Ronaldinho Gaúcho


Faltou vontade

Auremir

Pra início de conversa, mesmo que o1 a0 que o Galo nos aplicou tenha sido pouco diante do volume de jogo do time mineiro, se não tivesse acontecido uma sequência de vacilos dos nossos defensores no lance do gol, provavelmente teríamos voltado do Independência com um empate. Em uma mesma jogada, Auremir escorregou, Prass cortou mal o cruzamento e os dois zagueiros ficaram olhando o lance deixando o Jô livre para – reparem no replay como a cabeçada vai quase para fora – quase perder o gol mais feito do mundo.


Demorou, mas entendeu...

Depois de despachar o eterno freguês bacalhesco e de "ganhar mas não levar" na Libertadores, foi a vez do Americano, que desde a época do Caixa D'água não tem a menor representatividade no futebol carioca. O resultado? 3x1, embora muito menos fácil do que poderia ser. O time desliga no segundo tempo, não se sabe se por limitação física ou pela boa e velha falta de inteligência que aflige o futebol brasileiro. É preciso analisarmos de forma isenta ao que a mídia insiste em nos empurrar goela abaixo e criticar com justiça quem é de direito.


Atitude tardia

Briga

Que o jogo contra a framengada não valia quase nada na prática, poucos hão de discordar. Mas aquela história de “perdemos quando podíamos perder” não cola em clássicos, muito menos num clássico contra a mulambada. Todo mundo queria uma vitória, fosse com o time titular ou o time reserva. Ninguém vai relativizar esse 2 a 1 por conta de desfalques ou dos já habituais pênaltis a nosso favor que são ignorados.


Peixe frito à gaúcha

Depois de duas vitórias em cima de São Paulo e Fluminense - onde o Flamengo foi acusado de homofobia - e de um empate vergonhoso contra o Ceará, foi a vez de enfrentarmos os tais “meninos da Vila”.


Respeito é bom e o gaúcho gosta

Falador passa mal, como já diriam os Originais do Samba. Ronaldinho Gaúcho soube ouvir as críticas ao seu comportamento exageradamente boêmio e respondeu como deve ser: Dentro de campo, com gols e atuações bem mais convincentes do que as que teve até então. Respeito é bom e o cara gosta, embora muitas vezes ele próprio não se dê o respeito. De qualquer maneira, valeu para mostrar aos que têm memória curta que em boca fechada não entra mosca.


Fogo amigo

O que aconteceu no clássico contra a cachorrada, além de lamentável, serviu para engrossar o coro de que há coisas que só acontecem mesmo com o Botafogo. Foi incrível não termos saído derrotados diante de uma atuação tão ridícula, onde ainda contamos com uma expulsão um pouco exagerada (a meu ver) e com uma partida completamente apagada do Ronaldinho Gaúcho. Está mais do que na hora de atitudes drásticas por parte da diretoria, tanto no campo disciplinar quanto em abrir o leque para novos nomes. Há muito mais boas opções por aí do que está sendo ventilado...


Agora vai?

Decolando

Parece que agora o time decola. Contra o Coxa, domingo, o Botafogo demonstrou algo parecido com futebol. Levou gol no inicio do jogo mas teve paciência e espírito de luta pra buscar o resultado, apesar das merecidas vaias.


Time sem axé

Depois de uma boa estreia no Brasileirão 2011, o Flamengo voltou a mostrar antigas falhas de marcação, sofreu com as péssimas substituições feitas pelo Luxa e cedeu o empate ao Bahia, nos últimos minutos de jogo. Uma falta de atenção imperdoável, principalmente por estarmos jogando com um a mais.


Estreia de campeão invicto!

Resolvidos todos os meus problemas contratuais com Os 4 Grandes, volto à ativa CAMPEÃO, agora com a promessa de andar na linha, sem noitadas, sem departamento médico e sem atrasos nos posts! Agora é futebol força e sem rodopios.

O título estadual invicto do Flamengo, conquistado após vencer os dois turnos e a presença de 6 jogadores na seleção do campeonato, pode dar uma falsa ilusão de que o time está pronto para encarar um campeonato como o nacional. Lêdo engano! Ainda precisamos urgentemente de um zagueiro experiente e um atacante matador e com presença de área para que possamos realmente disputar as primeiras posições. De qualquer maneira, reforça a enorme superioridade do rubro-negro no cenário estadual. Tá claro que não é necessário nem jogarmos bem para sermos o "papa tudo" carioca.


Engrenagem emperrada

A engrenagem emperrou quando não podia.

O que de pior aconteceu no resultado de ontem contra a mulambada é saber que poderíamos ter rendido mais dentro de campo. E nessa, não dá pra colocar a culpa em uma ou outra peça: a máquina toda emperrou. Jogadores não renderem o esperado e o técnico deu suas vaciladas também. Jogamos aquém do que vínhamos jogando, justamente quando o bagulho era sério.

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