitas vezes nos cega para o óbvio. Pela reação da torcida com o empate diante do São Paulo, parece que foi exatamente isso que aconteceu.

Como o resultado que esperávamos não aconteceu, o time não acertou nada, Cristóvão só fez besteiras, não terem marcado dois pênaltis a nosso favor não faz diferença e o título já era. Essa é a voz da revolta, mas não necessariamente é a voz da verdade.


Calando a boca (de alguns)...

Shut the f*** up!

Cristóvão Borges calou a boca de muita gente com a vitória do Vasco por 2 a 0 sobre o Bahia.

Calou os empolgados torcedores baianos, que contavam com a escrita de não perder para times cariocas nesse brasileiro.

Calou os que consideram que é o número de volantes que faz um time ser ofensivo ou defensivo.

Calou os que o chamavam de burro, ao saber alterar o esquema do time no decorrer da partida.


Onde está o erro

CB

É claro que a culpa pela derrota para o Aurora por 3 a 1 vai cair nas costas do Cristóvão Borges. Ele é o técnico, ele quem decidiu levar 15 jogadores e foi ele quem escolheu os mesmos. Mas antes de simplesmente responsabilizar o interino, cabe procurarmos enteder as razões para ele ter tomado essa decisão.