Ronaldo Angelim


Respeito é bom e o gaúcho gosta

Falador passa mal, como já diriam os Originais do Samba. Ronaldinho Gaúcho soube ouvir as críticas ao seu comportamento exageradamente boêmio e respondeu como deve ser: Dentro de campo, com gols e atuações bem mais convincentes do que as que teve até então. Respeito é bom e o cara gosta, embora muitas vezes ele próprio não se dê o respeito. De qualquer maneira, valeu para mostrar aos que têm memória curta que em boca fechada não entra mosca.


Que venham os cachorros...

Cão sarnento

Pois é, nação! Depois de uma partidinha bem mais ou menos em nossa estreia na Copa do Brasil, hoje a parada é contra a cachorrada e é a primeira "decisão" do ano. Está mais do que na hora de reencontrarmos um conhecido freguês que recentemente começou a se sentir um rival a altura.


Um exemplo do que não fazer em 2011

Sem erros para 2011

Diante da minha total falta de empolgação e da campanha pífia do Flamengo neste Brasileirão 2010, recorro ao amigo Vinícius Orrico, que me mandou um texto contendo uma bela análise de tudo o que aconteceu neste ano. Comentem:


A crise, o clássico e o "profexô"

Te vira, malandro

Não vou falar aqui da tristeza que todo rubro-negro de verdade sentiu com a saída do Zico, nosso diretor de futebol e ídolo eterno. Decidi não fazer isso pois acho que estas questões políticas já me fizeram refletir se devo mesmo continuar acompanhando futebol de forma apaixonada ou apenas como mero espectador, sem que isso me cause úlceras, gastrites ou descontrole emocional. Hoje sei que não conseguiria ficar alheio, mas confesso que gostaria.

No meio do caos, o Flamengo enfrentou o Botafogo e teve uma atuação bem acima da média. Ainda desorganizado, o time jogou com determinação e poderia muito bem ter saído com a vitória, haja vista a quantidade de chances criadas pelo lado rubro-negro.


Vitória? Empate...

Nem ele tá salvando!

Acho que nem São Judas Tadeu está conseguindo espantar a má fase do Flamengo neste campeonato. O empate de 2x2 contra o Vitória, no estádio Raulino de Oliveira, foi conseguido na base da empolgação e confirmou algumas teses que já eram certezas pra mim:


Sucumbirei ao sono

Flamengo x São Paulo

Esta semana está sendo desumana no trabalho, o que acabou me fazendo não comentar por aqui o bom primeiro tempo que o Flamengo fez contra o Santos, com boa movimentação e com um sopro de criatividade. No segundo tempo, o time piorou e acabou não tendo competência para garantir a vitória.


Dá pra apagar esse dia?

Marmota, cadê você?
Começo de férias e bateu aquela lombra de entrar na internet. Passo uns dias desplugado e parece que o mundo desmorona. Tem aquele papo de americano do Dia da Marmota, sacam? Rendeu até filme com o Bill Murray. Pois é, a última quarta-feira era um dia que bem poderia começar de novo - o risco era ficarmos presos na mesma merda pra sempre. Como há dois assuntos bombando, vamos dividir pra tentar conquistar. BURRO!

Saímos no lucro

Os chilenos riram por último... (A foto é de André Luiz Mello/Ag. O Dia)
É isto mesmo o que eu acho. Jogando no primeiro tempo (praticamente) sem ataque, com zero de criatividade no meio e com as falhas clamorosas de nossa defesa (?!?), o 2 a 2 acabou sendo um bom resultado. Ah, tivemos mais posse de bola. E daí? Sem saber o que fazer com ela, de nada adiantou. Agora é vencer os dois jogos que restam e esperar por um tropeço dos chilenos.

Do jeito certo

A caminhada apenas começou...
Um problemão particular impediu-me de comentar antes a auspiciosa estreia do Mais Querido na Libertadores. Antes tarde do que nunca? Então demorou. Nação, no futebol de hoje muito se fala no tal do foco, parece conversa de fotógrafo ou de oculista, mas paciência, é sinal dos tempos. Sem fugir ao chavão, posso afirmar que poucas vezes vi o time tão focado. E isso é bom demais, mesmo com Willians fazendo das suas.

Cobertor curto (e a grana, pra onde vai a grana?)

A zaga vai acertar este ano ainda?
A turma do arco-íris vai dizer que me escondi, mas a verdade é que andei meio enrolado no trabalho, daí o atraso em comentar o desastre de quarta-feira. Sim, o Mais Querido classificou-se às semifinais da Taça Guanabara, mas convenhamos: era de se esperar outra coisa num campeonato fraco feito esse nosso Estadual? Não, claro. Como também não era de se esperar que o Mengão jogasse tão mal contra os azuis da Rua Bariri.