Rômulo


Agora é com a diretoria

Fui

O assunto deveria ser o vergonhoso chocolate aplicado pelo Baea dentro da nossa própria casa, mas o pedido de demissão do Cristóvão acabou fazendo o 4 a 0 de domingo caducar como pauta. O que, para mim pelo menos, foi melhor, já que não seria nada agradável ter que ficar lembrando da terrível atuação do Gigante diante do tricolor baiano.


A memória falha...

desmemoriado

O Vasco perdeu outra partida, a terceira seguida em uma série de cinco jogos sem vitória. O time não vem jogando bem, parte por não ter opções no elenco, parte por equívocos do Cristóvão (e, como muito justamente diz a torcida, por culpa da diretoria, já que quem contrata jogadores e mantém treinadores no cargo é ela). Quanto a isso, não há o que discutir.

Mas aí a começarem a falar em “lutar pra não cair” e “será difícil chegar aos 45 pontos” vai uma distância GIGANTESCA.


O melhor jogador

Sorte

O melhor jogador do Vasco na vitória por 3 a 2 sobre a Ponte foi a sorte. Demos sorte em não levar todos os gols que poderíamos ter levado (Marcel fez dois mas compensou perdendo outros dois feitos) e igualmente demos sorte da Macaca ter nos dado o segundo gol e o juiz ter visto o pênalti que originou o terceiro. O fato é que não merecíamos a vitória. A Ponte, que mostrou que não era a toa a série invicta de cinco jogos, foi melhor durante os 90 minutos, dando um banho de aplicação tática sobre o nós.

E nisso teve uma grande ajuda do Cristóvão.


Vamos por partes...

Pedaços

A única jogada que o Felipe acertou em todos os 90 minutos foi no primeiro tempo, quando foi à linha de fundo e cruzou para Alecsandro QUASE marcar. E ele estava jogando na lateral nesse momento.

O time poderia ter começado a partida com Feltri na lateral e Felipe no meiuca. Mas o fato é que o Vasco fez um primeiro tempo melhor que o segundo, com Bastos no meio.


Seis por meia dúzia (como sempre)

Seis por 1/2 Dúzia

É difícil para um torcedor do Vasco achar que o empate com o Palmeiras refletiu o que aconteceu em campo. Não que não tenha sido um jogo parelho, o que até foi. Mas mesmo considerando as chances que os suínos perderam, a impressão que temos é que o Vasco poderia ter vencido a partida. Isso, igualmente considerando os erros do sr. Leandro Vuaden e seus auxiliares: um pênalti pro lado de lá, dois para o nosso, mais uma expulsão contra o Palmeiras e um gol anulado daquele jeito: se é para o Vasco, na dúvida, é impedimento.


Por que apenas um tempo?

45 minutos

A vitória sobre o Bahia foi mais uma em que o Vasco tem uma boa atuação no primeiro tempo e que no segundo corre riscos de não manter o resultado. E isso é atualmente a maior – se não a única – reclamação da torcida na campanha 100% que o time vem fazendo nesse Brasileirão. A questão que todos se perguntam é por que será que o Vasco sempre faz um segundo tempo bem pior que o primeiro?


O ataque não foi a melhor defesa

defesa

O maior desfalque do Vasco vem sendo a ausência do Dedé, que não joga há quase dois meses e nos deixou a mercê de Rodolfo e Renato Silva na zaga. Já o nosso ataque não é problema: tivemos o artilheiro do Cariocão e marcamos gols em todas as partidas do ano.


Pra não depender da camisa...

Camisa azul

Como falei no Blog da Fuzarca, ganhar os três pontos sobre o Grêmio foi o mais importante. Mas isso não nos impede de ficar preocupados com o que foi o jogo. O fato de termos uma penca de reservas no time deve ser levado em consideração, mas não podemos esquecer que o Grêmio também estava com uma equipe mista. Ainda assim eles tiveram mais posse de bola e finalizações que o Vasco.


Mais que o apito...

Amigo Gambá

Que o Sandro Meira Ricci ia aprontar das suas, era quase certo. Ele teve poucas chances para influenciar o resultado e, quando ela apareceu, ele não deixaria barato. Mas de qualquer forma, não dá pra colocar apenas no apito amigo gabazento a responsabilidade pelo empate com o Curintías. O time jogou bem, com brio e mostrou que não temos qualquer motivo para temer os gambás, mesmo em sua toca. Mas é fato que, e já está ficando chato repetir essa ladainha, mais uma vez faltou um pouco de ousadia ao Cristóvão.


Covardia

Covardia

Poderia ter sido muito mais fácil, mas a classificação do Vasco acabou vindo após um perrengue tremendo, com o time sofrendo uma virada e tendo que decidir a vaga para as quartas de final da Libertadores na disputa de pênaltis. E, mais uma vez, as dificuldades do time foram em grande parte fruto da atuação do Cristóvão Borges.